Edição 919

  • Depoimentos

    altColaboradores, amigos, admiradores fazem seus depoimentos em homenagem a Plinio de Arruda Sampaio.

  • Sobre a decisão do TCU relativa à refinaria de Pasadena

    altA redução das margens de refino no contexto de crise, a não manutenção da autossuficiência no Brasil, a crise do etanol atrelada à defasagem entre o preço ex-refinaria e seu preço competitivo, e a descoberta do pré-sal, não estavam no horizonte do seu processo de aquisição.

  • Declaração de não-voto

    altTodos os motivos que, entre 2002 e 2010, me fizeram ver o PT como uma alternativa aceitável, ainda que sob a ótica do mal menor, deixaram de existir. O governo da senhora Rousseff é mais parecido com o governo FHC do que com o governo Lula.

     

  • Aos que virão depois de nós

    altParticularmente entre os iniciados em um tipo de psicanálise, decide-se que os fatos históricos são meras “versões”, dependendo do ponto de vista ou posição política do narrador. Frauda-se a história para justificar atitudes equivocadas dos justos e bem intencionados.

  • Ariano vilão assassino

    altAriano nunca cedeu ao computador. Nem à máquina de escrever. Preferia tecer à mão os seus belos textos literários. Por isso, foi convidado a participar de um evento no Recife, onde seriam apresentados os avanços da informática e, de quebra, a presumível morte do livro, decretada pelo advento do maravilhoso e-book.

  • Um homem justo

    altA cruz que compõe a trilogia vocação, cruz e missão, para ele, consistia nas contradições e desafios que, no exercício cotidiano da política, tinha que enfrentar para ser coerente com o Evangelho e com suas convicções quanto à justiça, o direito, a ética e outros valores humanos.

  • A indústria bélica brasileira e Israel

    altIsrael é um dos países de onde se origina parte considerável dos recursos investidos na indústria bélica brasileira, tendo controle acionário em pelo menos três empresas no Brasil. A atuação de suas empresas aqui, para além de promover qualquer benefício, responde à lógica de valorização de seu próprio capital.

  • Injustiças de rotina

    altUm estrangeiro chega de fora do país e se depara com as repercussões desproporcionais e individualizadas desses acontecimentos deve ter a impressão de que o assassinato e a prisão injusta de jovens negros e pobres não acontecem diariamente por aqui.

  • Plínio Vive - o legado de um militante

    Todas suas reflexões tiveram um sentido prático: a luta pela ruptura com o capitalismo, a busca do socialismo - “objetivo estratégico global”, expressão que gostava de usar. A maior homenagem que prestaremos a sua memória é seguirmos em busca de seus objetivos, na luta pela transformação social e por um Brasil justo, igualitário, soberano, socialista.

  • Demopolítica israelense e o genocídio de Gaza

    altA desumanização permanente dos palestinos pela mídia ocidental e a indiferença de setores esquerdistas entorpecidos por um eurocentrismo empedernido, para a “sorte” dos povos asiáticos, africanos e europeus orientais, são as principais armas israelenses.

  • Gaza: o genocídio e suas (não) razões

    alt“Um dos hierarcas da ditadura genocida na Argentina, general Ibérico Saint Jean, disse que ‘primeiro vamos matar todos os subversivos, depois os seus colaborares; depois os indiferentes e por último os tímidos’. Invertemos e começamos pelos civis”.

  • ‘Sempre que houver a menor ameaça de mobilização social, teremos suspensão de direitos básicos’

    altAlém da análise da atual dinâmica da movimentação social, Pablo Ortellado joga o olhar para os próximos tempos, em sua visão acossados por uma sombria experiência de suspensão de direitos civis básicos, vivida durante a Copa.

  • Mentiras eleitorais

    altUm grande aumento do PIB pode não acarretar aumento algum do bem-estar social, que deve ser o objetivo principal de qualquer governo. Então, as manchetes deveriam estar mais preocupadas com a melhoria do bem-estar social e, não, com o aumento do PIB.

     

  • Setor elétrico: crise recorrente

    altO setor precisa de urgentes mudanças estruturais. Lamentavelmente, os candidatos presidenciais dos grandes partidos não nos oferecem qualquer perspectiva da necessária transformação. Além do anunciado “realinhamento das tarifas”, qual o plano, senhores?

  • Da convergência programática à eleição prévia do programa neoliberal

    altOs tênues limites existentes entre democracia e ditadura ficam expostos quando se coloca em questão o programa oficial dos grandes negócios, os megaprojetos do capital e os megaeventos esportivos.

  • O teatro midiático e político na perseguição a ativistas

    altOs protestos que tomaram o país desde junho de 2013 são o alvo. O direito ao protesto em si, à indignação e à insatisfação. Há um circo montado que vai além das fronteiras do Rio de Janeiro, de interesse das diferentes esperas de poder e governo. E da mídia.

  • Classes e luta de classes: perspectivas

    altAs jornadas de junho, assim como a sequência de greves, mobilizações de trabalhadores sem-terra e sem-teto e manifestações de outros setores expressam a emergência da luta das novas gerações. Após mais de 25 anos de descenso, a luta de classes retomou sua ascensão.

  • "Provas Robustas", Sininho e Herzog

    altDe policiais no seu ímpeto de atender a demandas políticas, à Justiça, não menos contaminada, muitos cometeram equívocos que mais tarde se traduziram em outros crimes. Ainda mais bárbaros do que aqueles aos quais tentam imputar aos presos.

  • Plínio, o bom combate

    altA ele se aplicam as palavras do apóstolo Paulo em carta a seu companheiro Timóteo: “Chegou o tempo de minha partida. Combati o bom combate, terminei a minha carreira, guardei a fé. Desde já me está reservada a coroa da justiça, que me dará o Senhor” (2 Tim. 4, 6-8).

  • Democracia e direitos fundamentais – contra a criminalização dos movimentos sociais

    altFalar da violência e arbitrariedade das polícias já é voz constante e precisa se manter. Interessa também discutir o papel dos responsáveis pela criação, discussão e promulgação de leis penais, e o papel do Judiciário e do MP nesse “projeto”.

  • Mais respeito à democracia

    altPerplexidade e mal-estar em ver que conceitos fascistas foram assimilados em pleno Estado de Direito. Juízes decidem por presunções e contaminam suas decisões por premissas “morais” e preconceituosas; a hipótese substitui os fatos e impede a ampla defesa.

  • Israel invade Gaza para alterar e dominar o cenário geoestratégico do Oriente Médio

    altDerrubar a estrutura militar do Hamas foi uma maneira de apresentar aos EUA e EU o novo cenário geoestratégico do Oriente Médio, onde Israel é a potência nuclear e militar. É a moderna prospecção política, econômica e, sobretudo, geoestratégica do “Grande Israel”.