Edição 888

  • Esperança de mudanças

    altO jovem senador procura resgatar a nossa própria história: “esse sentimento de mudança relembra que há 50 anos eram propostas reformas de base. As referidas reformas foram abandonadas pelos líderes do golpe civil-militar de 1964 e não foram retomadas pelos governos civis que os sucederam”.

  • A Classe Operária

    altQual, então, seria a organização adequada à classe operária, para que ela possa defender seus interesses de classe e opor-se à classe que a quer ver descaracterizada, enfraquecida, despolitizada, desideologizada, corrompida?

  • Meu celular, minha vida

    altO aparelho corresponde muito bem às contradições da pós-modernidade: por ele me comunico, sem conversar; opino, sem me comprometer; me expresso, sem me envolver; troco mensagens e torpedos, sem me doar a ninguém e a nenhuma causa.

     

  • ‘O papo de legado da Copa, melhorias em Itaquera, é um grande engodo’

    altApós a morte dos operários Fabio Luiz Pereira e Ronaldo Oliveira dos Santos nas obras do estádio de Itaquera, o lado obscuro dos megaeventos voltou a emergir.“Com certeza existe pressão sobre os prazos de entregas. Contatamos uns três operários. O medo deles de falar e se identificar é visível.

  • A luta contra o fechamento do PAM Lapa; ou negociação coletiva através da revolta

    altO fechamento de um serviço de saúde que atende crianças com problemas cardiológicos graves não é uma questão importante? Ou ainda uma pergunta mais profunda: vivemos realmente em uma democracia?

  • Eleições para o conselho participativo municipal de São Paulo: uma farsa com verniz democrático

    altAos poucos, fomos percebendo que outros objetivos estão por trás do ambicioso projeto “participativo”. Em momentos de manifesta descrença popular, é necessário criar um clima de euforia entre o povão e nada melhor que um espaço de aparente democracia.

  • O petróleo brasileiro e a desestabilização da Bolívia

    altAnalistas brasileiros admitem que a estratégia do Pentágono consiste em exercer pressão sobre as fronteiras, convertendo seus vizinhos em “Estados falidos”, categoria na qual podem colocar BOL e, talvez, ARG, PAR e até URU, com a desculpa do trânsito de drogas.

  • ‘O povo quer debater o modelo de segurança pública do Brasil’

    altEm entrevista ao Correio, Givanildo Manoel, membro do Comitê pela Desmilitarização da Polícia e da Política, defende a abertura do Estado brasileiro a tal debate, que ele lembra ter sido sufocado em nossa “falsa transição democrática”.

  • Inocentes úteis

    altComo um sistema socioeconômico esgotado, sem chance de apresentar esperança para os trabalhadores, mergulhado na UTI da história, poderia exibir tanta força, não fosse o papel contrarrevolucionário do “marxismo-leninismo” ou do “marxismo-leninismo-trotskismo”?

     

  • Eleição ou mera competição?

    altA eleição de 2014 está fadada a se reduzir a uma competição de "caciques”. Nos bastidores, as coligações partidárias, de olho em maior tempo de TV, serão armadas à base de promessas na distribuição dos ministérios, caixa dois, loteamento de cargos e funções.

  • Classes e luta de classes: as realidades do capital

    altO que realmente mudou nas sociedades de economias capitalistas avançadas? Mudou o sistema de propriedade privada? A desindustrialização e a predominância relativa do setor de serviços naquelas sociedades modificaram a relação assalariada?

  • Acordo EUA-Irã: paz interina e guerra eterna

    altPara os EUA, o alívio oferecido pelo acordo permite-lhes mãos livres para se ocuparem do que realmente lhes interessa: concentrar poder de fogo no Leste Asiático, para o enfrentamento com a China.