Edição 899

  • Apagão? Não, imposição de um modelo decadente

    altQuem sabe se, com um sistema à beira de um colapso, alguém no governo começa a pensar em para quem realmente está servindo a energia.

  • Barragens e violação de direitos: a história se repete com Garabi e Panambi

    altO Setor Elétrico não atendeu às recomendações dos relatórios oficiais nacionais e internacionais e, ainda, recauchuta projetos dos anos 70.

  • Chávez vive

    altCom ou sem o apoio paternal dos irmãos do norte, a oposição perdeu todas as eleições e referendos. Nos 10 meses de governo, Maduro já encarou várias tentativas de desestabilização do seu governo.

  • Março de 1964

    altReações isoladas, inclusive de altos oficiais das Forças Armadas, foram logo abafadas sem necessidade de um só disparo de arma de fogo. E ninguém acreditava que a ditadura duraria, a partir de 1o de abril de 1964, 21 anos.

  • Tráfico humano

    altEsta é uma realidade tão disfarçada que facilmente é encoberta, e passa desapercebida, valendo-se de expedientes muito sofisticados, que produzem situações de verdadeiro comércio de pessoas humanas, altamente lucrativo.

  • Suape: promessas não cumpridas (1)

    altAs demandas sociais se multiplicam, como habitação, saneamento, mobilidade, saúde, segurança e meio ambiente. O que houve neste período foi unicamente o aumento das expulsões de milhares de pessoas que habitavam a região.

     

  • Campanha de 2014: Fraternidade e Tráfico Humano

    altOs objetivos específicos são: “identificar as causas e modalidades do tráfico humano; denunciar as estruturas e situações causadoras; reivindicar, dos poderes públicos, políticas e meios para a reinserção das pessoas atingidas”...

  • Estados Unidos e Brasil nos anos 60 – a Missão Berle

    altO resultado foi frustrante para os EUA. A Casa Branca teria condicionado auxílio financeiro singular ao Planalto em troca da solidariedade política, ou seja, de hostilidade a Havana.

  • Classes e luta de classes: mobilidade social

    altA melhoria das condições de vida da classe trabalhadora brasileira, e de parte da ralé que ascendeu a ela, comparada com o enriquecimento dos donos de capital, mostra que o fosso entre ambas as classes se aprofundou.

  • ‘Voltar a debater racionamento é uma vergonha, face aos bilhões de reais gastos com os grandes consumidores’

    altO Correio voltou a conversar com o engenheiro e professor da USP Ildo Sauer. Ele enfatiza que vemos agora a consequência da absoluta falta de planejamento no setor, mantendo-se a estrutura liberalizante dos anos 90 e a preservação dos interesses particulares.