Edição 937

  • Levy como piloto automático dos mercados: perguntas aos signatários do Manifesto “Em defesa do programa vitorioso nas urnas”

    altA questão colocada para a tática é como iremos defender os limites do que ainda não foi privatizado, internacionalizado e financeirizado sem combater firmemente a política econômica do Governo Dilma II.

  • Ministério do mercado reitera vazio político de uma esquerda perdida e oportunista

    altO manifesto Em Defesa do Programa Vitorioso nas Urnas tem todo o direito, a partir do papel que esses setores desempenharam na vitória de Dilma, de reivindicar e pressionar por mudanças políticas e econômicas. Entretanto, não pelos argumentos falaciosos apresentados.

  • Para nunca esquecer de Belo Monte

    altAtualmente, é o maior "bolo" repartido entre as empreiteiras. Na Petrobras, as obras investigadas somam R$ 59 bilhões. É bom lembrar que só em Belo Monte os investimentos chegarão a R$ 32 bilhões.

  • E as torturas da CIA?

    altO Comitê de Inteligência do Senado promoveu um estudo dos métodos de interrogatório usados pela CIA nos anos seguintes ao atentado contra as torres gêmeas. Depois de cinco anos de trabalho, o relatório mostra que realmente se praticou coisas do arco da velha. Rotineiramente.

  • Andres, aqui só tem burguês!

    altEsse público passivo por 85 minutos é tudo que eles, da “modernização conservadora”, sonham. Entre contestar um tribunal ridículo, pelo direito de torcer como sempre, ou agredir torcedores que contrariam a ordem de engravatados, ficam com a segunda posição.

  • Cotidiano

    altEmbora as direções de certos movimentos sociais combativos e da esquerda do PT tenham se deixado cooptar, suas bases estão se rebelando. Findou o tempo da política social-liberal, de agradar gregos e troianos, deixando o sobejo para o povo oprimido.

  • Fala PT!

    altNos últimos anos, até procurando fica difícil descobrir o que o PT pensa, decide e age. Portanto, a nota de sua comissão executiva pode ser considerada boa. Mas não valerá de nada, ou terá pouco efeito, se os dirigentes do PT continuarem com medo de colocar sua boca em trombones e cornetas.

  • Mapeamento do antipetismo: o PT entre o cínico e o obsoleto

    altLamentavelmente, o PT e sua militância estão obsoletos, afogaram-se num mar de prepotência e intolerância. Toda crítica vem sendo tratada como discurso de ódio e, a seguir, achatada num bloco unitário e amorfo de “antipetismo”. O extremismo petista parte, então, para a solução mais simples: denunciar como fascista tudo o que lhe desagrada.

  • ‘Infelizmente, segundo governo Dilma será bem mais conservador que o primeiro’

    altO ano está acabando, mas, contrariando a tradição, o Brasil não vive clima de fim de expediente, após uma das temporadas mais agitadas da história recente. Nessa primeira de uma série de entrevistas para fazer o balanço da esquerda nas eleições, conversamos Mauro Iasi, candidato presidencial pelo PCB.

  • O relatório sobre a Escola Nacional Unificada há 40 anos: a batalha da educação na Unidade Popular

    altNo último artigo da série sobre o Chile de Allende, o autor relembra a história do plano nacional de educação que visava maior equidade de oportunidades e currículos similares em todas as instituições de ensino, o que exasperou a direita.

     

  • O Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira: marcha forçada sobre os territórios

    alt“O licenciamento do Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira é um fio que nos leva até o processo decisório do capitalismo brasileiro, que se internacionaliza subalternamente, mas se internacionaliza”, frisa o sociólogo Luis Fernando Novoa Garzon, em sua entrevista à IHU On-line.

     

  • Por que a luta pelo plebiscito pela Constituinte exclusiva para a reforma política é uma tática equivocada?

    altA direção do PT já decidiu que quer ir ao baile do segundo mandato com Michel Temer, no samba canção de reconciliação com o grande capital. A campanha prioritária para uma esquerda que mereça ser socialista não deve partir daquilo que não é central para os trabalhadores.

  • Operação de guerra contra camponeses em Rondônia

    altO genocida Estado burguês-latifundiário, mais uma vez, lança suas tropas contra famílias camponesas que habitam simples choupanas em meio à mata em Rondônia.

  • Carta Aberta à VUNESP, Professores e Vestibulandos

    altO Correio publica carta de ex-alunos da Unesp, expressando sua indignação e críticas a questões que foram formuladas pelo último vestibular na universidade, que “ferem gravemente a legitimidade do vestibular que oferece acesso a esta universidade, bem como seu estatuto científico”.

  • Um governo com os capitalistas

    altSe alguém tivesse entrado em coma logo após os resultados do 1º turno das eleições presidenciais e acordasse hoje seria capaz de perguntar: então, foi o Aécio que ganhou as eleições? Tudo indica que iremos às ruas para, não apenas pedir mais direitos, mas, em primeiro lugar, para defendê-los, pois o cenário de ajustes já está sendo desenhado.

  • Dias decisivos

    altEsta direita golpista adotou a ideia de um golpe congressual, ao estilo Paraguai, que seria um golpe democrático, uma excrescência incompreensível. A mídia convencional, para não fugir à tradição, participa com mensagens subliminares deste plano para a derrubada da presidente eleita.

  • Desafios aos governos progressistas

    altO assistencialismo se restringe ao acesso a benefícios pessoais, sem que haja complementação com processos pedagógicos de formação e organização políticas. Criam-se, assim, redutos eleitorais, sem adesão a um projeto político alternativo ao capitalismo.