Edição 928

  • ‘Debates eleitorais sobre a questão urbana não dialogam com demanda das ruas’

    altEm mais uma de suas entrevistas quanto à ausência ou distorção de grandes temas nacionais no debate eleitoral, conversamos com Guilherme Boulos, para falar de políticas urbanas e de moradia e da abordagem dos candidatos sobre elas.

  • Alienação eleitoral passa longe do Brasil real

    altMais uma vez o tom das campanhas foi dado pelos marqueteiros nos esquemas milionários de programas no rádio, na TV e nas redes sociais, sempre focados na venda de candidatos-produtos e sem a menor preocupação com o debate político.

  • Operários mortos e desaparecidos em obras das usinas de Jirau e Santo Antônio

    altQuarenta e um operários tiveram suas vidas ceifadas de 2010 a 2014, e dez operários estão desaparecidos desde a brutal repressão à greve de abril de 2012. Ressalte-se que essas 41 mortes são as que foram noticiadas.

  • Estados Unidos: entre 100 anos de uma grande guerra e outras menores

    altNas devidas proporções, existe uma série de coincidências entre a liderança política dos dias atuais e a de um século atrás. Conduz os EUA um presidente do Partido Democrata, como naquele período, tendo ambos obtido a reeleição.

  • EUA: um Estado terrorista inimigo da humanidade

    altEm Washington, a administração está mergulhada num pesadelo. A mídia mais influente, do New York Times à CNN, também. As guerras de agressão que atingiram o Afeganistão, o Iraque, a Líbia e a Síria foram precedidas de gigantescas campanhas de desinformação.

  • A medida econômica mais transcendente do século 20: a nacionalização do cobre em 1971

    altNesse décimo artigo de sua série sobre o Chile, Magasich discorre sobre a nacionalização do cobre em 1971. Uma reforma que, em sua avaliação, reconhece a preeminência do interesse geral sobre o privado.

  • Os sete mitos criados pela mídia ocidental que ajudaram a destruir o Iraque (1)

    altNesta série de quatro artigos, publicamos análise de Ramez Maalouf a respeito da forte desestabilização que as potências ocidentais têm promovido no Oriente Médio, neste caso, mais especificamente no Iraque.

  • Uma guerra que começa perdida

    altVejamos o que está acontecendo no front sírio: os EUA lutam contra o ISIS e contra Assad; os moderados lutam contra o ISIS e eventualmente aliam-se com eles contra Assad; Assad luta contra os moderados e contra o ISIS.

  • Abutres recarregados: Madelein Albright entra em cena

    altSe agora nos ocupamos dela é porque dias atrás a empresa de consultoria que preside anunciou que havia sido contratada pelos “fundos abutres”, para buscar “uma solução satisfatória” ao litígio desatado pela sentença do juiz Thomas Griesa contra a Argentina.

  • A crise dos Estados e os independentismos

    altA união entre a visão milenarista de setores populares e o protesto contra a crise causada pelo capitalismo provocaram esta onda internacional de independentismo, forma deformada de protesto democrático e contrário ao capitalismo.

  • Estado laico e Estado confessional

    altConfessionalizar o Estado é atiçar as chamas do preconceito, da discriminação e do fundamentalismo. A liberdade religiosa deve ser assegurada. Nem Deus pretendeu impor a todos os seus filhos e filhas a fé na existência dele.

     

  • Plínio e a reforma agrária

    altPlinio atravessou as controvérsias de uma vanguarda em recomposição, especialmente atento à juventude, a quem se dirigia com frequência - esperançoso, talvez, de que se apropriassem de sua luta para levá-la adiante.

  • Quando Estado e Judiciário se unem para promover o apartheid urbano

    altHá centenas de imóveis de luxo na cidade que se apropriaram de áreas públicas. Mas a postura do judiciário é exemplarmente elitista e preconceituosa. No Brasil, a dureza da lei é para os pobres. Para os ricos, a condescendência.

  • Depois da poeira colorida nos olhos dos eleitores, virá o olho do furacão

    altÉ patético que se faça tanta exegese do nada, atribuindo tamanha importância ao que não tem nenhuma: a peça publicitária imperfeita da Marina e as peças publicitárias que Dilma e Aécio continuam devendo, porque a indefinição lhes convém.

  • ‘A verdadeira tarefa da esquerda vem depois das eleições: construir a alternativa ao bloco dominante’

    altNo encerramento das entrevistas com os candidatos presidenciais da esquerda anticapitalista, o Correio da Cidadania conversou com Mauro Iasi, do PCB. Na conversa, ele destaca o processo de reconstrução da legenda mais antiga de todo o país.

  • Aécio, Dilma e Marina silenciam sobre o São Francisco

    altDilma, Marina e Aécio estiveram nas obras da Transposição e não deram uma única palavra de significado aos 13 milhões de brasileiros que estão vendo seu rio morrer a cada instante.

  • Eleições e coisas sérias

    altO país necessita, com urgência, de mudança estrutural, dotando o Estado de poder e de meios para promover o desenvolvimento e viabilizar empresas de capital nacional em condições de competir em produções intensivas de tecnologia e elevado valor agregado.

  • A polícia e as eleições

    altA polícia e a extrema-direita estão aproveitando as divergências entre a esquerda revolucionária, que pretende votar nulo no segundo turno, e a esquerda do PT, tentando provocar a cizânia.

  • Mortes precoces

    altO dado é da UNICEF. Em números absolutos, o Brasil teve, em 2012, mais de 11 mil homicídios de pessoas entre 0 e 19 anos de idade, atrás apenas da Nigéria, que teve 13 mil.

  • Desinibição da direita

    altGanhando Dilma, resta ao PT fazer uma autoanálise para saber o porquê de ter gerado tanto ressentimento em certas camadas da sociedade, retiradas aquelas que são motivadas pela perda da exploração sobre outras classes.

     

  • Quanto vale o arranjo social-liberal em tempos de ajuste neoliberal?

    altPara os mercados, mais que soberanos, cortejados por Dilma e candidaturas variantes, o que conta é capacidade de sacrifício adicional de políticas domésticas e gastos sociais, requeridos para o ajuste de 2015.

  • Socialismo e capitalismo reais

    altAo contrário do que supõe Delfim Netto, os “homens mais sofridos” terão que comparar o miserável "socialismo real" soviético e demais socialismos reais não só com o "capitalismo ideal", mas também com o “capitalismo real”.

  • Moradia não é caso de polícia

    altHá formas e formas de executar reintegrações de posse. A pior delas é deixar nas mãos da Polícia Militar, sem mediadores, sem que organismos de proteção dos direitos sejam acionados e respeitados.