Edição 925

  • ‘Frente de Esquerda só faria sentido sob acordo de transformação para além do capitalismo’

    altNa segunda entrevista com os candidatos a presidente da esquerda socialista, conversamos com José Maria de Almeida, o candidato do PSTU. Na conversa, ele deixou claro que grandes mudanças não podem vir através do voto.

  • A “chilenização” e a “nacionalização pactuada” de Frei Montalva

    altEm mais este artigo sobre o período de Allende no Chile, o autor fala do período anterior, no qual a Democracia Cristã cedeu às pressões estrangeiras na participação do negócio do cobre, com diversos políticos financiados pelos EUA.

  • A tragédia é estrutural, não podemos individualizar e linchar

    altEstá na moda, mas não nos interessa nem um pouco promover um linchamento público ao Grêmio ou à garota, até porque se tem alguém que tem tudo pra aprender algo é ela mesma, enquanto muita gente esperta continuará em silêncio.

  • Frutos de uma árvore podre

    altEnquanto o regime de Kiev atacava os separatistas, os EUA e a Europa faziam sua parte, aplicando sanções na Rússia sobre as indústrias militares e de energia russa. Julgavam que assim Putin iria entregar os pontos.

  • ‘O objetivo do Grito dos Excluídos é aumentar o nível de consciência da população’

    altConversamos com Paulo Pedrini, da Pastoral Operária. Sobre a reforma política, bastante atrelada ao Grito deste ano, suas respostas deixam claro como boa parte do movimento popular ainda está longe de se encantar e mergulhar em tal projeto.

  • Por que a esquerda socialista terá poucos votos nas eleições de 2014?

    altMarina ocupa o espaço da oposição de direita e de esquerda ao governo de coalizão liderado pelo PT. Mais uma armadilha, nova versão do papel representado, tragicamente, pelo “Lulinha paz e amor”, só que agora, talvez, como farsa.

  • Uma carta desde a Itália

    altHoje estive com uma mulher da prefeitura [de Milão] (..) Disse que essa Itália, sem comunistas, simplesmente não é a Itália, e que está feliz de, um dia, ir-se embora, porque não quer assistir à barbárie.

     

  • Vote nas futuras gerações

    altNas eleições deste ano, não cometas o erro de dar teu voto a quem defendeu a ditadura, meteu a mão no dinheiro público e jamais beneficiou os que labutam arduamente pela sobrevivência.

     

  • 'Ocupar as ruas e praças por liberdade e direitos'

    altSão passos crescentes e necessários para fazer frente às injustiças que continuam sendo praticadas no Brasil. Os “legados da Copa” não foram suficientes para enganar o povo todo o tempo todo

  • ‘Se Marina for ao segundo turno, teremos guerra de foice pra ver quem acalma primeiro o capital’

    altO Correio entrevistou o sociólogo do trabalho Ricardo Antunes. “Se a Marina for ao segundo turno, teremos um festival eleitoral. O realismo fantástico latino-americano. A disputa vai ser pesada para conseguir ‘galvanizar’ setores mais refratários, à direita”.

  • Misto de FHC e Jânio, de saias

    altSe Marina pensa que, eleita, os congressistas terão que obedecê-la, como a uma rainha absolutista, senão ela renunciará e “retornará nos braços do povo”, é bom ela se lembrar do que aconteceu com o ex-presidente Jânio Quadros.

  • Debate presidenciável

    altO saldo do debate é evidente: urgência de reforma política! Para isso, devemos dar o nosso apoio à proposta de Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, promovida por entidades e movimentos sociais.

     

  • Uma Constituinte exclusiva e soberana para reformar o sistema político é juridicamente possível?

    altUma Constituinte exclusiva e soberana para reformar o sistema político não seria possível dentro do funcionamento do sistema jurídico brasileiro operando no “padrão legalidade”, mas perfeitamente viável se calibrado para o “padrão legitimidade”.

  • Coisas da vida: o empenho estatista

    altO marinato e o tucanato consideram que intervenção do Estado, mesmo mantendo a propriedade privada, é um retrocesso a meados do século 20. Vão fazer de tudo para impedir isso e retornar ao tripé neoliberal.

  • Marina, a verdade tropical

    altNão importa que as propostas de Marina sejam vazias, contraditórias. Ela é a verdade tropical, o resultado da associação entre meios e fins, PT e PSDB, movimentos e ONGs, velha classe média e nova classe trabalhadora.

  • A direita venceu, vamos lutar

    altMesmo se todas as organizações e partidos da esquerda revolucionária cometerem o equívoco de apoiar o atual governo federal no segundo turno, ainda assim Dilma/Lula seriam derrotados por Marina Silva.

  • Brasil, como sobreviver?

    altÉ difícil inferir que o investimento da oligarquia mundial em Marina da Silva visa a assegurar o controle absoluto pelo império anglo-americano das riquezas naturais do país? De fato, estamos diante de um golpe de Estado perpetrado por meios aparentemente legais.