Edição 894

  • Sonegação global

    altPrevê-se que em 2030 estarão na pobreza extrema 342 milhões de pessoas. Hoje, são pouco mais de 1 bilhão. No entanto, não se mexe uma vírgula na estrutura capitalista que produz pobreza extrema e agrava a desigualdade social.

  • 30 anos do MST e o ódio da mídia

    altO MST completou 30 anos. A mídia “privada” – nos dois sentidos da palavra – simplesmente omitiu este importante acontecimento. Alguns jornais, como o Estadão, que nasceu vendendo trabalho escravo, até publicaram um editorial com seus velhos ataques.

  • É a estrutura, enroladores

    altNo “modelo brasileiro”, não há como incorporar a maior parte da força de trabalho a um processo produtivo de qualidade, nem elevar o padrão de vida do grosso da população. T udo como o Banco Mundial gosta, enquanto as transnacionais extraem os recursos naturais do país e transferem para o exterior os lucros.

  • Dominação cultural e outras dominações

    altOs governos FHC, Lula e Dilma, com suas naturezas privatistas do petróleo nacional, já fizeram 13 rodadas de leilões de áreas para busca de petróleo, já assinaram cerca de 1.000 contratos, sendo um, o da partilha amofinada, e os demais, os de concessão.

  • Genebra 2: paz é secundário

    altA postura rígida do governo Obama não parece permitir um único passo à frente. Tudo ou nada costuma dar em nada. Assad não vai aceitar um suicídio político. E mesmo que os 40 países de Genebra 2 exijam transição sem Assad, a Rússia e provavelmente a China vão vetar no Conselho de Segurança.

  • Vésperas de ditaduras do capital?

    altNoam Chomsky, num Festival de Ciências em Roma - ignorado pelos grandes media -, procedeu a um inquietante e implacável diagnóstico da crise mundial. Na sua opinião, as chamadas democracias representativas aproximam-se de um colapso.

  • A questão do Estado operário no marxismo

    altPara Lukács, com base em Lenin, o Estado proletário é aber­tamente um Estado de classe, sem a farsa montada pela burguesia para transformar seu Estado em Estado de todos. Mais uma vez, esse debate teórico demonstra que a atualidade da revolução ainda hoje passa pela problemática do Estado e do socialismo.

  • Argentina: corrida cambial inaugura nova conjuntura de crise geral

    altA razão? A fragilidade da economia da Argentina e sua incapacidade de gerar divisas. Essa crise está se repetindo porque da “década ganha” é só uma fábula. O kirchnerismo, em dez anos, não realizou uma só modificação estrutural no capitalismo dependente da Argentina.

  • Demissão política na EMBRATEL

    altVoto contrário à mudança no fundo de pensão leva EMBRATEL a demitir funcionário com 38 anos de casa, numa clara atitude de agressão ao direito democrático de expressão e participação sindical.

     

  • Os rolezinhos e o que acontece no Brasil desde a eleição de Lula

    altO conflito presente nos rolezinhos de alguma maneira evidencia o impasse da estratégia dos governos Lula e Dilma.

     

  • O quase milagroso fortalecimento da Celac e o sonho da "Pátria Grande

    altAssim como em Honduras, todo o aparato já foi colocado por Washington, para quem uma derrota da direita neocolonial costarriquenha seria um revés de amplas repercussões. Se isso acontecesse, a Celac poderia dar um novo passo em direção a sua definitiva institucionalização.

  • A questão Guantánamo

    altGuantánamo deve deixar de ser uma base militar, um território ocupado, e passar à jurisdição do Estado cubano, como uma manifestação de coerência com os novos tempos.

  • Bomba de efeito retardado: pavio aceso

    altDiante de tamanha crise econômica e social, as jovens gerações vêm reagindo e exigindo um mínimo de ética e de justiça, exigindo seu direito de intervir em tudo que diga respeito às nossas vidas e aos rumos da nação. E o que nos oferece o governo Dilma? Tropas.

  • De algoz a vítima: ainda sobre a EBSERH na UFPE

    altNão houve discussão. Tentativas infrutíferas foram realizadas para que um debate fosse levado à comunidade universitária e à sociedade. Mas a censura imperou e a iniciativa foi vetada, pois seria, de fato foi, muito mais fácil aprovar a adesão manipulando um conselho subserviente.

     

  • Classes e luta de classes: retornando à classe média

    altO conceito de classe média, que pode ser usado genericamente para situar a classe social intermediária entre a burguesia e a classe trabalhadora assalariada, se torna um imbróglio quando se procura colocar à mostra suas características econômicas, sociais, culturais, ideológicas e políticas.

  • O porto de Mariel, Brasil, Cuba e o socialismo

    altO marinheiro aposentado Jorge Luis, que já esteve nos portos de Santos e Rio de Janeiro, que vibra com o samba carioca, foi agudo na sua avaliação: “Com Mariel, Brasil rompe concretamente o bloqueio imperialista contra Cuba”, disse.

  • Estados Unidos: a aposta síria em 2014

    altEmbora resignados com o malogro militar no Iraque e Afeganistão, os EUA indicam a Síria como o possível ponto de maior reversão de seus infortúnios políticos no Oriente Médio As negociações em Genebra são importantes para a diplomacia norte-americana.

  • Em câmara lenta

    altSaudemos, louvemos, respeitemos os que resistiram, especialmente os presos, torturados, assassinados. Exaltemos e glorifiquemos a generosidade e a coragem de quem se atirou à luta.

  • Sobre os rolezinhos

    altAo ocuparem um espaço reservado (de fato) para os “dignos” e “sofridos” representantes das novas e velhas camadas médias circularem em segurança, a garotada que organizou os rolezinhos rompeu, sem intencionalmente querer, uma linha divisória que separa “os de lá” dos “de cá”.

  • ‘O poder público não tem interesse algum em realmente ressocializar os presos’

    altComo em outras ocasiões, o Brasil voltou a se alarmar com uma crise no sistema carcerário, desta vez no complexo prisional de Pedrinhas (MA). O Correio entrevistou Maria Railda Silva, da Associação dos Amigos e Parentes de Presos.

  • Uma Igreja pobre, para os pobres, com os pobres e dos pobres

    altO Encontro foi realmente um novo Pentecostes, uma verdadeira irrupção do Espírito Santo na vida da Igreja e uma experiência única. Ele nos permitiu vivenciar intensamente, até o mais profundo das entranhas, a Igreja que Jesus de Nazaré sonhou.

  • Sexo e Celibato na Igreja Católica

    altO celibato é apenas uma opção de vida, sem a qualidade do matrimônio, que a Igreja enaltece como um dos sete sacramentos. Se não é um dogma, como afirmou o cardeal Parolin, então pode ser removido, facultando optar ou não por ele.

     

  • Chacina em Campinas: o que 12 pessoas brutalmente assassinadas não param de nos perguntar?

    altSão 12 pessoas mortas, com boa parte das famílias indicando o envolvimento policial no extermínio. Estamos falando, portanto, de algo como a chacina de Vigário Geral e da Candelária. Terá a sociedade se tornado insensível a um acontecimento como este?

  • Ariel Sharon: trajetória de um liberal genocida e o legado de ódio

    altAmado por alguns e odiado por muitos, inclusive pelos próprios israelenses civis e militares, a vida e especialmente sua conduta militar e política confundem-se com a do próprio Estado de Israel, sempre marcada pelo uso sistemático da extrema violência para a “solução de problemas” políticos.