Edição 929

  • Debate Eleitoral ocultou contradições da Economia e da Sociedade

    altA política econômica do país, tema sempre indigesto para abordar com o público, adquiriu dimensão relevante nos atuais debates eleitorais. Face ao espetáculo armado em torno à economia do país, o Correio conversou com o economista Luiz Filgueiras.

  • ‘Candidaturas à presidência não têm nada a ver com as manifestações de 2013’

    altO Correio da Cidadania entrevistou o sociólogo Chico de Oliveira, histórico pensador da esquerda brasileira, para analisar o processo e sua perda constante de conexão com as ruas.

  • Estados Unidos: liberdade ferida em tempos de guerra

    altUm dos efeitos da I Guerra Mundial até hoje existente é a Lei de Espionagem, aprovada em 1917. O objetivo havia sido o de tratar como crime o auxílio a países adversários.

  • ‘Num processo democrático, os jornalistas não deveriam usar itens de segurança’

    altO Tribunal de Justiça de SP expediu uma sentença que, aparentemente, legaliza a violência estatal contra jornalistas. O Correio entrevistou o fotógrafo, Sergio Silva, que ficou conhecido do público durante as manifestações de junho de 2013.

  • Eleições e mudança do sistema político

    altAtualmente, a maioria dos movimentos populares é cooptada pelo governo, atrasando de muitos anos a organização popular. Basta, por exemplo, lembrar a festa do primeiro de maio, reduzida a um show para os trabalhadores e trabalhadoras.

  • Brasil: entre o keinesianismo envergonhado e o neoliberalismo insolente

    altHoje, o confronto mais provável é entre as duas mulheres, a candidata de Lula versus a candidata de Obama. Será a peleja entre dois caminhos distintos. O primeiro, do PT e aliados, encarna imensas contradições e se debate entre o  neoliberalismo retardado (com a volta ao passado) e o keynesianismo periférico envergonhado  (um possível passo para o futuro).

  • Lançada campanha ‘Racismo Mata!’

    altCampanha de enfrentamento ao genocídio da juventude negra.

  • O Brasil vai às urnas no escuro

    Depois de meses de programas eleitorais pirotécnicos, um rosário de promessas fantasiosas, muito blábláblá e alguns debates que mais parecem gincanas de esperteza e concurso de tiradas espirituosas - a maioria chula e de mau gosto -, o brasileiro vai às urnas no escuro.

     

  • Iêmen: nova crise pintando

    altUm Iêmen sob os Houthis poderia ser mais um az nas mãos de Teerã no jogo pelo poder no Oriente Médio. De outro lado, esse movimento é um precioso aliado na luta contra a al Qaeda, pois a  vem combatendo ferozmente

     

  • Para neoliberais, a educação é boa; professores é que atrapalham

    altComo se já não bastassem as péssimas condições de trabalho, em todas as áreas e instâncias, os professores ainda têm de lidar com a truculência e a campanha absurda promovida por meios de imprensa e figuras que representam os interesses do mercado.

     

  • Os sete mitos criados pela mídia ocidental que ajudaram a destruir o Iraque (2)

    altNesta série de quatro artigos, publicamos análise de Ramez Maalouf a respeito da forte desestabilização que as potências ocidentais têm promovido no Oriente Médio, neste caso, mais especificamente no Iraque.

  • ‘Para ganhar as eleições, governo de SP arrisca todo o abastecimento de água’

    altA aprovação política do governo Alckmin conta com toda uma operação de blindagem midiática, responsável por esconder um racionamento de água que, na prática, já acontece. Para além de tais aspectos, o Correio da Cidadania entrevistou o geólogo Delmar Mattes.

  • Haja Fome

    altNo mundo os dados são mais alarmantes. Passam fome 870 milhões de pessoas, ou seja, 12,5% da população do planeta. Falta de alimentos? Não.

  • Tanta terra para tão pouco fazendeiro

    altFazer comunicação indígena pressupõe garantir meios para a divulgação da palavra originária, mas também lutar em parceria com outros movimentos para mudar o sistema geral.

  • Melhor é viver debaixo da ponte

    altMaciel caminha até o fim do casarão de mais de cem anos, que já pertenceu a um poderoso coronel do exército. Diz, meio assustado, sentir o chão ‘tremular sob seus pés’. Resolvo fazer o mesmo trajeto que, de fato, tem aspecto de um corredor da morte.

  • Contradições e vacilações da burguesia industrial

    altEle reitera que o governo deixe de ser “gestor” e entregue as coisas a quem sabe fazer: a indústria, o sistema financeiro e o setor de serviços. Ou seja, na prática Steinbruch quer que se entregue a gestão do país ao cassino e à especulação financeira.

  • Farsa e tragédia

    altVivemos situação de pré-barbárie, as forças organizadas da esquerda revolucionária não têm base social, não acumularam na campanha eleitoral e parecem falar para si próprias - com raras exceções, a exemplo de Edmilson Costa, candidato ao Senado pelo PCB.