Edição 927

  • “O grande roubo”

    altA cidadania hondurenha está em seu pleno direito de exigir aos representantes do Estado que o dinheiro roubado volte à Seguridade Social, e que este caso não se concentre em mais uma captura do cinema hollywoodiano.

     

  • ‘Exemplo escocês deve catalisar luta pela independência em toda a Europa’

    alt“Por trás do plebiscito, houve uma clara polarização entre os que defendem uma sociedade mais igualitária e aqueles que defendem o neoliberalismo e têm Londres como referência". Entrevista com Plinio Arruda Sampaio Junior.

  • Impactos na coalizão anti-ISIS

    altConforme disse o secretário de Defesa, Chuck Hagel, durante audiência no Senado, “destruir o ISIS vai exigir mais do que os esforços militares, vai exigir progresso político na região, e parceiros efetivos no Iraque e na Síria”.

  • A semana só teve paz no cemitério

    altNo chão do pátio da delegacia, a sala de recepção de todo criminoso, as famílias, criançada incluída, amargam a consumação de sua derrota parcial. A cidade pode respirar, as ordens da eminência togada foram cumpridas pelos mantenedores da ordem.

  • O que é a Independência do Banco Central?

    altAtualmente, no BC do Brasil, há técnicos honestos que se sentem solidários com os planos do governo. Ora, antes de deixá-lo autônomo, os novos candidatos, se eleitos, colocarão técnicos que obedeçam aos Chicago Boys, a George Soros e todos esses. E o que acontecerá? Como diz o famoso slogan: “O Céu é meu limite”.

  • Luciana Genro e a trajetória das esquerdas petistas

    altForjada no PT pré-lulismo, vimos na tela ressurgir a escola das correntes internas do PT. Uma agressividade desconcertante, foco ideológico e programático, rapidez de raciocínio e coragem. A ausência deste PT hoje o está transformando em Partido da Ordem.

  • Dirceu Travesso, ou melhor, Didi (1959/2014)

    altDidi viveu uma história de amor com o futuro. E os enamorados são teimosos, não se dobram, acreditam sempre. Não importa quão difícil seja a situação, sabem que ainda é possível.

  • Adeus Didi

    altÀs vésperas da morte de meu pai, lá estava ele novamente, como um anjo vermelho para me alentar. Falava com a sabedoria de quem prevê e não teme a morte, na exata medida de quem sabe que a vida é breve e é importante desfrutá-la até o último momento de lucidez.

  • EUA: o novo terrorismo financeiro sob máscara jurídica

    altO acosso financeiro seria, segundo tal corrente de pensamento, uma expressão deste “poder inteligente”, que submete e oprime apelando a recursos distintos dos convencionais, mas, dizemos, igualmente terríveis.

  • O quartinho escuro da política

    altComo educador, abomino a pedagogia do medo, que saiu de pauta nas escolas, mas continua em alta no mundo da política. Ela deseduca e despolitiza. Até quando vão infantilizar os eleitores, ameaçando-os com o castigo do quartinho escuro?

  • A real polarização

    altNuma das tramoias típicas da dialética, a “terceira via” de “desenvolvimento primarizado” transmutou-se rapidamente em neoliberalismo radical, com endereço certo para quem detém a hegemonia.

  • Será a vez do Líbano?

    altDisse o general Halevy: “O relatório Goldstone será suave em comparação com o que acontecerá aqui na próxima vez”. O relatório sobre a investigação da invasão de Gaza em 2008 considerou o exército israelense culpado de crimes de guerra e contra os direitos humanos.

  • Negócios da China

    altEmbora digam o contrário, não estão preocupados com a exploração dos trabalhadores pelo capitalismo: passeiam pra lá e pra cá em carros do ano e com motoristas. Estão desesperados porque dependem financeiramente do atual governo federal.

  • Quem é a esquerda que a direita gosta?

    altTrata-se de mais um caso clássico de autoengano: uma alegria ilusória. A possível vitória de Dilma, que permanece incerta, se acontecer, significará uma derrota, não uma vitória da esquerda petista.

  • Um deserto de novas ideias

    Nessas eleições, talvez nunca como antes, está em jogo uma batalha para a apresentação do ‘novo’. As três grandes candidaturas, sistêmicas, não caminham, em absoluto, nessa direção.  E é risível a discussão que o inusitado duelo Dilma x Marina está promovendo aos olhos dos cidadãos, via TVs, rádios, propagandas e debates eleitorais.