Edição 891

  • Ultraconservado rismo do governo projeta ano de lutas

    O que junho de 2013 mostrou, mas não resolveu e nem apresentou de forma afirmativa, é que o Brasil precisa de outro projeto de poder, outra institucionalidade, com uma profunda radicalização da democracia e da participação popular, outra política econômica, que tenha no horizonte a soberania e a igualdade social.

     

  • O ano em que caiu a máscara da falsa modernização do futebol brasileiro

    Basta se ater aos fatos de dezembro para se ter o devido diagnóstico de penúria: morte de operários nas obras dos superfaturados estádios, volta da “virada de mesa”, violência sem controle e um triste choque de realidade no cenário internacional.

  • Nossa travessia política

    altNão foram os bandidos que produziram a contrarrevolução e, sim, foi a contrarrevolução que os produziu, pois eles foram apenas os seus criminosos operadores. É de se ver que a trajetória em busca da verdade histórica é marcada por um sem número de obstáculos e adversidades.

  • Uma é pouco, duas...bom, sete nem é demais: as ações do MPF pelos crimes da ditadura militar

    altDesde o retorno à democracia, esta é a sétima ação para apuração de crimes praticados por agentes públicos contra os “opositores” à ditadura (1964-1985).

     

  • Manifestações em 2013

    altVeja as matérias e entrevistas sobre as grandes movimentações populares de 2013

     

  • 2013: acabou a paz social

    alt“2013 deixa um sinal muito positivo”. Essas são as palavras do sociólogo e professor aposentado Chico de Oliveira, na entrevista ao Correio. Passados os primeiros e intensos meses de democracia viva das ruas, governo e mídia reapropriam-se de sua postura de surdez face às demandas populares.

  • 2013: o ano do grande Ensaio

    altNão se consegue entender as razões de tamanha indignação e força das ruas em 2013 sem observar que a profunda e estrutural desigualdade social no país está longe, muito longe de estar resolvida.

     

  • Classes e luta de classes: as mudanças de 2013

    altMuito mais do que era esperado, 2013 se tornou um ano carregado de turbulências, desafios e emoções, promovendo profundas rearticulações econômicas, sociais e políticas, ainda não clarificadas de todo.

  • À caça de uma bandeira

    altA face de direita do PT ocorre exatamente quando toma medidas não soberanas. Por exemplo, a presidente Dilma promoveu as três rodadas de leilões de áreas de petróleo no presente ano, tendo derrotado seus antecessores, que só conseguiram duas em um ano.

     

  • Alta temperatura em 2013

    altSem dúvidas, o ponto alto dessa insatisfação se deu pela luta contra o aumento descabido das tarifas do transporte coletivo. Os míseros R$ 0,20 foram apenas a faísca que acendeu o estopim das manifestações, pois a bomba da rebeldia já estava armada há muito tempo.

     

  • "2013 é o pior ano da Reforma Agrária", diz João Paulo Rodrigues

    altO ano de 2013 não deixará saudades aos Sem Terra de todo o país. No que tange a luta pela terra, o balanço é positivo. Mas no que se remete à política de Reforma Agrária, quase nada se fez, sendo que em muitos casos o governo teve a proeza de andar para trás.

  • Retrospectiva econômica 2013

    altEm síntese, o ano de 2013 não se caracteriza nem pelos resultados alcançados, nem pelas indicações e constrangimentos de política econômica emitidos para a frente, como sinalizador de uma relação virtuosa do crescimento com a distribuição de renda.

  • A insensatez continua – a marcha da economia brasileira em 2013

    alt2013 consolidou ainda mais a estratégia do subdesenvolvimento, como norte para a economia brasileira. O que nos espera, cada vez mais, é a dependência do país às ondas da economia mundial, o aprofundamento do nosso papel de fornecedor mundial de produtos agrícolas e minerais.

     

  • Mandela e Cuito Canavale: os marcos da derrota do Apartheid

    altO povo negro da África do Sul voltou a ocupar as ruas e a enfrentar a polícia porque Cuito Canavale e Mandela haviam quebrado o mito da imbatibilidade do regime de Apartheid. Havia a certeza de que aquela era uma luta justa, por isso ninguém recuava quando apareciam os blindados do Exército ou da polícia sul-africana.

     

  • 2013, o ano do fim da unipolaridade

    altFomos testemunhas, ao longo do ano de 2013, da longa marcha do “povo eleito por Deus” cumprindo o seu “destino manifesto” de submeter toda a humanidade aos seus desígnios. Pela primeira vez, em duas décadas, contudo, a “nação eleita” encontrou uma barreira à expansão de seu projeto.

  • Estados Unidos e Brasil: o arrufo digital de 2013

    altNa prática, a discordância brasileira com o comportamento norte-americano não irá além do retórico. O protesto teve como alvo imediato o público interno, em função do processo sucessório de 2014, não o aliado externo.

  • Belo Monte em 2013: o início da descida da montanha-russa

    altApesar de todo o absurdo da ideia de se ampliar em 277% a produção de energia elétrica na região amazônica nos próximos 10 anos à custa da destruição da maior floresta tropical do planeta, e dessa obra em específico, o tema não ocupa o coração nem as mentes do povo brasileiro que se levantou em 2013.

  • Peça neste Natal: Educação

    altNeste Natal, se ainda acreditasse em Papai Noel, eu pediria a ele o único presente capaz de salvar a nação brasileira: educação. Como a ilusão acabou, resta a mim e a todos a ação cidadã, para que educação seja considerada prioridade nacional.

  • Belém: terra do pão

    altEstamos chegando ao Natal de 2013. É o primeiro sob o papa Francisco. Ainda temos bem presente o impacto positivo, causado no final do conclave, com a dupla surpresa: a escolha de um cardeal que ninguém imaginava, junto com a escolha do nome Francisco.

     

  • A Boa Notícia do Natal de Jesus, hoje

    altO Evangelho de Lucas diz que, estando José e Maria em Belém, chegou a hora de Maria dar à luz. Como “não havia lugar para eles dentro de casa”, Jesus nasceu num estábulo, “rejeitado” e “excluído”. “Veio para a sua casa, mas os seus não o receberam". Jesus – diríamos hoje – nasceu como “sem-teto”.