Edição 921

  • ‘A investida patronal contra os trabalhadores será assustadora a partir de 2015’

    altSe a bancada trabalhista no Congresso não crescer na próxima legislatura, haverá risco de perda de direitos mesmo em um eventual segundo governo de Dilma Rousseff, alerta o diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) Antônio Augusto de Queiroz.

  • De Mandela a Dilma, o sucesso e o fracasso de uma aposta política

    altA Copa deu certo, mas o que tinha de dar errado, como diria Joana Havelange, já foi, e ainda pode vir depois da festa. Remoções, prisões arbitrárias de manifestantes e gastos extravagantes em estádios ainda não cobraram sua fatura.

  • ‘É preciso se mobilizar contra o fascismo e a direitização das instituições’

    alt“As ações e a violência da PM e a prisão sem provas dos ativistas representam uma excessiva militarização da polícia e a criminalização dos movimentos sociais. É inaceitável”, disse Benedito Barbosa, advogado do Centro Gaspar Garcia de Direitos Humanos.

  • Energia a serviço do povo brasileiro: reforma política já

    altÉ enorme a assimetria entre o marco regulatório, instituições de Estado e financiamento público para as empresas do setor elétrico, e o marco regulatório, instituições de Estado e financiamento público para os atingidos por barragens, trabalhadores e consumidores de energia.

     

     

  • USAID pega em flagrante

    altEm Cuba, acredito até que Obama gostaria de acertar as pontas com o governo de Raul Castro. Mas falou mais alto a comunidade de inteligência e o lobby cubano-americano, com sua força no Congresso e seus preciosos votos na Flórida.

     

  • O Brasil e o mundo hoje

    altComo cada um de nós pode ajudar o Brasil a melhorar seu IDH? Temos em mãos uma boa ferramenta para isso: o voto, dia 5 de outubro.

  • Questões do desenvolvimento brasileiro

    altA proposta do social-desenvolvimento subordina o desenvolvimento das forças produtivas ao desenvolvimento do consumo social, apesar dos problemas que enfrenta em sua aplicação. Que fazer?

  • Minha caminhada com o mestre Plínio

    altMorreu um irmão. Um irmão bem chegado, um irmão maior. Maior em experiência, conhecimento, intuição e visão política, embora nossa diferença de idade fosse de pouco mais de um ano.

     

  • EUA e Israel: unidos pelo regime liberal e o genocídio

    altNão se trata apenas de uma aliança que é regida por um poderoso lobby, mas de um desdobramento quase natural do reconhecimento de uma nação fundamentada no ódio racial e na alienação de terras de povos autóctones a outra nação forjada sob as mesmas bases.

  • Conselho Universitário da Unicamp não revoga título do coronel Jarbas Passarinho

    altNão se pode senão concluir que os 20 docentes da Unicamp – que tiveram um papel decisivo na votação – impediram que a Unicamp fizesse a autocrítica de um episódio de seu passado que continua a não engrandecê-la .

  • Direito Internacional precisa enfrentar extraordinárias violações e injustiças na Palestina

    altNa agressão de Israel à Palestina, extrapolaram-se há muito os limites de compreensão a que nos desafiam os estudos da geopolítica e do controverso e antigo Direito da guerra.

  • A democracia encolhida

    altVai se criando um caldo fundamentalista, promovido pelos meios de comunicação de massa, no qual os pobres, os lutadores sociais, os ambientalistas, os movimentos e toda a sorte de pessoas que fazem a crítica ou a luta se transformam numa ameaça à sociedade.

  • As lágrimas de nossos rios

    altSó no norte de Minas se fala na extinção de aproximadamente 1200 rios e riachos. Parece que a gente tem de chorar a última lágrima sobre seus leitos secos. Para alguns a esperança é a última que morre. Para Casaldáliga a esperança não morre jamais.

     

  • Pesadelo em Gaza se intensifica com disputa de interesses

    altSe os EUA decidissem se juntar ao mundo, o impacto seria grande. Israel conta com poucos recursos, após ter adotado políticas que a transformaram de um país altamente admirado em um temido e desprezado, em sua marcha para a deterioração moral e possível destruição final.

  • O Chile de Allende: a greve de outubro de 1972 e a impressionante reação popular

    altNeste sétimo artigo, Jorge Magasich relembra as tentativas patronais de paralisar o país, neutralizadas por grandes mobilizações de trabalhadores dos principais setores produtivos.

     

  • Plebiscito à vista!

    altO resultado já está definido: seis dos onze ministros já votaram contra o financiamento de campanhas por pessoas jurídicas! Vitória? Ainda não. Parlamentares querem mudar a Constituição e tornar legal a prática de empresas financiarem campanhas.

     

  • Licença para matar

    altEspeculações ou não, Israel está levando Gaza a uma situação extrema. É absolutamente inviável a sua recuperação econômica, mesmo a médio prazo. ONGs israelenses informaram que mais da metade dos 1,7 milhão de habitantes não dispõe de água, nem de saneamento básico.

  • “Não vai ter verdade!”

    altNão é o momento da reconciliação. É a hora de deixarmos muito claro que houve tortura no país durante a ditadura e que o atual Estado de Direito continua a violar gravemente os direitos humanos.

  • A tirania financeira

    altEmbora formalmente vinculado à União, o BC – desde sua criação, 1964 – subordina-se por inteiro aos ditames do FMI e à supremacia do dólar, não admitindo operações de câmbio entre a moeda brasileira e outras latino-americanas, apesar de haver acordo que as prevê.

  • O amor que diz só o próprio nome

    altA má-fé sartriana com a qual o filme “Hoje eu quero voltar sozinho” representa a situação existencial das personagens faz não sobrar nada dessa ternura às mulheres.

  • Matrix e a impossibilidade da revolução

    altMatrix só se entende enquanto forma de “anulação espetacular do conflito” (filme da guerra permanente que termina na utopia da paz podre). Acontece que a anulação espetacular do conflito foi agora anulada espetacularmente pelos conflitos reais. Matrix avariou.

  • Plínio de Arruda Sampaio - Mensagem de uma caminhada militante

    altEste pequeno vídeo é uma breve homenagem ao mestre Plínio de Arruda Sampaio. É composto por passagens que gravamos a partir de 2009 e que compõem um pedacinho de sua mensagem.