Edição 910

  • ‘Nós, do sindicato dos rodoviários, tentamos negociar, mas tem hora que não dá pra segurar’

    altSe no ano passado foi o MPL e toda a onda popular contra o reajuste de 20 centavos na tarifa que roubaram a cena, desta vez foram os trabalhadores do setor. O Correio entrevistou Marco Antônio Coutinho, do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus.

  • Apertem os cintos, o piloto sumiu!

    altComo efeito do percurso histórico iniciado em junho do ano passado, que está atrelado, ele próprio, a experiências históricas, aí estão os trabalhadores nas ruas, sem líderes, superando, em concreto, a forma jurídica.

  • Greves no Brasil: o despertar de um novo ciclo de lutas?

    altO que chama a atenção em muitos dos movimentos grevistas recentes é que eles se fazem à margem das, e muitas vezes contra as direções sindicais. Só o passar do tempo poderá confirmar se estamos diante de um novo ciclo de crescimento das lutas organizadas da classe trabalhadora no Brasil.

  • Por um transporte coletivo humanizado

    altOs políticos e os governantes - durante o exercício do mandato - deveriam ser obrigados a usar o transporte coletivo. Tenho certeza que a situação mudaria em pouco tempo.

  • Quem tem medo da Virada Cultural?

    altNuma cidade tão segregada e guetificada, a Virada é sinônimo de encontro. Fico me perguntando: a que serve uma leitura da Virada focada apenas na violência?

     

  • Como nascem os preconceitos

    altQuanto mais são derrubadas barreiras entre classes, hierarquias, pessoas de cor de pele diferente, mais os privilegiados se empenham em busca de possíveis justificativas para provar que, entre humanos, uns são naturalmente mais aptos que outros.

  • A paz e o peculiar momento eleitoral colombiano

    altAs contradições entre Santos, o atual presidente colombiano, e Zuluaga, o candidato do ex-presidente Uribe, tem a ver com rivalidades sobre a cota de ganhos sobre os grandes negócios entre o Estado e o capital privado. A necessidade de uma reformulação do regime político, da estratégia econômica, torna-se fundamental.

  • Desafios

    altO momento atual reflete em boa medida o vazio. As contestações aos partidos e sindicatos, observadas nas jornadas de junho do ano passado, são um exemplo desse fenômeno.

  • O Chile de Allende: uma tentativa de política internacional independente

    altNeste sexto artigo da série sobre o Chile, o autor Jorge Magasich destaca, entre outros, que no presente prossegue sendo necessário que o Chile, ao lado de outros governos latino-americanos, lute por um sistema regional sem os Estados Unidos.

     

  • Por quem os sinos dobram?

    altEstes empedernidos defensores da Petrobras como empresa que visa o máximo lucro nunca reclamaram da política pública de compras locais, que resulta na compra de plataformas, no mínimo, 15% mais caras que aquelas produzidas em Cingapura

  • Risco de retrocesso na Venezuela

    altAs forças de direita fazem de tudo para agravar a situação e evitar soluções. Não desejam a democracia, simplesmente querem o poder e a volta de seus benefícios. A fórmula aconteceu na época de Allende.

  • ‘O brasileiro percebeu quais são seus direitos; o medo deixou de existir’

    altO país se aproxima da Copa e as mobilizações populares parecem aquecer-se ainda mais. Para Jussara Basso, coordenadora do MTST, os protestos vão continuar, pois muitas pessoas teriam perdido o medo.

  • Energia nuclear e os pré-candidatos presidenciais

    altO que predomina nas três principais pré-candidaturas é a visão de associar desenvolvimento a aumento de consumo, consequentemente, à produção sempre crescente, necessitando mais matéria prima e energia.

  • Israel e o apartheid

    altQuando John Kerry afirmou que, sem a aprovação da “solução dos dois Estados”, Israel poderia se tornar um país de apartheid, o mundo caiu. Kerry só repetiu o que várias importantes personalidades israelenses já afirmaram como sendo uma possibilidade real.

  • China, EUA e Brasil

    altNa China, os investimentos diretos estrangeiros são submetidos a regras rigorosamente aplicada - em condições diametralmente opostas às que prevalecem no Brasil, especialmente a partir de 1954/1955.

  • Medicina e saúde no Brasil: guilhotinas e decapitações

    altTudo o que a pátria amada produz é dividido atualmente da seguinte forma: cinquenta por cento do PIB é para pagar os gordos banqueiros e as gordíssimas multinacionais. Para a saúde (saúde?) sobram miseráveis 4%.

  • Classes e luta de classes: classe trabalhadora e ditadura

    altO governo colocou toda a sua máquina estatal e paraestatal para impedir o sucesso das greves. O próprio Golbery atuava diretamente sobre os empresários para impedi-los de negociar com os grevistas.