Edição 898

  • Carnaval incessante

    altNeste Carnaval, quero baile à fantasia, e a loucura insaciada dos que desfilam em blocos seus desejos irrefreáveis. Arrancarei do coração uma por uma de minhas máscaras: do cínico, do farsante e do pusilânime.

  • São Paulo vê retomada do carnaval de rua e grande número de blocos

    altO Brasil se prepara para se atirar em mais um carnaval, para muitos o verdadeiro rito de passagem ao novo ano.  “O bloco do Saci da Bixiga surgiu a partir da necessidade de resgatar o carnaval para o povo, sob o lema ‘diversão e contestação’”, disse Claudimar Gomes dos Santos, em entrevista ao Correio.

  • O apoio da mídia ao golpe e à ditadura

    altO requerimento do senador Requião querendo saber como foi a trama para repassar a TV Paulista para a Globo, ponto de partida para a construção do império dos Marinho, é uma ótima oportunidade para a Comissão Nacional da Verdade.

  • Petrobras

    altRepresentantes da direita indagavam a mim, suposto defensor radical da Petrobras, a razão para estar calado com o uso de um patrimônio público para ajudar a contenção da inflação, em benefício do governo do PT.

  • Desmilitarizar a polícia de combate

    altSe a polícia militar, já desde a primeira república, é formada para ser um casco, nunca poderá ser “permeável às demandas dos cidadãos”, como enuncia a justificativa da PEC 51/2013.

  • Vida e morte em Michoacán: testemunhos

    altOs jornalistas do mexicano La Jornada fizeram um excelente trabalho em lugares e situações perigosas. Um contraste com o resto dos jornais mexicanos, mais parecidos com boletins do governo ou da falsa “oposição” vendida ao PRI (Partido da Revolução Institucional). Aqui, alguns trechos das reportagens e relatos.

     

  • Terrorismo oficial

    altA PM prendeu quase um quarto dos manifestantes! Literalmente, ao arrepio da lei, a PM simplesmente proibiu a manifestação, um direito constitucional. Mas há direitos na nossa democracia racionada? Só para alguns.

     

  • A utopia de Morus

    altJoão Paulo II consagrou, em 2000, o inglês Thomas Morus (1478-1535) padroeiro dos políticos. Thomas Morus é famoso por ser autor de um livro clássico, ‘Utopia’ (1516). Dois fatores o fizeram Morus renegar suas antigas ideias: a Reforma de Lutero e a sua nomeação a funcionário real, em 1518.

  • Setor elétrico: o sujo falando do mal lavado

    altO que é comum na política dos governos anteriores e do vigente é a falta de planejamento, investimentos na modernização da transmissão e distribuição, valorização dos técnicos e apoio à diversificação da matriz elétrica.

  • Batalha da Ucrânia: EUA derrotam e humilham a Rússia

    altWashington D.C. não está preocupado com a adesão ou não da Ucrânia à UE. Uma guerra civil aberta ou uma divisão territorial ou a formação de um governo pró-Ocidente na Ucrânia nada mais do que consolida um poder norte-americano na fronteira com a Rússia.

  • ‘Mídia traz uma Venezuela caricata, completamente deslocada da realidade’

    altAssistir aos noticiários ou ler matérias dos maiores grupos de mídia sobre os últimos manifestos na Venezuela é se deparar com um bloco monocórdio e tendencioso. Para avançar o debate, o Correio conversou com Pedro Silva Barros, titular da missão do IPEA em Caracas.

  • Balanço dos 30 anos do MST

    altEis a sua mais profunda tensão interna: apostar no empreendedorismo de alguns assentamentos, refluir nas lutas e institucionalizar-se; ou denunciar os limites cada vez mais estreitos que o capital impõe a sua existência como alternativa societária.

  • Classes e luta de classes: ainda o proletariado

    altA classe trabalhadora assalariada brasileira do século 21 é nova porque pouco tem a ver com a dos anos 1970. Não passou pela experiência de luta desta. Não veio das áreas rurais. É urbanizada.