Edição 914

  • ‘Só a luta muda a vida e o povo está se apropriando cada vez mais dessa concepção’

    altCompleta-se um ano do estouro das grandes manifestações de junho de 2013, impulsionadas pela brutal repressão policial aos atos pela tarifa zero em São Paulo, e o Correio da Cidadania volta a conversar com o Movimento Passe Livre.

  • O escravo da Casa Grande e o desprezo pela esquerda

    altMesmo o governo dando tanto à burguesia monopolista e tão pouco aos trabalhadores, a burguesia sempre vai jogar com várias alternativas, e, na época das eleições, vai ameaçar, chantagear e negociar melhores condições para dar sua sustentação.

  • Classes e luta de classes: projetos em curso

    altNa verdade, o coronel Boggo procura recuperar as ideias elitistas, racistas e nazistas contidas num fantasmagórico livro chamado Mein Kampf. Ao acusar o PT de fundar um Reich, ele apenas utilizou a velha tática do ladrão que procura desviar a atenção dos perseguidores.

  • Sócrates e o Militante Governista

    altS: “Deixe-me entender: apoias a Copa porque quem está contra é contra o governo e por isso é coxinha. E ao mesmo tempo afirmas que quem está dentro do estádio também é coxinha, porque xinga o governo”. MG: “Sim”.

  • Sinfonia de corpos

    altNa festa do Corpo de Cristo, deixarei o meu flutuar em alturas abissais. Acariciarei uma por uma de minhas rugas, desvelarei histórias em meus cabelos brancos, apreenderei, na ponta dos dedos, meu perfil interior.

  • Uma Copa que não respeita os direitos civis básicos

    altO movimento que protesta contra a Copa fez uma porção de erros estratégicos e não conseguiu organizar a insatisfação. Mas nada, absolutamente nada, justifica o que está acontecendo e a conivência das nossas instituições.

  • Manifestação policial ‘pacífica’ e estática: é jogo do Brasil

    altPassados aqueles minúsculos segundos em que a vista ajusta o foco, vejo que hoje os ativistas usam fardas e portam armas, ao menos 200 policiais militares. A maioria sentada à espera do inimigo que não veio.

  • Dodjo, dêxe dessa: Os ‘babas’ sergipanos também interessam à CBF?

    altChamar Diego Costa de oportunista por optar jogar pelo país que o acolheu há anos não passa de uma expressão moralista e extremamente retrógrada. A CBF e Scolari utilizaram isso para proteger a própria imagem.

  • Santos precisa prosseguir o diálogo e aprofundar a democracia

    altO presidente Santos é oriundo de um setor historicamente ligado à concentração do poder. Contudo, na conjuntura, tem a grande chance de promover mudanças.

  • Por um povo mais expressivo

    altO decreto n.º 8.243/14 em nada altera o dever de o Executivo respeitar o princípio da legalidade e, consequentemente, as competências do Congresso, ao editar normas ou adotar medidas de execução.

  • Um novo fantasma assusta o Oriente Médio

    altEnquanto o objetivo dos outros grupos rebeldes é apenas mudar o regime sírio, o ISIL pretende criar um califado sunita, abrangendo Iraque, Síria e Líbano.

  • Carta aberta aos juízes: o preço de um despejo sem alternativa digna

    altVirou lugar comum juízes apressadamente concederem liminares de reintegração de posse sobre ocupações coletivas urbanas ou do campo. Simplesmente a regra é “reintegre-se ficando autorizado o uso da força policial”.

     

  • Pão, Terra e Liberdade

    altCabe aos marxistas tentar avançar, acumular forças no sentido leninista. Para isso é necessário participação de milhões de trabalhadores e trabalhadoras no Brasil, no mundo e uma palavra de ordem como fez a Aliança Nacional Libertadora, dirigida pelo Partido Comunista do Brasil (PCB), em 1935: Pão, Terra e Liberdade.

  • A direita já foi mais inteligente

    altHomens como Paulo Francis, Gustavo Corção e outros da direita eram rançosos como os atuais, com a diferença que eram eruditos e inteligentes. Geralmente lidavam com argumentos elaborados para defender a causa dos poderosos. Nelson Rodrigues, então, era um luxo, talento reconhecido até pela esquerda mais esclarecida.

     

  • ‘Estamos na iminência de uma tragédia no metrô de São Paulo’

    altA reunião dos metroviários, realizada no dia 12, terminou em pancadaria e nova repressão da PM paulista. O Correio da Cidadania entrevistou Paulo Pasin, presidente da Federação Nacional dos Metroviários.