Edição 884

  • Dirceu, o democrata

    altO stalinismo esteve e está abaixo da democracia burguesa, assim como o fascismo islâmico está hoje, em relação aos chamados Estados Democráticos de Direito. Porém, estes escondem a ditadura do capital sobre o trabalho sem deixarem de ser, politicamente, democráticos.

     

  • Da (Anti)Reforma Urbana brasileira a um novo ciclo de lutas nas cidades

    A Reforma Urbana democrático-popular, focada nos meios, nos instrumentos, pouco avançou no pensamento substantivo sobre a cidade, nos fins. Não há imagem, não há forma, não há narrativa para essa cidade almejada – não há projeto e utopia. Se a Reforma Urbana recusou o urbanismo moderno, sua forma e sua ideologia, que tem em Brasília sua expressão/contradição máxima – cidade para um novo país, construída pelos que não puderam nela morar –, por sua vez, abdicou da própria disciplina do urbanismo, enquanto capacidade projetual articuladora e antecipadora da cidade pensada. Negação que impediu antecipações mais claras do que se pretendia.

  • O povo quer mais política social, mais democracia e menos polícia

    altO caminho da repressão policial e da criminalização das lutas continua sendo o mais empregado. Porém, não atinge mais os efeitos esperados.: parcelas crescentes das massas populares perderam o medo da polícia.

  • ‘Brasil é o país mais atrasado no debate sobre a megamineração na América do Sul’

    alt“Se o desenvolvimentos se orientasse de outra maneira, os recursos minerais do Brasil, ao invés de alimentarem a China, poderiam ser utilizados em necessidades nacionais e continentais”, afirma Eduardo Gudynas ao Correio da Cidadania.

  • Depois de 1848, nada novo (3)

    altA sociologia positivista e suas formas neopositivistas passaram a disputar com o materialismo histórico dialético o caráter de verdadeira ciência social, e o enfoque positivista da história limitou-se a descrevê-la com suposta imparcialidade, sem participar de sua transformação.

  • Conflitos socioambientais em Suape

    altO que está em jogo em Pernambuco é o Estado de Direito, é o cumprimento da lei. E isto requer uma ação efetiva desses órgãos contra as arbitrariedades e injustiças socioambientais que estão sendo praticadas pela Empresa Suape.

  • O Acre de Chico Mendes

    altEm tempos de expansão de pastos Amazônia adentro, com a derrubada de árvores seculares, e a atividade predatória de mineradoras e garimpeiros, ressaltar a vida e os ideais de Chico Mendes deveria ser um dever cívico obrigatório.

     

  • Um espectro ronda a esquerda palaciana: o black bloc

    altDilma mostra muita insensibilidade política ao acusar os black blocs de não serem "democráticos", exatamente num momento em que o desencanto com a democracia brasileira é generalizado.

  • Onda de Vandalismo

    altAs manifestações devem ser criminalizadas para garantir o perfeito funcionamento da máquina mercante e a alma dos negócios associados com a copa do mundo. É o que está dito no argumento velado do editorial em pauta.

  • Classe médica brasileira teme que medicina cubana abra discussão sobre tratamentos de saúde

    altNa entrevista, novamente realizada em parceria com a webrádio central 3, Karine Dias Nascimento, brasileira formada em medicina em Cuba, fala de seu aprendizado e explica as concepções para o tratamento do país, bem diferentes da medicina no Brasil.

  • A Polêmica Fiscal

    altA razão do descalabro é a forma como a dívida pública é administrada. Quase a metade do orçamento é consumida no pagamento de juros e amortizações, mas os defensores do governo atribuem as dificuldades fiscais às despesas previdenciárias, ao seguro-desemprego e ao abono salarial.

  • Eleições na Argentina em um horizonte de crise socioeconômica e política

    altEm sua costumeira linguagem crítica, os economistas e políticos patronais de todos os campos falam da necessidade de um “sinceramento” da economia. Ou seja, um brutal ajuste que faça a crise ser paga pelos trabalhadores e os setores populares.

  • Fantástico, quem contrata o Royal?

    altO caso dos cães beagle resgatados do laboratório Royal é mais um capítulo da luta do capital selvagem/empreendedor contra todo o resto. Não é possível, por isso, confiar naquilo que sai nos pseudo-noticiários ou em outros programas da TV.

  • ‘O desaparecimento forçado não ficou nos anos 70; é atual e precisa ser combatido’

    altDe passagem pelo Brasil para lançar seu livro, “Poder e desaparecimento: os campos de concentração na Argentina”, a socióloga Pilar Calveiro conversou com o Correio da Cidadania. “Deve-se dizer que na América Latina segue existindo a modalidade do desaparecimento forçado”.

  • O Que é o Instituto Royal? Todo aquele que vive da ciência é mesmo cientista?

    altA realização de numerosos experimentos cruéis, onde se mutilam, esquartejam, cegam, queimam e matam milhares de animais, diminui as despesas dos laboratórios, pois é menos caro que experimentos in silico (simulação com computador)ou in vitro (ensaio com culturas).

     

  • Dom João intimado

    altDom João Baptista, como Dom Hélder Câmara e outros Bispos brasileiros, entendia que a luta pela Justiça e pela Igualdade é uma luta cristã, como também é cristã a repulsa aos abusos contra e pessoa humana.

  • Classes e luta de classes: nascimento do capital

    altOlhando com atenção a experiência histórica de nascimento do capital e sua evolução em capitalismo, podemos concluir que a burguesia, isto é, a classe capitalista, surgiu da classe comercial presente no feudalismo.

  • Tradutor de neoliberalês para discursos sobre petróleo

    altO neoliberalês foi criado exatamente para suportar a exploração de massas ingênuas. Além da linguagem e da teoria, era preciso possuir o veículo transmissor da deturpação dos fatos com capilaridade máxima.