Edição 920

  • O diabo nas finanças do Vaticano

    altNão sei se o diabo veste Prada e se habita a livraria do cônego, como atestou Eduardo Frieiro. Sei que gosta do cheiro do dinheiro e, agora, parece perder espaço no banco do Vaticano, oficialmente IOR (Instituto para Obras de Religião).

  • Brasil: redefinir a política externa

    altA aspiração ao Conselho de Segurança da ONU tornou-se obsessão. No entanto, as demais potências não vislumbram a necessidade de viabilizar o pleito. Ante o quadro, o Brasil deveria centrar-se a partir de 2015 em iniciativas de alcance regional.

  • Democracia em risco

    altDescrevo fatos que comprovam a tese do crescimento do grau de soberania do Brasil na década de 2000 e em anos recentes, em contraposição ao alto nível de subalternidade conseguido graças às tragédias ocorridas na década de 90.

  • ‘O Poder Judiciário está se submetendo às decisões do Executivo e a repressão tende a aumentar’

    alt"As decisões do poder judiciário têm levado em conta apenas as versões dos fatos alegadas pela polícia”, criticou Daniel Biral, dos Advogados Ativistas, em entrevista ao Correio da Cidadania.

  • Política, manifestações e o pensamento conservador no Brasil (1)

    altNesta primeira parte, Sergio Barcellos analisa as novas dinâmicas da luta social brasileira e como o Estado, a partir de um governo que mantém o rótulo de popular e de esquerda, tem dialogado com elas, sem investir no debate ideológico e jamais deixando de atender as exigências conservadoras.

     

  • Lições de Ângela Davis e Miguel Urbano

    altUma e outro prosseguem comunistas e deixam isso claro na prática revolucionária, nas entrevistas e nos seus escritos. Os dois sabem que a morte virá, é inevitável, mas deixarão legados de esperança e de vida. E de luta contra o capitalismo.

  • Propostas de reforma política

    altEstá sendo difícil até de recolher as poucas assinaturas conseguidas em cada paróquia. Que diferença entre os tempos da Constituinte, quando encaminhamos a Brasília milhares de assinaturas para diversos projetos.

  • Mitos e armadilhas do processo eleitoral

    altQue tal não apoiar e não votar em candidatos vinculados aos grupos empresariais? E só votar, isto sim, em candidatos que se oponham ao sistema político-econômico dominante, mesmo que estes não tenham – no momento – nenhuma chance de vitória?

  • Vivendo e desaprendendo

    altEstranha conclusão, antes tivéssemos “parado” no tempo! O ponto é: precisamos voltar a nos enxergar como uma escola de futebol, no sentido mais estrito da palavra.

  • Depoimentos

    altColaboradores, amigos, admiradores fazem seus depoimentos em homenagem a Plinio de Arruda Sampaio.

  • Homens imprescindíveis

    altNuma época ideologicamente medíocre, quando o sistema político brasileiro dá sinais de sua mais completa falência, é o momento em que perdemos um de nossos homens notáveis: Plínio de Arruda Sampaio.

     

  • Plínio Sampaio, em memória

    altQue destino luminoso o envolvera, até que se impusera à sua frente o caminho do além. Contudo, reporto-me à palavra de Rui Barbosa na câmara ardente de Machado de Assis: "A morte não extingue: transforma; não aniquila: renova; não divorcia: aproxima".

  • 40 anos do martírio de frei Tito

    altComemorar (no sentido de fazer memória) frei Tito é combater o memoricídio, esse empenho das forças conservadoras para impedir que os jovens conheçam a história recente do Brasil.

  • 20 anos de Plano Real e a paternidade por inseminação artificial

    altA dívida pública, que em 94 era RS 65 bilhões, se aproxima de R$ 2,5 trilhões, mesmo que o país já tenha pagado R$ 9 tri. É a continuidade disto que a maioria dos candidatos deseja. Em nome do combate à inflação, se destrói a maioria dos direitos e criminaliza os movimentos sociais.

  • Pernambuco e os conflitos socioambientais

    altO autoritarismo aliado à completa falta de diálogo distanciou a gestão estadual dos movimentos sociais. Foram inúmeras medidas desastrosas adotadas em nome do crescimento econômico, obedecendo a uma mentalidade que tem base na visão ultrapassada do “crescimento a qualquer preço”.

     

  • Chávez, 60 anos

    altSe Fidel foi o grande estrategista de tantas batalhas contra o imperialismo e o colonialismo, em nossa América e também na África e na Ásia, Chávez foi seu exímio marechal de campo na hora da batalha decisiva que afundaria o mais ambicioso projeto do imperialismo: a ALCA.

  • “A política de segurança pública é o pior legado da Copa do Mundo”

    alt“A atual criminalização é uma prova de que a gente caminha a passos largos se não a uma ditadura formal, para uma ditadura na prática". Entrevista com Francisco Carneiro, da Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa (ANCOP).

  • Desenvolvimento: vias em disputa

    altA questão se tornou chave. Deve, portanto, aparecer como um dos pontos centrais na disputa eleitoral. Embaralhado, porque como tudo o mais está envolvido pelos interesses de classe. Estão em disputa, clara ou nebulosamente, várias vias de desenvolvimento.

     

  • Recomeçou o jogo

    altNão vamos esperar o resultado eleitoral para nos mobilizarmos em torno das oportunidades de mostrar diretamente a vontade dos cidadãos sobre a reforma política. Para isto, estão em andamento duas iniciativas que podem receber nosso apoio.

     

  • Encontro de Educação deve abrir novo horizonte para as lutas antimercantis e a escola unitária

    altA formação da consciência na prática e em virtude do adensamento teórico do significado da luta pela educação pública, no contexto de inédita ofensiva do capital sobre a educação, sugere um processo ainda subterrâneo que poderá irromper lutas de novo tipo.

  • O São Francisco já é um rio intermitente

    altO São Francisco continua em extinção. Certamente, voltará a chover, o rio vai recuperar volume, mas as secas serão cada vez maiores e mais constantes. A NASA projetava seria um rio intermitente em 2060. Realizamos a façanha de antecipar mais de 40 anos.

  • Plínio e a ética na política

    altAlguns guerreiros estão nos deixando: Dom Tomás Balduino, Dom Waldyr Calheiros, Rubem Alves e agora Plínio de Arruda Sampaio. Para todos estes – e um punhado de outros – a bandeira da ética na política estava na ordem do dia. Sequer lhes precisava manifestar abertamente a temática.

     

  • Plinio de Arruda Sampaio: Presente! Presente! Presente!

    altDeve-se dizer que Plínio foi um lutador pela paz com justiça social, um homem solidário, um decidido apoiador da luta dos outros povos por sua libertação. Sem dúvida alguma, foi um homem revolucionário!