Edição 908

  • O retorno da geopolítica

    altEm tempos como os atuais, nos quais a devastação capitalista do meio ambiente chegou a níveis desconhecidos na história, uma reflexão sistemática sobre a geopolítica do imperialismo é mais urgente e necessária do que nunca.

  • Mosquitos transgênicos de Juazeiro

    altSeria preciso muito mais cuidado e ampliação do leque de informações, da situação como um todo, para que a CNTBIO decidisse pela soltura de mosquitos transgênicos do Aedes Aegypti, como forma de combate à dengue, aqui na cidade de Juazeiro da Bahia.

  • Os 100 dias de Juan Orlando Hernández e a crescente militarização de Honduras

    altPobreza, criminalidade e corrupção permanecem sendo os principais problemas do país centro-americano.

  • Dom Tomás vive entre nós!

    altMesmo não tendo participado do Concílio Ecumênico Vaticano II, Tomás foi pioneiro na aplicação e na vivência de seus ensinamentos, que desencadearam, no mundo inteiro, um movimento de volta às fontes e de profunda renovação da Igreja.

  • Dom Tomás, bispo dos excluídos

    altO corpo de Dom Tomás está enterrado na catedral de Goiás. E seu exemplo de vida perdura na memória de todos que conheceram um homem fiel à proposta do Evangelho de Jesus

  • Depois de Odessa

    altDepois de Odessa, não é mais possível dizer que são o Bem e o Mal que estão em luta. Good guys não queimam pessoas. Depois de Odessa, o governo de Kiev, e a Europa e os EUA, perderam moral e vão ter de parar de demonizar Putin e entrar em acordo com ele.

  • Por que Paulo Malhães foi o Herói da Direita brasileira?

    altMalhães pode ter morrido - sem nunca ter sido julgado por seus crimes -, mas os Amarildos, Cláudias e Douglas de ontem, de hoje e de amanhã revelam o quanto ele fez escola.

  • Juros: taxa efetiva e taxa SELIC

    altSe os brasileiros têm alguma esperança de o país organizar-se, precisam avaliar o que significa a dívida pública e seus juros e amortizações. Se o fizerem, perceberão a ação devastadora do “serviço da dívida”, um dos principais instrumentos da brutal extorsão que o país sofre.

  • Assédio e trabalho

    altExigindo-se prova e, notadamente, a testemunhal, a comprovação é praticamente inviabilizada, notadamente em razão de as testemunhas pertencerem ao quadro funcional.

  • D. Tomás, só um fato

    altEm memória de Ibiapina, de Pe. Cícero, de tantos precursores, talvez em honra de D. Tomás, mas principalmente em nome daqueles aos quais esses homens dedicaram suas vidas – índios, negros libertos, pobres do sertão, sem terra etc. –, está na hora de a CNBB dar um novo grito profético em favor desses despossuídos da terra em pleno século XXI

  • A mitologia do livre-comércio e seus apologetas tupiniquins

    altApós o fracasso que o NAFTA representou para o México, considerar favoráveis aos países mais pobres acordos bilaterais de livre-comércio com as grandes potências é mais do que uma falácia.

  • ‘É fundamental um programa de país que aponte para além das eleições’

    altO Brasil se aproxima da Copa e também das eleições. É para avaliar este contexto que o Correio conversou com o historiador Mário Maestri, para quem a queda de apoio ao governo tem resultado em mais exigências do capital, “além do já muito que recebe, para manter seu apoio”.

  • O “mau cheiro” da Friboi

    altPor que, enquanto a Friboi não mudar de lugar, os donos da empresa – que integra uma grande multinacional, a JBS S. A. – não são obrigados, pelo poder público municipal, a instalar os equipamentos técnicos necessários para evitar que o mau cheiro e o fedor se espalhem nos bairros da redondeza?

  • Amarildo e Douglas

    altAmarildo e Douglas são mortos insepultos. Seus sacrifícios clamam por um Estado que efetivamente reduza a desigualdade social, construa mais escolas que prisões, incuta nos policiais o sagrado respeito aos direitos humanos, e puna com rigor bandidos de colarinho branco e assassinos fardados.

     

  • Brave New México

    altO México participa das cadeias produtivas globais como país montador e maquilador. O que significa dizer que sua cadeia produtiva nacional não está de fato integrada às cadeias produtivas globais. O Brasil corre o risco de se transformar num Brave New México.

  • Classes e luta de classes: burguesia e ditadura

    altO grupo militar que assumiu o governo em 1974, com Geisel à frente, tinha consciência de que a crise econômica não poderia ser superada apenas com a mão de ferro ditatorial. Sua “distensão” visava, então, fazer com que a burguesia participasse das decisões para superar a crise econômica.

  • Nestas eleições, o grande perdedor será o Iraque

    altEm 2010, Maliki se apresentava como uma pomba da paz, defendendo a união de todos os iraquianos. Nestas eleições, ele foi um falcão, em luta contra o extremismo sunita.