Edição 889

  • Legislação eleitoral republicana deveria criminalizar o financiamento feito por pessoas jurídicas

    altCom a volta do tema do financiamento de campanhas eleitorais por pessoas jurídicas ao debate público, o Correio republica do texto do professor de física da USP.

     

  • Condições objetivas

    altOuso dizer que a crise da humanidade é de natureza política, uma vez que, somente através da saída socialista, poderemos evitar o desastre. Não é à toa que padecemos de um grau tão profundo de raquitismo político, de confusão generalizada.

     

  • Argentina: rebeliões policiais, descontentamento social e um debate sobre a esquerda

    Neste contexto, em diversas províncias se iniciaram “greves” policiais, seguidas de saques, principalmente contra pequenos e médios comércios (em geral, os grandes shoppings e cadeias de supermercados não foram tocados). O governo afirma, falsamente, que todos os saques foram “organizados”. Não é assim.

  • Estados Unidos e Síria nos últimos anos da Guerra Fria

    Com o relativo distanciamento dos norte-americanos das questões libanesas, os sírios aspiraram a exercer uma influência política maior no Oriente Médio, ao definir sua área de influência ideal: Líbano e Jordânia.

  • As fontes da dívida pública

    Aumenta-se a dose das políticas de desnacionalização da economia, causadoras originárias da dívida pública. A desnacionalização gera mais dívida, e esta aprofunda o rombo. Fixam-se taxas de juros altíssimas sobre o montante enorme dessa dívida.

     

  • ‘Virada de mesa’ e violência nos estádios aceleram a modernização conservadora do futebol brasileiro

    O Campeonato Brasileiro terminou, mas fantasmas voltaram a ganhar os holofotes e a dominarem todos os debates que se seguiram. Com eles, vemos o espectro das velhas artimanhas e jogo sujo de bastidores rondarem o desfecho do torneio.

  • Parem a execução de moradores de rua!

    altDelegado Adriano, como o senhor tem o despudor de afirmar que se trata de “problemas pontuais”, quando, somente na capital, em pouco mais de um ano, foram executados 44 (ou 48, segundo outra fonte) moradores de rua?

  • Bergogliomania e crise (4)

    altOs traços de seu pontificado não são a solução, mas o sintoma da crise da Igreja, a mais profunda em séculos, que demonstra, para além das declarações em favor dos pobres e contra a cobiça e a insensibilidade dos ricos, que essa instituição milenar uniu para sempre seu porvir ao do capital.

  • Francisco e a economia de mercado

    altFrancisco defende o papel do Estado e condena a autonomia absoluta do livre mercado. Enfim, um profeta que põe o dedo na ferida, pois ninguém ignora que o capitalismo fracassou para 2/3 da humanidade: as 4 bilhões de pessoas que, segundo a ONU, vivem abaixo da linha da pobreza.

     

  • Por que a burguesia canonizou Nelson Mandela?

    altTivessem Mandela e o CNA optado pela perspectiva de uma revolução social que transferisse todo o poder à maioria do povo, expropriando política e economicamente a minoria branca, hoje ele estaria sendo execrado como mais um ditador terceiro-mundista.

  • A PPP da Casa Paulista: solução ou impasse para a moradia popular no centro de São Paulo?

    altDa proposta da "PPP do Centro" não devem ser esperadas garantias de moradia social no Centro, mas, ao contrário, mais dificuldades para esse objetivo.

     

  • Verdade 12.528: a importância de apurar fatos obscuros da nossa história

    altNo último dia 19 de outubro, há pouco menos de dois meses, estreou no Cinesesc da rua Augusta, pela 37a Amostra Internacional de Cinema de São Paulo, o documentário Verdade 12.528, dirigido por Paula Sacchetta e Peu Robles, entrevistados pelo Correio. O filme conta algumas das piores atrocidades cometidas pela ditadura militar brasileira.

  • Quo Vadis Partido Democrático?

    altÉ o questionamento que a maioria dos eleitores do PD faz após as primárias, onde Matteo Renzi, junto a 12 desconhecidos dirigentes, pretende mandar embora o velho grupo dirigente, filhote do compromisso histórico de Enrico Berlinguer e dos “acordos amplos” de Napolitano.

  • Alunos em luta; ou quando a aula é dada por quem está para aprender

    altA luta dos alunos começou quando a direção decidiu cercar o pátio e outras dependências da escola, por meio de muros. Nas palavras dos próprios alunos, divulgadas via abaixo assinado: "Queremos deixar nossa insatisfação de como as coisas são feitas nessa escola".

  • Com sinais preocupantes, dependência externa desnuda-se em 2013

    Temos algum tempo para resolver os dilemas do presente. A eleição de 2014 não será igual à de 1998, quando a mídia escondeu a crise cambial para não prejudicar a reeleição de FHC. Agora, tenta-se forjar uma crise cambial iminente, que não é verdadeira.

  • Venezuela: quem ganhou e quem perdeu? Hora de analisar de cabeça fria

    altEm momentos onde a alegria chavista é o sentimento predominante, e com justiça poderá passar as festas de 2013 com sabor de vitória, é preciso não perder de vista para 2014 a necessidade de uma análise profunda das correlações de forças e suas dinâmicas de fluxo ou refluxo revolucionário.

  • O legado econômico de Mandela

    altO CNA expressa as fortes divisões entre a maioria da classe trabalhadora negra e a pequena classe dominante negra que se desenvolveu. O legado de Mandela é o fim do apartheid; a luta por igualdade e uma vida melhor continuam com as gerações seguintes de seu povo.

  • Mandela e Fidel: o que não se diz

    altMandela disse: “os cubanos vieram como doutores, professores, soldados, especialistas agrícolas, nunca como colonizadores. Compartilharam as trincheiras de luta contra o colonialismo, o subdesenvolvimento e o apartheid...”. Boa recordação para quem fala da “invasão” cubana a Angola.

  • Mortos e ausentes decisivos nas eleições de Honduras

    altMesmo que o improvável aconteça, é duvidoso que Hernandez e os grupos donos do poder aceitem o resultado. Os analistas dizem que ele é ainda mais neoliberal do que Lobo. Boa notícia para os 10% mais ricos. Eles ficam devendo aos mortos e ausentes.

  • Estratégia para privatização: o caso do HC/UFPE

    altAs entidades médicas, como a comunidade universitária, defendem maiores recursos para manutenção do hospital e remuneração dos servidores, e condenam esse modelo de gestão fora do SUS, o que implica em uma lógica de privatização, tornando a saúde uma mera mercadoria.

  • Trotsky, o bíblico

    altO monolitismo do X Congresso do PC Russo teve, no trotskismo, a aplicação mais profunda e a prova dessa afirmação é o fato de que existem, hoje, mais de cem organizações trotskistas espalhadas pelo mundo.