Edição 906

  • O Parlamento, a Corte Suprema e a Controladoria contra a Allende: o conflito institucional

    altOs donos de empresas em processo de intervenção são   "avisados" por funcionários da Controladoria antes da publicação do decreto e pedem medidas cautelares. Em 60 casos, o juiz dá-lhes razão por antecipação (uma aberração jurídica).

     

  • ‘A maioria das pessoas já é a favor da revisão da lei de Anistia’

    altNa conversa com o Correio, Pedro Freitas, do Levante Popular da Juventude, ressalta a importância de articulações em favor da preservação da memória, uma vez que em sua opinião nossa democracia carrega vestígios do regime de exceção.

  • Copa, Crise e Violência: é preciso outro projeto de país

    A menos de 60 dias da abertura  da Copa do Mundo do Brasil, o país vive situação peculiar, quase espantosa. O ufanismo e euforia popular, que poderiam ser vislumbrados com um tal acontecimento há alguns anos, não dão o menor sinal de vida. Também inusitada é a violência com que a população está enfrentando as mazelas de um modelo de segregação social interminável.

     

     

     

  • Entre o discurso e a mentira

    altNada de ética. Nada de respeitar a soberania do Brasil e da Alemanha. Suas chefes de Estado devem ser espionadas. Porém, ninguém deveria saber, pois cabe aos EUA passar ao mundo a falsa imagem de um país democrático, respeitoso às liberdades civis.

  • Internet legal

    altAprovação do Marco Civil da Internet foi uma vitória da democracia, mas brechas abertas no texto por pressão de poderosas empresas podem comprometer objetivos iniciais.

  • Temos Marco Civil, mas a luta pela liberdade na rede continua

    altA unidade em torno do Marco Civil, construída pacientemente, foi possível a partir da compreensão de que a neutralidade da rede é uma batalha internacional, que coloca em campos opostos o interesse público e o interesse privado.

  • A cheia do Madeira e a precificação do desastre

    altAssim caminha a fronteira elétrica na Amazônia e prossegue a construção social dos rios amazônicos como recursos energéticos, conversão feita de modo “sustentável” – depois, é claro, de atestada a irreversibilidade dos investimentos chamados estruturadores.

  • O escândalo do licenciamento ambiental das hidrelétricas no rio Tapajós – Parte 2

    altO relatório dos munduruku é dramático e mostra o quanto as aldeias estavam desassistidas, abandonadas com relação à saúde. Para as lideranças tudo isso seria um sinal de que o governo não liga para o sofrimento dos indígenas.

  • Finanças e (sub)desenvolvimento

    altDiferentemente da facilidade, por decreto, com que se podem arrumar as finanças, precisam-se de decênios e muita qualidade estratégica para reparar os estragos na economia real decorrentes da depressão econômica.

  • Gabo em Havana

    altNunca entendi por que os fantasmas da madrugada pretenderam nos manter despertos e juntos... Gabo poderia ter aproveitado o estranho episódio para um de seus primorosos contos.

     

  • Classes e luta de classes: os dilemas da ditadura

    altO coronel Boggo, antes de escrever sobre os 10 anos de “desconstrução” do Brasil pelo PT, poderia ter descrito o Brasil que a ditadura militar e o neoliberalismo devastaram, para simples efeito comparativo.

     

  • Chamado para a paz

    altHoje, a administração Obama gasta anualmente pelo menos 5 milhões de dólares com o apoio a movimentos oposicionistas na Venezuela. Um pedido de 15 milhões adicionais para essas organizações de opositores está agora no Congresso. O Congresso decide também de que forma irá impor sanções à Venezuela.

  • “A ditadura modernizou o campo”: uma tese ridícula

    altO regime abriu a porteira, como nunca, para um processo gigantesco de grilagem de terras. Foi ao seu tempo, quando a desregulação e omissão atingiram níveis criminosos, que figuras do baronato fundiário se apossaram de terras que alcançavam a extensão de alguns países da Europa.

  • ‘Eleição está marcada por um centrão de posições’

    alt“O cenário está muito nebuloso, até porque essas pré-candidaturas mais visíveis e fortes não têm ainda um perfil claro. Não há uma nitidez de projetos, uma clareza quanto à visão do processo brasileiro, de passado, futuro, nossos gargalos...”, disse o deputado federal do PSOL Chico Alencar, em entrevista ao Correio da Cidadania.