Edição 903

  • ‘O Estado brasileiro ainda se curva ao poder militar’

    altEntrevista com Aton Fon Filho.

  • A mentira do pacto da Anistia

    altAh, sim! A “Casa da Morte”, em Petrópolis, um dos mais notórios “aparelhos” clandestinos de tortura e assassinato das Forças Armadas, não está na lista das instalações militares a serem investigadas,ou seja lá o que isso signifique. Quer dizer: os mais terríveis segredos do regime serão mantidos, garantidos pela Lei de Anistia, pelo tal “pacto político” e pelas investigaçõesagora anunciadas.

  • 50 anos do golpe

    altNão obstante o legado desgastante do antigo regime, isso não impediu a adesão e, por isso, a incorporação de muitos colaboradores da era ditatorial à nova ordem.

  • Um ano de pontificado

    altO  Papa Francisco conseguiu retomar o impulso de renovação da Igreja, levantado pelo Concílio, e agora direcionado por algumas iniciativas renovadoras, ainda claramente muito tímidas.

  • A ocupação da maré e o Estado Autoritário de Direito

    altPode ser um mero arreganho para garantir os lucros da máquina mercante nos negócios da copa. O aprendiz de feiticeiro, no entanto, desencadeia forças que depois não sabe controlar.

  • O passado e o incerto presente

    altEm meio às análises sobre os cinquenta anos do golpe de 1964, uma verdade parece insofismável: os setores da burguesia brasileira e do capital internacional envolvidos na deposição de Jango continuam a mandar no país.

  • Crise na Ucrânia revela conflito geoestratégico entre EUA, UE e Rússia

    altAtualmente, a Casa Branca e o Pentágono, sob a vigência do Partido Democrata, pretendem efetivar a contraposição bipolar com a Rússia e a China, sem recorrer a um conflito de âmbito mundial.

  • Mídia e autoridades: revisionismo histórico e submissão nos 50 anos do golpe militar

    Não surpreende que os posicionamentos de Dilma e Celso Amorim tenham desapontado aqueles que até hoje travam batalhas ideológicas e judiciais por punição aos militares. No entanto, precisamos estudar a fundo se esse aparente recuo não revela uma submissão ainda considerável à caserna e aos cães de guarda do regime.

  • Brasil pós-ditadura

    altPassadas quase três décadas do fim da ditadura, o Brasil nem sacudiu a poeira nem deu a volta por cima. Quem é hoje a figura majestática do PMDB, o maior partido do Brasil e principal aliado do governo petista? José Sarney.

     

  • A maior privatização da história?

    altAo que tudo indica, conseguiram fazer com que esse sempre mau negócio para a vida no planeta em geral, que é extrair e queimar petróleo, se transformasse também em um mau negócio para o caixa do país.

  • “Eleições” no modelo dependente

    altO real sistema de poder manobra sempre para que todos os candidatos com chance de chegar ao segundo turno estejam comprometidos com a realização dos mesmos objetivos.

  • Classes e luta de classes: ainda classes em luta

    altA longa duração do descenso das mobilizações sociais no Brasil está relacionada com a transição pactuada da ditadura militar para uma democracia liberal burguesa de amplitude até então desconhecida na história.

  • Nos calabouços da ditadura civil-militar

    altUnamo-nos também à Anistia Internacional, que – sempre no dia 1º de abril – lançará no Brasil uma campanha pela punição dos agentes que torturaram e mataram militantes de esquerda durante a ditadura civil-militar.

  • Do golpe militar à tentativa de democracia

    Parece evidente que a transição do regime ditatorial para a ordem institucional não se completou. Os esqueletos e as heranças do regime militar estão muito ativos na nossa sociedade. Conquistamos o direito de voto, de organização, manifestação, expressão, isto é certo. Mas é profundo o DNA violento e repressor do Estado brasileiro.