Edição 933

  • ‘Prisioneiro da base parlamentar, governo tende a caminhar para mais do mesmo’

    altApós a tensa disputa eleitoral que deu novo mandato presidencial a Dilma Rousseff, o Correio conversou com o deputado federal Chico Alencar . “Os conflitos sociais e o papel do Estado na sociedade passaram longe. As divergências na campanha foram muito mais retóricas do que reais”.

  • O PD de Renzi despreza os sindicatos e promove soluções neoliberais

    altHoje, na União Europeia e, em particular, na Itália, estamos assistindo ao último combate entre as duas principais doutrinas econômicas que simbolizaram o sucesso do capitalismo no mundo inteiro: o keynesianismo e o neoliberalismo.

  • A derrota do clone

    altNão por acaso, a limitada proposta do governo federal de organização dos Conselhos Populares já foi derrubada. E o COPOM já aprovou na sua última reunião a elevação da taxa de juros: um sinalizador para o “mercado” do enquadramento do governo.

  • Argentina sob opressão: o juiz, os abutres e a soberania

    altA Argentina tenta se defender dos fundos abutres pela criação de um novo marco jurídico. Faz-se necessária a ação política incisiva e solidária dos países da região para confrontar os avanços e as táticas do capital financeiro.

  • Um torneio monstruoso do ‘plastic-football’ surge na Índia

    altNova liga indiana nasce com investimento de bilhões e deve afundar a liga antiga. Empresa que está por trás da empreitada já atua no Brasil. Ainda que de forma capenga, o modelo mundial do futebol-negócio avança agressivamente no Brasil e não encontra os resultados esperados, por ignorar os aspectos culturais.

  • Um conselho à presidenta Dilma

    altPresidenta Dilma, pense, reflita e aprenda a lição das urnas. Foi uma advertência clara. No seu segundo mandato, faça um verdadeiro governo de participação popular. Tome posições políticas claras (sem ambiguidades), com coragem e com firmeza. Não titubeie.

  • A saúde muda no segundo governo Dilma?

    altNo segundo turno, Dilma dizia que era necessário defender as “conquistas”. O investimento no SUS continua igual a ao da era FHC, a guerra contra as drogas continua recebendo afagos do governo, a privatização da saúde continua avançando e as deliberações das Conferências de Saúde seguem esquecidas.

  • As origens do golpe de Estado de 11 de setembro de 1973

    altEm mais este artigo da série sobre o Chille de Allende, o autor descreve a série de atentados terroristas em infraestruturas de diversos setores do país e as conspirações entre militares e civis, a exemplo dos chefes do maior jornal chileno, que culminariam no golpe de Estado.

  • Por uma educação republicana

    altO investimento por aluno e por ano na educação básica pública corresponde a cerca de 15% da renda per capita do país. Nenhum país consegue manter um bom sistema educacional com um percentual assim tão baixo.

  • Brasileiros divididos

    altConcordo com a união que significa a não violência, a existência de diálogo para as conquistas e em que todos tenham o direito de pensar livremente.

  • Estados Unidos e Brasil: aprofundar a relação desigual

    altNa política externa, há naturalmente diferenças entre PT e PSDB, porém sem significar o comprometimento da estrutura interna com mudanças significativas, mesmo que a longo prazo.

  • Qual governo, qual Dilma: a chantagem que permanece

    altNos próximos dias, a pressão será descomunal sobre Dilma, para que anuncie uma equipe econômica em consonância com os requisitos do programa formalmente derrotado. Qual Dilma tomará posse?

  • O Diálogo Impossível

    altO quase empate da última eleição é apenas a confirmação de um decréscimo permanente na diferença de votos entre a vitória do PT em 2002 sobre os tucanos e o sufoco crescente sobre o neoPT, nas eleições seguintes. Pelo desenho da curva, 2018 é vitória certa da direita.

  • ‘Há muito pouco que se esperar do próximo governo’

    altEnquanto o país vai se recompondo da febre eleitoral que transformou a disputa entre Dilma e Aécio numa rinha na qual os grandes temas nacionais brilharam pela ausência, começa-se a tecer análises do que vem pela frente. O Correio entrevistou a historiadora Virginia Fontes.

  • A súbita paixão eleitoral

    altMinha hipótese é que a recente paixão eleitoral é expressão de um sentimento generalizado de impotência. Sua fonte política remete às jornadas de junho, mas sua evidenciação mais recente foi a derrota para a Alemanha na Copa.

  • O caminho para o socialismo

    altMulheres e homens precisam resistir e gestar alternativa operária e popular, o caminho para o socialismo e sem conciliação de classes. Mas é necessário ter consciência de que os mais obtusos do PSDB, a direita, a extrema-direita e a polícia vão insuflar as manifestações de protestos para desgastar o governo Dilma.

  • Desatar os nós do desenvolvimento

    altQueiramos ou não, para desatar o nó do desenvolvimento econômico e social teremos que atingir o núcleo duro do sistema financeiro e do monopólio econômico. A união política nacional não pode se furtar dessa realidade.

  • O susto no PT

    altO PT enfrenta, agora, o desafio de governar melhor do que já fez até aqui e tentar resgatar o que, no passado, lhe imprimiu tanta credibilidade: o capital ético, a organização política dos setores populares e o compromisso de promover reformas estruturais.

  • Eleição 2014: não há o que comemorar

    Para quem está comprometido com a luta social, a derrota de Aécio foi um alívio. Mas a vitória de Dilma não deixa nada a comemorar. Na falta de substância política, a eleição foi transformada numa briga de torcida. E ninguém passa impune pelo pacto com o diabo. Sem capacidade de mobilizar a população e prisioneira de compromissos espúrios, Dilma ficará nas mãos da máfia que, a mando dos negócios, controla o Congresso. Vítima ainda da própria covardia, que não lhe permitiu enfrentar a tirania dos magnatas da informação, será objeto diário da chantagem da grande mídia.