Edição 897

  • Do Petismo ao Lulismo

    altPara resumir, e como em qualquer resumo sendo brutal, o PT deixou de ser um partido de trabalhadores, com direção pequeno burguesa de 1980, e passou a ser um partido burguês com eleitorado proletário.

     

  • Fechamento Lento e Gradual?

    altPressionado pelas ruas e por uma crise econômica que começa a se esboçar, tudo indica que o país, presidido hoje – ironia da história – por uma ex-guerrilheira à época da ditadura, poderá enveredar por um processo de fechamento lento e gradual.

  • Quem semeia ventos colhe tempestade

    altO Senado brasileiro debate, com apoio de gente do PT, e de sua base aliada, uma lei antiterrorista. A mídia comercial e os donos do poder se prepararam para uma guerra contra os trabalhadores, contra a juventude rebelada e a população em geral por causa da Copa do Mundo e das Olimpíadas.

  • Rápidas considerações sobre a crise na Venezuela

    altHá condições de um golpe de Estado hoje? Pouco provável. Daí a necessidade de se criar artificialmente a pauta do caos e propagar aos quatro ventos que há um governo ilegítimo, cuja única saída é reprimir seu próprio povo.

  • ‘Estamos no campo do imponderável e acho difícil que o aumento da repressão detenha as manifestações’

    altJá se preparando para a festa da Copa do Mundo e o processo eleitoral subsequente, o governo brasileiro tenta acelerar as pautas de enrijecimento das leis penais. O advogado Rodolfo Valente em entrevista ao Correio, acredita que a repressão realmente virá com toda a sua força, uma vez que “faz uma aposta no conservadorismo”.

  • Fazer frente à ofensiva da direita

    altO erro principal do governo consiste em sua oscilação vacilante que o leva a aplicar as medidas que a direita exige. Com elas, abrir-se-ia o caminho para a liberação de uma parte substancial dos recursos do petróleo e para a hiperinflação.

     

  • Na Itália, a corrupção mafiosa abocanhou 60 bilhões de euros em 2013

    altNos últimos trinta anos, diversos prefeitos, governadores regionais, deputados e senadores foram eleitos com o voto dos currais eleitorais dos clãs mafiosos que, em seguida, se infiltraram na administração pública, costurando importantes relações com setores do Estado.

  • Estados Unidos e Síria no século XXI – ampliação da pressão política

    altNos próximos dias, há a chance real de que o trio amero-franco-britânico - apoiado por boa parte dos países médio-orientais - apresente uma resolução ao Conselho de Segurança das Nações Unidas com o objetivo de assegurar auxílio humanitário em todo o território sírio.

  • Um prego no caixão das negociações da Palestina

    altDepois de renegar sua promessa feita a John Kerry, de moderar o ritmo da criação de novos assentamentos, o governo de Israel exagerou. Divulgou uma lista de financiamentos aos assentamentos.

  • A alma das ruas no carnaval do Rio

    altOs napoleões retintos, os caciques de Ramos e os operários do bonde de São Januário, juntos e misturados, vão tomar conta da cidade. Tremei podres poderes, pois vai passar, mais uma vez, o sanatório geral que nos redime.

  • Um perigo que quase ninguém está vendo

    altA impossibilidade de realizar a reforma agrária vai levar os sem terras, mais ou menos dia, à obtenção de terra mediante a violência física. Apoiar o MST é uma contribuição a fazer ao país.

  • Às voltas com o golpismo na Venezuela

    altLeopoldo López e Maria Corina Machado querem tirar Capriles do jogo e ocupar o seu lugar com uma estratégia de confronto, sonhando com um cenário líbio e sírio.

  • Um golpe em câmera lenta contra a democracia na Venezuela

    altA nova fórmula (ou talvez a mais original das fórmulas) é “guerra econômica junto com guerra violenta de rua com as mortes necessárias” para tentar encenar um país instável e desgovernado.

  • A greve de outubro de 1972: a primeira ofensiva para derrubar o governo da Unidade Popular

    altNeste segundo artigo da série especial sobre o Chile de Allende, Jorge Magasich escreve sobre a grande greve organizada por entidades patronais.

  • Educação e consciência crítica

    altÉ importante a criação de uma institucionalidade política que nos impeça “cair em tentação” quanto à falta de ética. Tal objetivo não se atinge por meio de repressão e penalidades, embora elas sejam necessárias.

  • ‘Consciência e independência deram amplitude inédita à greve dos rodoviários de Porto Alegre’

    altParte mais do que interessada nos debates sobre reajustes de tarifa e passe livre, que agitaram o Brasil de forma espetacular no ano passado, os trabalhadores rodoviários de Porto Alegre promoveram uma grande e rara mobilização na categoria.

  • Classes e luta de classes: um momento conjuntural

    altNa impossibilidade de golpes, a direita quer não só esconder que era ela quem aliciava jovens para praticar o vandalismo nas manifestações, mas também aproveitar a comoção social para aprovar leis duras que coíbam qualquer manifestação.

  • O bloco dos Desobedientes

    altA violência nas manifestações é um sistema no qual estão interligadas as ações dos manifestantes, a repressão policial e a cobertura dos meios de comunicação. O que menos se compreende é o destaque desigual dado a cada uma delas.

  • A oligarquia deseja a depressão

    altNo presente, a depressão econômica prossegue, bem como suas trágicas consequências sociais. A oligarquia financeira está cada vez mais concentrada e tem cada vez mais poder sobre os governos – à exceção dos demonizados, por não se submeterem.

  • ‘Dilma aprofunda desregulamentação, liberalização e desnacionalização’

    altReinaldo Gonçalves avalia a atual crise econômica que arrasta países emergentes e as orientações econômicas e políticas em vigor nos anos petistas, em geral, e no governo Dilma, em particular.