Edição 881

  • Plebiscito Popular

    altAnte a recusa do Congresso Nacional em aceitar um Plebiscito legal, conforme estabelece a Constituição Federal, para decidir sobre sua convocação, os movimentos sociais deliberaram realizar um Plebiscito Popular por uma Assembleia Nacional Constituinte, exclusiva e soberana.

  • Belo Monte, Marina e os Black Blocs

    altSe eu pudesse, eu mesmo ajudaria a quebrar, a reduzir a pedacinhos o paredão de concreto armado que destruirá as praias e os ecossistemas de corredeiras da Volta Grande do Xingu. Bárbara mesmo é a construção dessa barragem.

  • Paradoxos

    altFoi dada a largada da corrida eleitoral para o cargo de gerente da colônia Brasil. Dilma, Marina, Campos e Aécio procuram sinalizar posições simpáticas à comunidade financeira, representada pelos bancos e multinacionais.

     

  • ‘A internet é a mesma revolução da prensa de Gutenberg’

    ‘Estamos num processo de extinção massiva do papel. O número de grandes jornais impressos vai cair muito rapidamente nos próximos poucos anos’(...) ‘Junho marcou o fim simbólico da mídia. Ela não é mais a mediadora da comunicação. O modelo está em implosão. Com o tempo, as redes sociais serão o caminho’.

     

  • Ação Popular contra o Leilão de Libra

     

    O Correio publica o protocolo da ação popular com pedido de liminar para sustar o leilão de Libra, já subscrita por diversas personalidades, dentre elas, o engenheiro Ildo Sauer e o jurista Fábio Konder Comparato. Ação ajuizada nas cidades de São Paulo, Curitiba e Brasília, tendo como autores Roberto Requião, Fábio Konder Comparato, Samuel Pinheiro Guimarães, Carlos Lessa, Fernando Siqueira, João Moraes, Paulo Metri, João Pedro Stédile e outros.

     

    O protocolo está em formato pdf, clique aqui e veja o arquivo.

  • Libra e Dilma

    A semana do dia 21 de outubro pode marcar um momento histórico. Aquele onde se terá registrado a maior privatização da história do Brasil. Agora, no setor do petróleo.

     

  • Frankfurt: escritor mostrou o Brasil real

    altÉ uma peça exemplar, antológica, que reproduzo quase na íntegra, poupando os leitores de algumas passagens que, até por serem dispensáveis, tirariam o impacto do principal: o raio-X de um país profundamente injusto e desumano.

  • 15 de outubro de 2013, São Paulo: a “batalha da algema”

    altO mesmo lúmpen intelectual que se jubila com o vídeo de um bandido sendo baleado, irresponsavelmente turbinado pelos meios de comunicação, é quem dá aval a esse tipo de política do atordoamento, essa estética do gás lacrimogêneo.

  • A recente afronta aos direitos e à vida dos povos indígenas e quilombolas no Brasil

    altNessa situação política e social, na qual os direitos sociais são sistematicamente violados, percebe-se que os governos direcionam sua ação política para assegurar a "governabilidade", que não dá conta da diversidade identitária do Brasil.

  • Jogo do poder‏

    altA eleição de 2014 está fadada a se reduzir a uma competição de caciques políticos. Nos bastidores, as coligações, de olho em maior tempo de TV, serão armadas à base de promessas na distribuição dos ministérios, caixa 2, loteamento de cargos.

  • O leilão do pré-sal: a privatização na América do Sul e o modelo chinês

    altA propaganda oficial, em apoio ao leilão do petróleo, oferece um mundo de conquistas; todavia, não passa de ilusões habilmente construídas a partir da manipulação da história, confundindo a população com promessas de royalties para este ou aquele setor.

  • Vargas, Petrobras e o campo de Libra

    altNa sua Carta-Testamento, deixada ao povo brasileiro na manhã fatídica de 24 de agosto de 1954, quando dilacerou com um tiro seu próprio coração, Getulio Vargas disse: “tentei criar a potencialização de nossas riquezas através da Petrobrás e, mal esta começa a funcionar, a onda de agitação se avoluma”.

  • ‘Governo está promovendo, com o pré-sal, a maior privatização e entrega da história’

    altO Correio entrevistou Ildo Sauer, em conversa sobre o leilão do pré-sal. “O hibridismo do projeto fernandista com o lulista/dilmista coloca um contexto no qual o governo, agora, promove o leilão parcial do petróleo já encontrado, coisa que nenhum país faz”.

  • Chile: é tempo de se fazer memória

    altA integridade, a postura política e a coragem de Salvador Allende, bem como a tragédia chilena, têm conteúdo forte. Levam à reflexão. Podem e devem inspirar as forças políticas em gestação no seio da juventude.

     

  • Classes e luta de classes: patriarcado e escravismo

    altFoi, em geral, a luta de classes entre os homens livres pobres e a aristocracia proprietária que promoveu experiências como a fugaz democracia grega (que não incluiu os escravos) e a vasta propriedade camponesa chinesa.

  • Um dia da caça, outro do caçador

    altO Serviço de Inteligência brasileiro mostrou que é tão bom quanto a NSA, CIA e Agência canadense, pois conseguiu interceptar o que estava sendo interceptado por elas. Tratava-se de um correio eletrônico, cujo conteúdo, já traduzido para o português, é mostrado a seguir.

  • A entrega do Campo de Libra

    altA área de exploração do Campo de Libra é um reservatório totalmente conhecido, delimitado e estimado em seu potencial de reservas em barris. Ou seja, esta área não é um bloco onde a empresa petrolífera irá “procurar petróleo”. Em resumo: um negócio excelente para estas empresas, e péssimo para o país!

Por que a política nacional do petróleo, a cargo da Agência Nacional do Petróleo (ANP), é contrária aos interesses nacionais e dirigida a favor das transnacionais estrangeiras de petróleo?