Edição 882

  • Depois de 1848, nada novo (1)

    altO caráter anti-cognitivo histórico, divergente do materialismo histórico, visa negar o desenvolvimento justo da sociedade. É avesso a considerar o fator trabalho como principal categoria do conhecimento histórico.

     

  • Quem é o Brasil?

    altConstantemente, ouvimos dizer: o Brasil cresceu; o Brasil parou; a dívida do Brasil tem se mantido alta; os interesses do Brasil têm que ser preservados; as terras do Brasil são férteis; e por aí vão, referências e mais referências ao Brasil, como se se tratasse de uma figura que reúne todos nós.

  • O Leilão do Pré-sal e o Sistema Internacional

    altO Brasil trouxe à exploração de Libra empresas cujos históricos de atuação internacional não lhes conferem prestígio e cujos respectivos Estados nacionais dispõem de arsenal militar e poder desproporcional ao brasileiro.

  • ‘O patrimônio público está sendo entregue aos grupos econômicos, sem contrapartida e compromisso’

    altNa segunda parte da entrevista com Ildo Sauer, o Correio discute outras áreas essenciais da infraestrutura. “Dilma está privatizando energia”, alerta, apontando ao sacrifício imposto a Furnas e Chesf.

  • A polêmica sobre Libra

    altO consórcio é obrigado a partilhar com a União apenas a parte restante do óleo, que seria o “lucro líquido”, em petróleo. Importante destacar que os royalties serão em dinheiro e esse valor estará igualmente incluído como custo de produção.

  • Estados Unidos e Síria – o estranhamento nos anos 60

    altNa visão da Casa Branca, três países durante a década de 60 estiveram mais próximos do Kremlin: Egito, Síria e Iraque. Os ânimos acirrar-se-iam mais ainda depois da Guerra dos Seis Dias, em junho de 1967.

  • O desafio de fazer valer o Estatuto da Juventude

    altO executivo e o legislativo, ao aprová-lo às pressas, demonstraram certo “analfabetismo político funcional”. Organizações e movimentos da juventude reivindicavam um estatuto que garantisse direitos, não uma carta de intenções que tirasse.

  • Eleição 2014 e religião

    altNa campanha presidencial de 2014, veremos reprisar o que tanto afetou a de 2010: o fator religioso. O aborto e outros temas ligados aos direitos reprodutivos e à sexualidade são apenas o biombo que encobre algo muito mais ameaçador: o fundamentalismo religioso como força política.

     

  • Biógrafos e biografados

    altHoje, tudo que era para ser público – terra, água, ar, florestas, rodovias, saúde etc. – tornou-se privado. E tudo que era para ser privado – intimidade das pessoas, sua vida sexual particular, sua vida familiar etc. – tem que ser público.

  • A mineração protagoniza uma das mais violentas devastações da nossa história

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  • Libra: Day After

    altOs custos de produção do consórcio responsável pelo campo são ressarcidos em petróleo e, desse modo, o que o consórcio é obrigado a partilhar com a União é apenas a parte restante do óleo, que representa o que seria o “lucro líquido”, em petróleo, da produção.

  • ‘A questão pedagógica está no foco dos professores e é até maior que a salarial’

    altUm embate entre governos de plantão e suas políticas de Estado mínimo e uma categoria que não só defende salários melhores como discute o modelo de educação. Em parceria com a Central3, conversamos com Ivanete Silva, do Sindicato dos Professores do Rio (Sepe).

  • ‘No maior campo de petróleo já descoberto do mundo, Dilma conseguiu anular até os avanços de Lula’

    altO que realmente aconteceu no dia 21 de outubro de 2013, com o primeiro leilão do pré-sal? É para responder a esta pergunta que, novamente, o Correio conversou com o engenheiro e atual vice da Associação de Engenheiros da Petrobras, Fernando Siqueira.

  • Classes e luta de classes: feudalismo

    altOlhando-se com atenção, o feudalismo constituiu uma formação social e política conflituosa, não apenas em sua origem, mas também em seu desenvolvimento.

  • Bloqueio a Cuba

    altQuando se viu Cuba, através de seu governo monocrático, fazer algum apelo dirigido aos trabalhadores da América do Norte? Por que esses trabalhadores não impediram que se desse o bloqueio a Cuba?

  • ‘Governo tucano e reitoria terão que aprender a negociar com movimentos estudantis na USP’

    altA USP voltou a ser posta de manifesto, após a decisão do movimento estudantil em ocupar a reitoria, em moldes diferentes de 2011. O Correio conversou com Luisa D’Avola, uma das portavozes do DCE uspiano.

  • Vandalismo e minhocas

    altÉ didático lembrar que o capital é também muito violento. Pra falar só do varejo, veja-se o caso de um banco, com seus juros contra o cliente, os pacotes de produtos inúteis que este é forçado a comprar

  • Petróleo: a história se repete

    altMais uma vez a presidente Dilma decidiu imitar FHC, pois, além de privatizar o petróleo, chama o exército contra aqueles que denunciam o entreguismo, como o tucano fez em 1995. Além disso, alimenta a judicialização e a criminalização por parte da mídia.