Edição 879

  • Crianças robotizadas

    altA diferença com as gerações passadas é que, agora, o protagonista da fantasia não é a criança. É a animação do desenho virtual, como se a tecnologia “soubesse” por ela. A criança é relegada à condição de mera espectadora. A fantasia não brota dela.

  • Profissão: marxista

    altEsses “marxistas” profissionais não se prestam a esclarecer o que foi a Revolução Russa, ou a chinesa, ou a cubana, ou a Guerra Civil na Espanha, ou a criminosa tese do caminho pacífico para o socialismo, que redundou, entre outros trágicos episódios, nos golpes no Brasil, na Indonésia e no Chile.

  • Sob o signo de Francisco

    altPelos sinais emitidos, aos poucos o Papa Francisco, com firmeza e convicção, vai direcionando suas propostas de mudanças, que prometem ser urgentes e amplas.

  • Os juristas da sereníssima República

    altComo Pilatos no credo, o Supremo julgou como alheia a sentença que também é sua. Nem tanto pela sorte dos réus, já condenados no tribunal da consciência crítica da cidadania, mas pela dilatação de um padrão de política e uma tradição procedimental.

  • Síria: esperanças de paz

    altMesmo com a oposição dos milicianos radicais e da Arábia Saudita, Qatar e demais monarquias do Golfo, há chances de uma conferência para terminar a guerra da Síria. O momento é favorável. Se houver apoio decidido dos EUA, a paz pode chegar.

  • As escolas norte-americanas

    altAlém das intervenções militares, “cooperação” econômica, avassaladora atuação das grandes empresas de mídia, corrupção etc., o imperialismo norte-americano tem duas importantes escolas atuando na América Latina.

     

  • Salário mínimo, uma conquista

    altEm agosto deste ano, o menor salário pago deveria ser de R$ 2.685,47, ou seja, 4 vezes o valor do mínimo em vigor, de R$ 678,00. Este seria, hoje, o salário mínimo justo

  • A realidade é outra

    altFaz tempo que Dilma cede aos carteis mundiais. Consolidou a destruição do Estado, intensificada a partir de Collor, conforme o modelo imposto pelos saqueadores: o Estado desmonta suas estruturas.

  • Violência se combate com rosas? Não, com violência

    altA tática Black Block ainda é incipiente, isolada, mais quebra-quebra que algo sistemático. Precisa sistematizar, organizar. É preciso que a PM sinta na pele a reação popular. Que sinta medo, que aprenda quem manda. A PM tem que apanhar.

  • O atual Modelo Energético Brasileiro

    altA energia é vista como mercadoria e não como bem público. Assim se produzem graves injustiças. Essa lógica, que persiste na geração, transmissão e distribuição da energia, não se preocupa com a sustentabilidade social e ambiental, apenas com o "progresso" econômico medido pelo rendimento final e fantasiado na renda per capita que esconde quem se apropria da riqueza.

  • Estados Unidos-Síria: a antiga parceria frustrada

    altFranceses e britânicos tiveram de chegar a um entendimento sobre a retirada mútua de tropas do território sírio. Antes mesmo da completa efetivação da saída, a Síria pediu auxílio aos EUA, com o fito de treinar suas próprias tropas.

  • Otimismo ou cegueira?

    altTudo exige reformulações no atual planejamento do governo, assim como projetos executivos. Nada que se possa fazer num passe de mágica. S erá uma cegueira supor que a ofensiva da direita foi revertida.

  • ‘A homologação e demarcação de terras estão, a cada dia, mais dramáticas para nós indígenas’

    altPara discutir o momento, no qual tramitam diversos projetos que visam restringir direitos indígenas e colocar sua arbitragem nas mãos de políticos-latifundiários, o Correio conversou com Sonia Guajajara, da Articulação dos Povos Indígenas.

  • Alemanha: conservadores e socialdemocratas juntos no "Modelo Teutônico"

    altGraças, sobretudo, ao colaboracionismo dos "companheiros" socialdemocratas, que preferem o neoliberalismo de Merkel no lugar de um governo de centro-esquerda formado por SPD, Verdes e Die Linke, já majoritário no Parlamento, com 319 deputados.