Edição 935

  • Impasse e Crise

    altApesar das críticas que seu governo sofreu, dos setores da direita, durante a campanha eleitoral, Dilma Rousseff em seu primeiro mandato procurou seguir a cartilha das privatizações, ao gosto do mercado: abriu um dos maiores programas de concessão de serviços de infraestrutura em curso no mundo.

  • Estados Unidos e Brasil: expectativas iniciais com Barack Obama

    altO aguardamento de um convívio mais próximo entre Brasília e Washington nas primeiras semanas da administração de Obama não frutificou. No entanto, isto não desapareceria de imediato, dado que, no primeiro semestre de 2009, uma reunião de cúpula entre os países de toda a região ocorreria e poderia renovar a pauta do continente.

  • Golpismo, militares constitucionalistas e herança ditatorial; democratizar as forças armadas continua necessário

    altEm mais este artigo da série do Chile sob o governo Allende, o autor fala da herança ditatorial que ainda permeia as forças armadas chilenas, além das raras e limitadas reparações aos militares que resistiram ao golpe de estado de 1973.

  • Presidenta Dilma, não recue!

    altVamos ocupar as ruas e praças do país! Vamos ocupar o Congresso e exigir (não pedir) a imediata convocação do Plebiscito por uma Assembleia Constituinte Soberana e Exclusiva do Sistema Político.

  • Leandro Konder, o anjo necessário

    altProfessor, filósofo, ensaísta, articulista de jornal, ficcionista, poeta bissexto, conferencista brilhante, debatedor vivaz e, quando se fez necessário, até redator de panfletos e agitador de comício relâmpago. Ele sempre bateu bem nas onze.

  • A crise hídrica chegou para ficar

    altOs desenvolvimentistas apostam em mais do mesmo. Sinceramente, não percebo que governos, gestores e consumidores realmente compreendam a dimensão da crise e que as soluções passam pelas mesmas recomendações que cientistas, pesquisadores e ambientalistas fazem há mais de uma década.

  • Entre a cheia e o vazio: o que se mostra e o que é escondido em torno do Complexo Madeira

    altO documentário “Entre a Cheia e o Vazio” é um recorte de uma batalha de sentidos em torno dos efeitos de larga escala produzidos pelas Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, o afluente mais caudaloso do Amazonas. Batalha que se intensificou com a chamada “cheia histórica” de 2014.

  • Entre a cheia e o vazio

    altA cheia histórica do rio Madeira em 2014 e seus nexos com as UHEs Santo Antônio e Jirau.

     

  • Leilão de energia solar e a campanha “Energia para a Vida”

    altAo compararmos com o 1,5 milhão de residências na Alemanha, vemos que este é um número insignificante diante do potencial solar existente em nosso país. O sucesso desta fonte de energia se deve basicamente à implementação de políticas públicas.

  • País dividido?

    altApesar de o PT não representar resistência séria à intensificação do modelo dependente, a retórica e os clichês do PT e sobre ele oferecem campo fértil ao império anglo-americano, para pressionar a presidente e intensificar as ações para a sua desestabilização.

  • Política, manifestações e o pensamento conservador no Brasil (2)

    altMuitas vezes, sem perceber ou refletir, como forma de autoafirmação, reproduzimos o grupo que estimula a banalização e naturalização de toda uma cultura que milenarmente oprimiu e subjugou diferentes grupos sociais.

  • Programa Minha Casa Minha Vida precisa ser avaliado

    altUma política habitacional de abrangência nacional, em um país de dimensões continentais, não pode ter como único programa a construção e a transferência de propriedade de novas unidades habitacionais.

  • Qual será a política econômica do segundo mandato?

    altO recado das urnas foi claro no sentido de não retroceder no campo distributivo. Mas qual será a resposta racional e ética da política econômica e social para enfrentar o enigma desses quatro desafios propostos? Começaremos a desvendá-la com a remontagem do governo, especialmente do seu coordenador econômico.

  • O estelionato eleitoral de Dilma 2.0 começou

    altO ano de 2015 será de crise no Brasil: a dramática crise da água no Sudeste, a crise do modelo de produção de energia, a estagnação e ameaça de recessão, um cenário externo desfavorável ao modelão exportador.

  • Novembro de 2014 em Belém, maio de 2006 em São Paulo

    altA cidade ficou deserta. Relatos de moradores diziam que havia pelo menos três helicópteros sobrevoando a região com holofotes ligados e apontados para as ruas do bairro. Porém, invisibilização que cotidianamente acompanha o Norte do país voltou.

  • Papa fortalece movimentos sociais

    alt“É lutar contra as causas estruturais da pobreza, a desigualdade, a falta de trabalho, de terra e de moradia, a negação dos direitos. É enfrentar os destrutivos efeitos do Império do dinheiro”.

     

  • Crise hídrica de São Paulo passa pelo agronegócio, desperdício e privatização da água

    altMarzeni Pereira, tecnólogo em saneamento da Sabesp, em entrevista ao Correio da Cidadania, elenca uma série de razões históricas, desde as locais até as mais sistêmicas e abrangentes, que levaram São Paulo à atual crise hídrica, cujas consequências ainda não foram quantificadas.