Edição 905

  • A credibilidade da Chesf

    altO que acontece com o grupo Eletrobrás, incluindo a CHESF, revela o mesmo “modus operandi” adotado pelos governos para a privatização de outras estatais. O desgaste, a perda de credibilidade e o sucateamento integram o roteiro.

  • Petrobras: amputem a necrose e salvem a parte sadia

    altTudo leva a crer que bandas podres de partidos requisitaram áreas da empresa aos seus prepostos, funcionários de carreira, para, na posição de administradores dela, arrecadarem caixa 2, além da taxa de passagem dos corruptos.

  • Bradley Manning nos deu a verdade

    altNessa semana o vimos de novo. Acusado de 21 crimes diferentes ele foi condenado a 136 anos de prisão. Seus crimes se resumem num só: ele revelou a verdade sobre a guerra

  • Congresso norte-americano sabota, mas acordo nuclear avança

    altA reação de Teerã ao veto norte-americano ao seu embaixador foi irritada. Pode piorar bastante o clima que existe nas negociações entre os dois países. Claro, Obama tem condições de resolver o problema: ele tem poderes para vetar a ação mal intencionada dos congressistas.

  • A propósito do livro de Leonardo Padura, O homem que amava os cachorros – Parte 1

    altNeste artigo dividido em duas partes, a historiadora Angela Mendes de Almeida comenta a narrativa do livro recém-lançado e recupera fatos históricos que culminaram no assassinato de Trotsky.

  • Eleições, Programa e Método

    altRender-se ao pragmatismo para vencer as eleições e conquistar “avanços possíveis dentro das regras”, ou então conservar a firmeza de princípios, mas sem conseguir concretizá-los, não podem ser as únicas opções de atuação política.

  • As modernas tecnologias do campo são só capitalistas?

    altO mundo do trabalho deve disputar o moderno desenvolvimento científico e tecnológico. Os movimentos sociais do campo não podem aceitar a “divisão social da agricultura” entre a agricultura de exportação e a agricultura orgânica e agroecológica.

  • A crise da água em São Paulo

    altPara suprir o Cantareira, os demais reservatórios serão exauridos durantes esses meses de seca, com impactos ainda não dimensionados. Como essa água não será suficiente para todos, bairros mais distantes e carentes sofrerão mais.

     

  • Argentina: grande greve de 24 horas, com forte presença da esquerda

    altEstamos em um "fim de ciclo", onde está em curso uma luta sobre o que virá depois dos Kirchner. Daí o nervosismo de alguns dirigentes sindicais que trabalham para diferentes alternativas políticas, todas patronais.

  • Deir Yassin: 66 anos da limpeza étnica e genocídio dos palestinos e a fundação de Israel

    altEstabeleceu-se um padrão de conduta para a liderança sionista, racista, o uso de extrema violência contra populações árabes para provocar “choque e pavor” e a expulsão das mesmas. Tal padrão bem-sucedido seria repetido em inúmeros massacres.

  • ‘Se após cinco anos de UPP ainda há favela ocupada por forças armadas, avançamos muito pouco’

    altO Correio entrevistou Marcelo Freixo, que voltou a destacar a ausência de outros braços estatais, para além do armado, nos locais estigmatizados, no momento em que já se completam cinco anos da implantação das UPPs.

  • Classes e luta de classes: caminhos do golpe de 1964

    altToda e qualquer luta social era tomada como maquinação comunista: a crise econômica brasileira; a derrota do colonialismo francês no Vietnã; o início da guerra de independência na Argélia; e os fortes debates sobre um caminho de desenvolvimento autônomo para o Brasil.

  • Criminalizar adolescentes?

    altNos 54 países que reduziram a maioridade penal, não se registrou redução da violência. A Espanha e a Alemanha voltaram atrás na decisão de criminalizar menores de 18 anos. Hoje, 70% dos países estabelecem 18 anos como idade penal mínima.

     

  • A mídia manipula a favor da CPI da Petrobrás com fins eleitoreiros

    altO Sindipetro-RJ denunciou que o marido da presidente da Petrobrás tinha 43 contratos com empresa, sendo 20 sem licitação, mas a mídia não se interessou em apurar.

  • O poder mundial não precisa de golpe no Brasil

    altSe o grande capital, os bancos, os grandes órgãos de mídia, o agronegócio, estão à vontade e lucrando como nunca, por que tirar do poder quem lhe atende completamente? E, de quebra, se a oposição vencer, nada mudará.