Edição 922

  • Em defesa da USP

    altEntre 1989 e 2012, o número de docentes aumentou 4%, o de não docentes diminuiu 5%e o poder de compra dos docentes diminuiu 9,5%. As dificuldades financeiras da USP não decorrem de aumento dos salários. Como teriam surgido, portanto?

  • Covil de abutres

    altTodos de olho se a correlação de forças vai se alterar com a substituição do morto pela verde-capitalista e evangélica Marina Silva. Não há ninguém preocupado com a dor de filhos, mulher e demais familiares.

  • Encontro Nacional de Educação: um acontecimento para mudar as lutas em defesa da educação pública

    altO ENE terá de manter a sua capacidade convocatória, capaz de permitir o enfrentamento da agenda particularista do capital que coloniza as 191 mil escolas e a educação superior no país.

  • A propósito da situação jurídica atual

    altHá um indissolúvel e necessário nexo entre direito e capitalismo. O direito se estrutura num talhe igual ao das contradições da sociedade da mercadoria, porque a exploração capitalista se arma exatamente a partir da subjetividade jurídica.

  • ‘Cabe indenização do Estado às vítimas de prisão preventiva baseada em provas falsas’

    altO Correio colheu algumas ponderações do jurista Celso Antonio Bandeira de Mello a respeito do atual momento. “Não tinha sentido nem a repressão nem a prisão preventiva. Se não está se fazendo baderna, não tem por que prender”.

  • A Unicamp e a titulação de Jarbas Passarinho

    altO Correio publica a carta de protesto de Carlos Lungarzo à manutenção, pela Unicamp, do título de Doutor Honoris Causa para Jarbas Passarinho, dentre outros, governador biônico do Pará em 1964.

  • Um homem no seu tempo

    altLigado às correntes históricas mais profundas de seu tempo, Plínio será lembrado nas lutas que se renovam. Em seu velório havia muitos jovens. E havia, misturada ao sentimento da morte, uma celebração da vida.

     

  • A voz dos mudos

    altEstamos com medo que outro perseguidor de carentes tome o lugar dela. Mas, sinto que ela e ele ainda vão ficar por bom tempo nos ajudando.

  • Novos livros

    altEntro no mês de agosto com dois novos livros na praça: Reinventar a vida (Vozes) e o infantil Começo, meio e fim (Rocco). O primeiro, uma coletânea de textos, aborda temas como a sabedoria de vida, o mundo em que vivemos, consumismo, meio ambiente e amizade.

     

  • Eduardo Campos

    altO Correio lamenta a morte trágica do candidato a presidente da República pelo Partido Socialista Brasileiro, PSB, Eduardo Campos. E nesse momento de dor,  solidariza-se com seus colaboradores, amigos e familiares. Assim como também se solidariza com os familiares de seus assessores de campanha e dos dois pilotos, que o acompanhavam em suas atividades políticas.

  • Há que fazer

    altPara retomar o crescimento é necessário mudar esse modelo econômico, deixando de subordiná-lo à política de controle inflacionário. Não significa, no entanto, que se deixará de preocupar com o controle da inflação.

  • ‘Desenvolvimentismo’ brasileiro extermina usos sociais da floresta e águas amazônicas

    altPara podar qualquer discussão, sempre haverá uma exceção à disposição. O risco de um novo apagão impôs a expansão da fronteira elétrica na Amazônia em marcha forçada. Em seguida não podem abrir mão das taxas mínimas de “crescimento”.

  • A goleada que levamos da Copa

    altQuanto à repressão às manifestações, iniciada a Copa, se intensificou ainda mais, com requintes de legalidade. Vimos o governo se articular com juízes, promotores e polícias.

  • Candidatos à presidência não oferecem alternativa à inflação, dependência externa e estagnação

    altNão há qualquer projeto de superação da estrutura de propriedade, posse e uso da terra e demais recursos naturais. Veja-se o exemplo recente do festival de bajulações que os três candidatos à presidência fizeram recentemente às “recomendações” da CNA e ABAG.

  • A guerra civil dos “libertadores da Líbia” pelo controle do petróleo

    altNa prática, foi arregimentada a variada estrutura tribal para realizar uma revolução, sem ter em conta o peso político dos clãs tribais. Agora, os EUA e os países da OTAN sabem que uma intervenção teria altíssimos custos.

  • Desvendando o Hamas

    altPode-se levar em conta a consideração da comunidade internacional a países tão ou mais violentos do que o Hamas. A maioria recebe ajuda dos EUA e da UE, seus líderes discutem acordos com o Ocidente, são recebidos com caviar e champanhe.

  • A questão industrial

    altDurante o século 20, por três vezes o Estado desempenhou papel industrializante. Nos dez anos finais do século, realizou uma política de devastação industrial. Nos anos recentes, tem se visto num processo ambíguo.

  • Copa: o legado da exceção

    As imagens bonitas da Copa trazidas pela maior parte da mídia comercial, com ruas coloridas e brasileiros cordiais na recepção aos estrangeiros, não são de modo algum o retrato completo do legado que vai ficar do evento esportivo.