Edição 907

  • ‘Não aceitaremos arrocho de salário e de verba para atividades de ensino, pesquisa e extensão na USP’

    altAlém de refutar ideias de flexibilização de contratos trabalhistas e corte de investimentos na USP, Chico Miraglia, em entrevista ao Correio, destaca a possibilidade de o estado de SP adotar a Lei de Diretrizes Orçamentárias, vigente no resto do país, mas de implantação evitada pelos governos tucanos.

  • Energia a que preço?

    altO governo, infelizmente, cede à chantagem dos especuladores. As empresas privadas e as administradas por governos tucanos, além de colocarem R$ 21 bilhões no bolso, estão esvaziando os lagos para forçarem aumentos nas contas de luz e, de quebra, gerar um grande desgaste político eleitoral ao Executivo Federal.

     

  • A força do capital no Dia do Trabalhador

    altFelizmente, em muitas cidades importantes, trabalhadores comprometidos com sua classe também resistem aos ataques da burguesia, promovendo atividades que visem recordar nossa história e despertar o sendo crítico dos trabalhadores.

  • Lamentável engano

    altAlguns aprendizes de udenismo não devem ter conhecimento dos grandes golpes contra o erário nos governos da ditadura. Gostam de se enganar apenas porque o principal pretexto alardeado para o golpe era o combate à corrupção.

  • Eleições na África do Sul: o que está em disputa?

    altÉ difícil não crer que o CNA vença. Parece não haver muita água para rolar até o dia 7 de maio, dia em que ocorrerão as eleições.

  • Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB)

    altEm nível nacional, a proposta é que, durante 20 anos, se invista cerca de 420 bilhões de reais em saneamento. Claro que essa fábula de dinheiro despertou o interesse das empresas privadas e, mais uma vez, a vontade de privatizar esses serviços.

  • A União Europeia e o fim do MERCOSUL

    altApesar de todos os seus êxitos, o Mercosul é criticado diariamente pela mídia, que logrou construir, em amplos setores da opinião pública, uma imagem negativado Mercosul como sendo um acordo e uma organização fracassada e “inconveniente” para o Brasil.

     

  • Congregações da Unicamp propõem revogação de título concedido ao coronel Jarbas Passarinho

    altO Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, o Instituto de Arte e a Faculdade de Educação aprovaram uma Moção que solicita ao Conselho Universitário a revogação do título de Doutor Honoris Causa ao então Ministro da Educação e Cultura do governo Médici.

  • Triste notícia

    altLamento ser o portador de uma péssima notícia, mas a grande maioria de nós vive em um mundo virtual, um Matrix. Conseguem nos manipular, à medida que as informações que chegam à nossa percepção não são imparciais. Para diversas questões, querem que optemos por uma conclusão.

  • Classes e luta de classes: redenção ditatorial ou a história como farsa

    altAs gerações atuais ainda não conseguiram superar a enorme mancha, que cobre quase todo o território nacional, incrustrada principalmente nas periferias urbanas, de milhões de pobres e miseráveis excluídos do mercado de trabalho, e sem condições de moradia, transportes, saneamento, saúde e educação.

  • Por que a direita brasileira ainda chora pela ‘Revolução Redentora’ de 1964?

    altO artigo do “filósofo” neoliberal Denis Rosenfield (“Anistia sim”) achincalha não apenas a construção de uma memória sobre o Golpe Militar de 1964 (ao qual ele se refere como “contragolpe”), como tenta defender a manutenção irrestrita da falta de punição aos agentes da Ditadura.

  • A propósito do livro de Leonardo Padura, O homem que amava os cachorros – Parte 2

    altNesta segunda parte do artigo de Angela M. de Almeida, em prosseguimento ao comentário sobre o livro de Leonardo Padura “O homem que amava os cachorros”, são expostos os fatos conhecidos sobre os principais participantes do assassinato de Trotsky.

  • A volta de Dan Mitrione

    altRecebido na pista do aeroporto por representantes do Ministério da Justiça, da PF, da ABIN, da CBF, da embaixada dos EUA e pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, ele manifestou alegria de voltar ao país, agora com a missão de treinar nossos policiais para a Copa e as Olimpíadas.

  • Palestinos se unem para virar o jogo

    altDe repente, os ventos mudaram: em vez de se deixar levar pelos manejos da Casa Branca, Abbas se voltou para os dirigentes do Hamas, até então totalmente excluídos das negociações de paz. E os dois movimentos fizeram as pazes.

  • ‘O déficit habitacional no Rio é gritante; vai provocar mais lutas e mobilizações’

    alt“Eu participei da reintegração do Pinheirinho e essa foi muito parecida em termos de violência, brutalidade e truculência policial. Um negócio impressionante”, disse o assistente social Guilherme Simões, em entrevista ao Correio.