Edição 901

  • Advogados Ativistas: ‘Vivemos em uma democracia agonizante’

    altO que trouxe novamente os holofotes para esses jovens que vestem ternos e peitam uma justiça tendenciosa ao defenderem manifestantes foi a maneira com que quebraram as regras do bom jornalismo.

  • ‘Se a direita pode ir à rua com sua bandeira suja, temos muito mais gente que apoia as liberdades’

    alt“Eu não vejo clima para golpe, como alguma parte da direita tenta aventar. Fazem por provocação. Organizamos a Marcha Antifascista para mostrar que, enquanto existe gente que comemora tortura e morte, temos muito mais gente que apoia as liberdades”.

  • El Salvador: esquerda pragmática no poder

    altCertamente formará ao lado dos governos progressistas nas questões de interesse mútuo. No entanto, o pragmático Ceren já demonstrou desejos de manter bom relacionamento com a Casa Branca.

  • Igreja Católica e o golpe de 1964

    altSabemos que o povo latino-americano é profundamente religioso. Exceto certa parcela da esquerda latino-americana que, influenciada pelo positivismo marxista europeu, se esqueceu de aplicar o método dialético ao fator religioso.

  • Até tu, Marina?

    altAs diferenças com Campos são abismais. Inclusive para os que fazem a propaganda dos candidatos, a dificuldade de justificar a aliança de ambos levou-os a trazer à tona na biografia de cada um os seus tutores políticos (ambos falecidos).

  • “Para o Mais Médicos dar certo, é preciso mudar a mentalidade mercantil na saúde do Brasil”

    altO Correio da Cidadania localizou um hotel em São Vicente (SP) que abriga 12 médicos do programa, a maioria vinda de Cuba e da Espanha, e conversou a respeito das principais polêmicas em torno de sua contratação pelo governo brasileiro.

  • De rosto coberto ou descoberto

    As graves fissuras políticas, sociais e econômicas que varrem o país intensificam o leque repressivo que consolida o consenso autoritário. Diante dos sinais de instabilidade e expansão crescente das lutas sociais, em meio à sociedade com direitos sociais decrescentes para a esmagadora maioria da população, o Estado e seus governos preparam como resposta a repressão e a criminalização.

  • Desorganização social

    altAs Forças Armadas poderiam emitir uma nota para a população brasileira, declarando a obediência cega aos princípios democráticos constantes da Constituição. Em seguida gostaria de ver a Polícia Federal procurar os incitadores do golpe.

  • A camisa de força do Estado, neoliberalismo e endividamento

    altEm entrevista, Wilson Cano ressalta como muito do endividamento atual brasileiro tem sua origem nas reformas neoliberais da década de 1990 — e que tiveram continuidade nos governos Lula e Dilma.

  • Belo Monte é o nosso sangue derramado

    altA tragédia que assistimos das mortes violentas de jovens em Altamira foi prevista e aceita como irrelevante ou inevitável pelo Estado brasileiro, e pela nação como um todo. Nação que ainda trata a região amazônica com a mesma sanha colonialista.

  • Após eleição, FMLN aposta em estratégia de "reconciliação nacional" em El Salvador

    altPara analistas, cenário futuro é difícil para partido de esquerda, mas afastaram previsões de catástrofe e ingovernabilidade.

  • Classes e luta de classes: ainda miséria e pobreza

    altO chamado baixo capital cultural não está entre os principais entraves para a mobilidade social, no sentido ascensional, no Brasil e em outros países. assalariamento para a ralé.

     

  • As hidrelétricas, a nova cheia histórica do rio Madeira e as tergiversações de Dilma

    altDilma veio em defesa de sua preciosa relação com o setor elétrico que embalou sua carreira política. Veio reafirmar que as concessões no setor de infraestrutura são incondicionadas. Veio advogar, com túnica presidencial, a causa dos consórcios.

  • Colômbia: democracia real e democracia formal

    altA unidade entre a UP e o Polo Democrático para as eleições de maio agora é uma realidade. As candidatas Clara Lopez e Aida Abella à presidência da República são garantia para uma campanha de otimismo, canalizadora das expectativas cidadãs e de forte apoio social.