Edição 916

  • ‘Já passou da hora de a MINUSTAH sair do Haiti’

    Pela primeira vez, o Brasil chefia uma ocupação militar em país estrangeiro, que acaba de completar 10 anos. Para falar da intervenção no Haiti, entrevistamos o historiador e jornalista Thalles Gomes, que comenta o que viu enquanto foi correspondente do jornal Brasil de Fato.

  • O alívio do clone

    altO decreto 8.243/14 não enfraquece burgueses e reacionários. Quer apenas colocar ordem na casa, ordem na contestação ao sistema capitalista, ao contrário da repressão pura e simples das manifestações populares.

  • “Habemus Gabiru!”

    altIndependente do resultado, pensei de homenagear a copa do mundo, com a crônica que escrevi anos atrás, quando o Internacional, de Porto Alegre, ficou campeão mundial. Daquela vez, o desconhecido jogador Gabiru fez o gol da vitória. Segue a crônica.

  • O “jeito petista” de ser ditador

    altNão foi Marconi que comprou a greve dos Trabalhadores da Educação do Município de Goiânia, mas foi o sistema capitalista neoliberal (com seus partidos políticos) que comprou o PT. Essa é a verdade!

  • Classes e luta de classes: desafios atuais

    altNa prática, o que está no centro da disputa, para a burguesia, é evitar qualquer reforma democratizante. Ela se reaglutinou em torno de seus representantes neoliberais.

  • Manifestos populares, o ‘inimigo interno’ da vez

    altCada vez fica mais claro que o conceito de inimigo interno, criação da época da guerra fria e totalmente incorporado na lei de segurança nacional da ditadura, está cada vez mais em voga no cenário nacional.

  • PM prendeu arbitrariamente, filmou participantes e provocou o tempo todo

    altApesar de ser apenas um debate, no meio da praça Roosevelt, a Polícia Militar enviou centenas de policiais do Choque e cavalaria, prendeu arbitrariamente e provocou o tempo todo os presentes.

  • ‘Nosso objetivo é começar a tirar blindagem do grande capital’

    altEntrevista com Guilherme Boulos, dirigente do MTST.

  • Promessas: imagina na campanha eleitoral!

    altBasta um mínimo de seriedade e honestidade para comprovar como o governo de Pernambuco não difere administrativamente em nada de outros estados do país e do governo federal.

     

  • Síria: hesitação norte-americana

    A possibilidade de a movimentação integrista logo ultrapassar as fronteiras da Síria e do Iraque preocupa bastante os EUA, de modo que a Casa Branca dedica-se a organizar extensos exercícios militares com a Jordânia, fiel aliada.

  • As posições revisionistas (oportunistas) do marxismo no Brasil de hoje

    altTenta-se apresentar os atuais governantes como continuadores das grandiosas lutas do passado, como herdeiros dos líderes revolucionários do passado, como paladinos de ideias progressistas. Torna-se conveniente disfarçar-se de marxistas.

  • Poderes constituídos resguardam repressão estatal contra liberdade de protestar

    altEm SP, todas as instituições (Polícia, Ministério Público e Judiciário), que deveriam primar pelo Estado Democrático de Direito, estão alinhadas para resguardar o aparelho repressivo do Estado em detrimento da liberdade de Manifestação.

  • Na debacle do Iraque, os curdos vêm sua chance

    altTodos os fatores – a tomada de Kirkuk e territórios disputados, os novos problemas financeiros e a debacle do Iraque frente ao ISIL – somaram-se para reacender os sonhos de autonomia total dos curdos.

  • A fera está solta

    altO brasileiro conquistou direitos pessoais nessa última década. Mas cadê os direitos sociais? A saúde e a educação de qualidade, o saneamento, a segurança?

  • Os fascistas

    altOs idealistas neo-hegelianos se dizem revoltados com o fascismo, embora não hesitem em apoiar o governo petista e de comunistas de logotipo que fazem aliança com os fascistas para garantir a administração cordata do capitalismo.

     

  • Cessão do Pré-Sal, incongruências e Piketty

    altO fato de ficar só a Petrobras nas quatro áreas significa também que o petróleo produzido irá para onde o Estado brasileiro definir. Todas as argumentações contrárias buscavam defender os interesses das empresas estrangeiras.

  • Ilusão governista é caso de terapia

    altO happening partidário que mistura coligações mais extravagantes nos níveis estaduais e nacional tem data certa para se acomodar, quando ficar evidenciado qual opção será premiada com o gerenciamento do sistema.