Edição 893

  • “Rombo da previdência”: governo favorece o capital punindo os trabalhadores

    altE o problema voltou à tona, sob o pretexto de que o “Rombo da Previdência em 2013” foi de R$ 50 bilhões. Duas observações importantes: o déficit é resultado direto dos “incentivos” às montadoras e outros setores. Além eliminação do IPI, determinou-se a mudança na contribuição previdenciária para aliviar a folha. E o que propõe o governo? “Apertar regras para benefícios”.

  • Dilma está fazendo o que FHC não conseguiu: entregando nosso petróleo

    altDilma&Foster agem como se estivessem transacionando bens próprios e não o patrimônio nacional. Muitas vezes tomamos conhecimento da venda de ativos da Petrobrás em discretas colunas nos jornais. Foi o caso do Parque das Conchas, o filé mignon da Bacia de Campos.

     

  • Ucrânia: que posição?

    altO “desejo de Europa” é fruto de fantasmas e interesses de uma nova burguesia, de uma juventude excitada pelo nosso “look”, mas também pela ação das fundações e mídias dos EUA e UE, promovendo a ideologia ocidentalista, o livre comércio, o consumismo, a “russofobia”.

  • O governo de Salvador Allende: um legado inspirador?

    altForam as medidas da Unidade Popular pouco ou radicais demais que provocaram o golpe? Hoje, sabe-se que não. A decisão foi tomada na Casa Branca em 15 de setembro de 1970, 50 dias antes da posse de Allende.

  • Energia solar e a falta de interesse do poder público

    altFica claro que o governo federal e as distribuidoras responsáveis pelas instalações nada fizeram para divulgar a Resolução da ANEEL e as enormes possibilidades que tem a energia solar em nosso país.

  • “Os clássicos”

    altA leitura dos clássicos não evitou que chegássemos a esse quadro de prostração e indigência política, pois a leitura sem o livre debate e despida de preconceitos não será suficiente para que nos habilitemos a jogar o papel político que a História reclama.

     

  • Tragédia maranhense

    altVivi dois, dos quatro anos em que estive encarcerado (1969-1973), como preso comum. Em São Paulo, na Penitenciária do Estado, no Carandiru e na Penitenciária de Presidente Venceslau. Constatei, na prática, como não é difícil recuperar presos comuns.

  • Chile: a trajetória da Constituição ditatorial

    altAssim como era impossível em 1973 que um modelo neoliberal fosse aceito pela sociedade, também era impossível à direita em 1990. Esse papel só podia ser desempenhado por uma coalizão – nominalmente – de centro-esquerda. Esse foi o principal papel Concertação.

  • Classes e luta de classes: a classe média

    altHistoricamente, a chamada classe média, não-proprietária e também proprietária, sempre demonstrou ser uma contradição viva. Dividiu-se entre o conservadorismo e a rebeldia, entre repelir alianças com as classes populares e tentar resgatá-las através de ações salvacionistas..

  • Novo plano de governo visa consagrar prevalência do setor privado no financiamento da educação

    altA data de aprovação será lembrada como o dia em que o financiamento da educação pública teve a sua qualificação “público” apagada em prol das PPPs, anseio reivindicado pelas corporações “de novo tipo” e, avidamente, pelas coalizões empresarias.

  • Intereclesial emblemático

    altO 13º Intereclesial das CEBs teve, pelo menos, três elementos emblemáticos, como se fossem um divisor de águas entre os anteriores e o futuro das comunidades eclesiais de base.

  • Fiação subterrânea, poder público e cidadania

    altO emaranhado de fios nos postes é de responsabilidade de quem é proprietária e aluga o espaço: a Celpe. O óbvio é que este custo deve ser dividido entre as concessionárias de energia, telefonia, internet e outros que a gente nem sabe.

  • Brasil, um caminho para o abismo. Sem volta?

    altNão tendo entre os partidos e entre os potenciais candidatos ninguém realmente comprometido com o povo brasileiro, sabendo que todos receberão muita grana do capital financeiro, industrial comercial e agrário; não tendo ao lado do povo entidades e organizações populares fortes para exigir mudanças radicais neste país, se torna possível enxergar que continuaremos, no curto prazo, a caminho do precipício a que estamos sendo conduzidos por falta visão e de caráter dos políticos e desinformação total.

  • Quase nada é o que parece ser

    altVocê sabia que existem três outros pré-candidatos, que, por não serem “adoradores do mercado”, não são divulgados? Por tudo isso, o que se pode esperar de reais mudanças, a partir de pré-candidatos que aceitam acordo prévio com o diabo?

  • Brasil: um incrível (e enorme) erro geopolítico

    altA única coisa que poderia garantir a independência militar do Brasil seria adquirir seus aviões em países isentos do risco de se tornarem obedientes aos mandatos da Casa Branca. Só existem dois que detêm essas características: Rússia e China, fabricantes do Sukhoi e o Chengdu J-10.

  • Balanço 2013: vinte centavos e a prisão de Dirceu

    altMal ou bem, o PT conseguia controlar a parcela que realmente importa das entidades e organizações capazes de levar adiante uma causa – ou várias delas -, no campo e na cidade. Em 2013, o país assistiu ao fim desta hegemonia.

  • Classes e luta de classes: a burguesia

    altComo, em geral, os membros da burguesia possuem mil e uma formas para burlar o fisco e diluir seu patrimônio por outras denominações, é quase certo que seu patrimônio empresarial deveria ser bem superior aos mais de 26 bilhões de dólares detidos por 460 burgueses.

     

  • Estados Unidos e Síria nos anos 90 – o avanço norte-americano no Oriente Médio

    altAntes mesmo do encerramento da Guerra Fria, na virada da década de 80, a Síria precisou a contragosto reposicionar-se no intricado tabuleiro de xadrez médio-oriental, em decorrência da abrupta alteração política de seu mais importante aliado naquele momento.