Edição 912

  • Próximo ao Itaquerão, Jardim Helian encara uma Copa sem legado social

    altUma das comunidades de Itaquera, o Jardim Helian vê de perto o processo político e social trazido ao bairro por conta da Copa do Mundo. Entrevista com Rodrigo Reis, líder da Associação de Moradores do Jardim Helian.

  • ‘A universidade é uma porta trancada por dentro’; como destrancar?

    altEntrevista com o Diretório Central de Estudantes da Universidade de Santa Maria, sobre a polêmica decisão de acabar com o vestibular na Universidade.

  • Edward Snowden, o criminoso mais procurado do mundo

    altNos últimos meses, recebemos aulas instrutivas sobre a natureza do poder do Estado e as forças que impulsionam a sua política. Transparência plena para a população, mas nenhuma para os poderes, que devem se defender desse horrível inimigo interno.

     

  • Renasce o fascismo

    altO fascismo nega a luta de classes, mas atua como braço armado da elite. Prova disso foi o golpe militar de 1964 no Brasil. Ao votar este ano, reflita se por acaso você estará plantando uma semente do fascismo ou colaborando para extirpá-la...

  • Disputa por legado da copa vai além das eleições

    altIndependente de quem ganhar o pleito de 5 de outubro, o que importa para os setores mais combativos da esquerda é manter e ampliar os caminhos alternativos para a construção de uma outra sociedade – mais democrática, mais justa e mais igualitária.

  • Em apoio aos Trabalhadores da Educação

    altManifesto total apoio aos Trabalhadores da Rede Municipal de Ensino de Goiânia: servidores administrativos, auxiliares de atividades educativas e docentes. Todos e todas que lutam por uma Educação Pública de qualidade devem fazer o mesmo.

  • Manifestações nas ruas, as eleições em 2014 e a política do Bem versus Mal

    altA visão e o estímulo a uma leitura da realidade de forma dual e maniqueísta, entre esquerda e direita no atual estágio do capitalismo, parecem estimular uma cultura política rasa e estática na compreensão da realidade em relação às manifestações ou à eleição presidencial.

  • O López venezuelano e o López porto-riquenho: um contraste esclarecedor

    altSe Leopoldo López fizesse nos Estados Unidos o que fez em seu país seria encarcerado pelo resto da vida, em prisão de segurança máxima. É exatamente o que ocorreu a outro López, Oscar López Rivera, patriota da independência porto-riquenha.

  • Junho de 2013 segue em disputa

    altO documentário Junho trouxe ao público uma narrativa sobre a luta contra o aumento de tarifas. Analisando as falas, o debate posterior, a imprensa e, principalmente, o teor das campanhas eleitorais percebe-se que a autoria dos protestos ainda está sendo reivindicada.

  • Para sobreviver, sair do dólar

    altHaverá reunião em julho, em Fortaleza, na qual se espera que os chefes de Estado dos BRICS formalizem a criação de Banco de Desenvolvimento e assinem Acordo Contingente de Reservas.

  • Neoliberalismo e o retrocesso à barbárie

    altComo o sujeito pode dizer que um governo que faz a fortuna da elite financeira, promovendo precarização das relações trabalhistas, uma política extorsiva de juros e seguidos perdões de dívidas do setor privado, pode atrapalhar alguma coisa que diga respeito à iniciativa privada?

  • Ronaldinho, Joaninha e a Ingratidão

    altRonaldo e Joana Havelange, talvez não saibam, mas tratar a população indignada como massa de manobra eleitoral só serve para potencializar a revolta. Não cai bem os grandes vencedores do atual processo tratarem as pessoas como imbecis.

  • Contra o pensamento binário

    altJunho chegou. Há um ano, o Brasil fervia e sacudia os incautos. Agora, às vésperas da Copa do Mundo e das eleições de outubro, um ponto em particular chama a atenção.

  • Classes e luta de classes: transição transada

    altAs Forças Armadas escaparam de se tornar uma instituição totalmente desmoralizada porque grande parte de sua oficialidade, mesmo sendo politicamente conservadora, se convenceu da necessidade de enquadrar os “duros” e realizar uma retirada estratégica de “retorno aos quartéis”. Portanto, elas só se tornaram uma instituição prestigiada pela população após 1985.

     

  • Eleições no Egito: derrota da democracia, vitória de Israel

    altAs “eleições” de 26 e 27 de maio de 2014 foram dirigidas para garantir a vitória do ditador de facto marechal al-Sissi, em nome da manutenção do Tratado de paz, que é a fiadora da ajuda financeira-militar dos EUA.

  • Os movimentos sociais e a perspectiva da “Revolta da Copa”

    altTudo indica que para os movimentos sociais a indignação é o sentimento preponderante e as ações coletivas na Copa podem ser unificadas em diversas bandeiras de luta.

  • Ler é um perigo

    altO resultado para um leitor desatento? Ele passa a pensar com a cabeça daqueles que ganham horrores, hoje com a Copa, ontem e amanhã com licitações fraudulentas. Nada como um discurso fácil, curto, que dispensa trabalhosas reflexões.

  • ‘Automobilização sindical e movimentos urbanos fortalecem ativismo social’

    altVoltamos a junho, que novamente ficará para a história, um ano após as manifestações que chacoalharam um país agora às portas da 20ª Copa do Mundo de futebol. O Correio entrevistou o sociólogo do trabalho Ruy Braga.