Edição 939

  • Desfazendo mitos

    altEsta ideia da existência de dois projetos em disputa é totalmente questionável e realimenta ilusões sobre o verdadeiro caráter do modelo econômico em curso no Brasil, desde os anos 1990. A apologia da existência de um neodesenvolvimentismo no Brasil é  mais uma construção ideológica que confunde.

  • ‘Comissão da Verdade conseguiu introduzir no Brasil a ideia de crime contra a humanidade’

    altA Comissão Nacional da Verdade chegou ao fim e nas próximas semanas o país começará a digerir as revelações e recomendações de seu vasto relatório final. Para analisar o trabalho da Comissão e seus resultados, o Correio entrevistou a historiadora Angela Mendes de Almeida.

  • Para compreender a blindagem de Alckmin

    altNa surdina, SP aprovou seu Código (Anti-)Florestal. Nem esquerda, nem sociedade civil mobilizaram-se. Episódio revela vazio político em que surfam conservadores paulistas.

     

  • MST não é um 'caso de polícia', mas uma referência política

    altO MST não é apenas um movimento de reivindicação e protesto. É também de iniciativas e propostas. Seus assentamentos rurais são transformados em verdadeiros laboratórios de uma futura sociedade emancipada.

  • O relatório da Comissão da Verdade: o empresariado e a repressão

    altO Correio da Cidadania publica trecho do relatório final da Comissão Nacional da Verdade (a seção “O empresariado e a repressão”, que integra o Volume II do Relatório) a respeito da colaboração de diversos grupos empresariais, inclusive de mídia, ao regime militar. O documento conta como tais grupos se reuniam, arrecadavam dinheiro e declaravam lealdade ao regime de exceção que durou 21 anos.

  • Modernidade cega, egoísta e predatória

    altNos pedem para ver o jogo sentados, proíbe-se o pernil na porta do estádio, quase nos fazem sentir mal de mijar no terreno abandonado entre a última cerveja e a entrada no jogo e nos olham como se nós fôssemos os forasteiros ali.

  • ‘Estamos apenas começando a debater e construir política cultural no Brasil’

    altComo todos sabem, políticas culturais nunca foram o forte do poder público brasileiro. Iniciativas independentes e descoladas do interesse econômico, talvez como nunca, exigem processos de luta  coletiva bastante determinados. Neste ano, a maior cidade do país convive com mais uma dessas tentativas, na ocupação da chamada Casa Amarela, casarão de arquitetura clássica, animado por diversos coletivos e artistas que têm dado vida diária ao espaço.  Leia a entrevista com a atriz de teatro Luiza Maia.

  • “Operação gringo”: o PCB como inimigo nº 1 da ditadura militar

    altHoje, uma farta documentação comprova que o regime, ao pensar a “transição segura, lenta e gradual”, precisava destruir, antes, o PCB. O partido precisava ser destruído por sua presença nas lutas sociais no Brasil, por sua longeva experiência política (1922) e por representar interesses sociais.

  • Dilma: capitulação e depois...

    altDilma se entregou sem lutar! Com sua lamentável decisão de entregar aos banqueiros os recursos fundamentais do Estado, veio abaixo toda a mistificação do "pós-neoliberalismo" construída ao longo destes anos pelos publicitários do PT. Com esta medida adotada pelo governo do PT, o Brasil chega a um penoso trânsito de uma democracia de baixa intensidade para uma desavergonhada plutocracia que nada de bom poderá oferecer ao seu povo e, por extensão, para a América Latina.

     

  • Desilusão mexicana

    altA Human Rights Watch, o Artigo 19 e dezenas de Ongs locais soltaram documento acusando o governo de escandaloso aumento na repressão dos protestos e na violência contra a imprensa. O fim das ilusões despertadas pelo presidente Peña Nieto aparece nos números de recente pesquisa de opinião do diário Reforma.

  • O canto das sereias

    altEle pratica, mais que a democracia, a demoarquia, originária do verbo grego archein, que significa ser o primeiro, estar à frente, no sentido de comandar processos. O PMDB exerce a função de primeiro-ministro, o Executivo preside. Ou quem sabe estamos em plena monarquia!

  • Paraguai, há 150 anos: a Grande Guerra do Brasil

    altImpõem-se estudos que integrem a resistência nacional, no Uruguai, e federalista, na Argentina, como partes essenciais de conflito, visto como mera luta contra o Paraguai. Envolvimento que reduzirá o protagonismo dos fatos pelo mariscal López.

  • Reencontro com o Brasil

    altEstive em São Paulo e no Rio em 2012. Daí a surpresa. No breve espaço de dois anos, a atmosfera, o comportamento de parcela importante de estamentos sociais e da mídia que forma a opinião da maioria mudou muito. A tensão social é transparente.