Edição 931

  • Caos: catarse do sistema no México

    altHá 20 anos, o México experimentou seu naufrágio e o medo da guerra. A razão disso foi a aparição do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN), em Chiapas, com o subcomandante Marcos, o que por certo acabou sendo uma máscara da realidade.

     

  • O voto

    altAlguns partidos de esquerda focam em um mundo ideal e eu admiro o esmero dedicado à arquitetura da sociedade. Contudo, devido aos dois candidatos não representarem caminhos seguros para este mundo puro, eles recomendam voto nulo no segundo turno.

     

  • Os sete mitos criados pela mídia ocidental que ajudaram a destruir o Iraque (4)

    altNesta série de quatro artigos, publicamos análise de Ramez Maalouf a respeito da forte desestabilização que as potências ocidentais têm promovido no Oriente Médio, neste caso, mais especificamente no Iraque.

  • O sexto turno

    altDilma investe em se apresentar como ainda mais confiável ao grande capital e seus atuais aliados, ignorando as demandas populares para recompor seu governo à esquerda. Respondam rapidamente: quantas vezes a presidente tocou no tema da Reforma Agrária?

  • O PT pode vencer Aécio, mas sairá derrotado das eleições

    altSe não descer do pedestal, o PT não irá apenas perder, como pode enfrentar imensas dificuldades para se reerguer, já que dificilmente teria moral para, por exemplo, se engajar novamente em lutas sociais, as mesmas que hoje criminaliza.

     

  • Impasses dos governos progressistas

    altO símbolo dessa modalidade pós-neoliberal e/ou democrático popular de consumismo é o telefone celular. Ele traz em seu bojo a falsa ideia de democratização pelo consumo e de incorporação à classe média

     

  • O “pão de cada dia” e o salário mínimo

    altPara mais de 100 milhões de brasileiros o salário mínimo é seu pão de cada dia, para utilizar uma expressão evangélica. Nesse segundo turno, é nele que votarei. Aécio disse que o importante é a economia, não o salário mínimo.

  • ‘A esquerda capitalizou junho na medida do possível’

    altContinuam as avaliações dos resultados eleitorais e, apesar de algumas diferenças de opinião, afirma-se um avanço do conservadorismo. Para analisar cenários futuros, o Correio da Cidadania entrevistou Ivan Valente, reeleito deputado federal pelo PSOL paulista.

  • Como é construída a política educacional: o triste exemplo paulista

    altGastar mais com pagamento de professores, para aumentar os salários, atrair mais profissionais, reduzir o número de aulas dadas e a carga de trabalho de cada docente , é totalmente possível, tanto economicamente como em termos orçamentários.

  • O FMI, a burguesia sem príncipe e os órfãos de Junho

    altUrgente formar frentes anticapitalistas e antifascistas e atacar em primeiro plano os corvos (travestidos de tucanos) dos capitais mundializados - capitais “brasileiros” incluídos. Mas não nos esqueçamos de, na sequência, ajustar contas com aqueles que alimentaram os corvos.

  • Declaração de não-voto (2)

    altÉ incompreensível, a condescendência que organizações e personalidades duramente críticas de Lula demonstram para com a senhora Rousseff, que fez um governo pior e à direita de seu antecessor em todo e qualquer aspecto.

  • Ocupa a Rede Globo!

    Estamos diante de mais um desafio: ou a sociedade retoma as ruas para denunciar a manipulação da mídia ou o candidato das elites vai ser eleito de forma espúria, como foi a eleição de Fernando Collor de Mello!

     

  • Voto nulo é alternativa democrática a dilema falso

    altAs espúrias alianças do PT com personalidades e partidos de direita não podem ser separadas dos sucessivos escândalos dos governos Lula e Dilma. Por que, então, nos comprometermos com as posições, alianças e métodos desses governos?

  • Eleições 2014: os dilemas da esquerda socialista no segundo turno

    altEntendo que teria um efeito pedagógico exemplar se os partidos de esquerda e as organizações mais combativas do movimento social se reunissem nos próximos dias e apontassem uma pauta de compromissos mínimos que viabilizaria o voto em Dilma no segundo turno das eleições.

  • Dilma e Aécio vendem o sonho, mas entregarão o pesadelo

    altOs trabalhadores precisam resistir ao pesadelo antinacional, contra o conservadorismo, à perda de seus direitos, dar um basta na transição conservadora e pelo menos fazer o que o Partido dos Trabalhadores original dizia pretender.

  • Inimigo principal – o muro não é nosso lugar

    altEm toda luta política, seja numa guerra, seja numa disputa eleitoral, torna-se questão chave definir o inimigo principal e evitar que ele triunfe, mesmo que seja ao lado de um inimigo secundário.

  • Política econômica e social em disputa na sucessão presidencial

    altO projeto neoliberal de Aécio desvincula-se da ideia força da igualdade e não pressupõe redistribuição de renda ou riqueza na sua concepção. Minha opção, porque não sou neutro, é pelo mal menor: não às armações neoliberais.

  • Além do duelo Dilma versus Aécio

    altAo povo, aos trabalhadores, aos democratas progressistas, aos movimentos sociais e aos militantes das esquerdas compete dar o primeiro passo na construção de uma ampla frente popular de oposição e de esquerda, que seja anticapitalista e aponte na direção do socialismo.

  • Por que Evo ganhou?

    altEssa infrequente sensibilidade para ouvir a voz do povo e responder em consequência disso é o que explica que Evo tenha conseguido o que Lula e Dilma não conseguiram: transformar sua maioria eleitoral em hegemonia política.

  • ‘Votos de protesto foram o que mais de perto representaram junho de 2013’

    altRafael Padial, da Frente pelo Voto Nulo, concedeu entrevista ao Correio da Cidadania para tratar do atual processo eleitoral, com o recorde de votos nulos, brancos e abstenções, que atingiu 30% na primeira rodada.