Edição 876

  • Civilização do Automóvel

    altÉ hora de nos colocarmos de pé e bradarmos, veementemente, por uma mudança radical na política de mobilidade urbana, clamando por mais e melhores transportes coletivos e menos automóveis.

     

  • Estados Unidos: sem novidades no front da espionagem

    altSem sombra de dúvida, não se pode aguardar que o país possa no curto prazo fazer frente ao modo de supervisão de dados digitais dos Estados Unidos. Todavia, a sociedade não pode aceitar o atual ritmo governamental com vistas ao aprimoramento tecnológico.

  • Assassinato de funcionário da Unifesp é mais um retrato da falência do modelo repressor de segurança pública

    altO estado de SP se deparou com seu próprio caso Amarildo, com ligeiras diferenças, mas o mesmo ponto convergente: o completo descontrole da violência policial. Para tratar do caso, o Correio entrevistou Mauricio de Oliveira, membro do DCE da Unifesp.

  • Os Black Blocks e as polarizações equivocadas

    altQueremos inverter a lógica: diante da repressão da mídia e do Estado, é preciso defender todas e todos que se colocam do mesmo lado da trincheira, indiferentemente de termos acordo integral com suas ideias e práticas.

  • ‘Tenho dúvidas se o objetivo da lei que proíbe protestar de máscara não é gerar mais violência’

    altSob a desculpa da violência, a Assembleia Legislativa do RJ aprovou lei que criminaliza o uso de máscaras em atos políticos – sancionada pelo governador Cabral. Pra debater o assunto, o Correio conversou com o vereador Renato Cinco.

  • A anatomia da elitização dos estádios

    altHá décadas se institucionalizou um preconceito de classe brutal dentro dos estádios de futebol e, só após a instauração de uma verdadeira barbárie, o debate da elitização do seu público parece ter vindo, de fato, à tona.

  • Espaços urbanos

    altSurge um novo conceito:oAtoll, um supershopping. “Ecologicamente correto”. A filosofia de marketing é simples: saia de sua casa apertada, do estresse familiar, e ingresse no Jardim do Éden do consumismo.

  • Caem as máscaras

    altDe fato, as máscaras caem. E não são aquelas dos manifestantes, conforme os desejos dos parlamentares da Alerj. É apenas a desfaçatez dos dominadores, que mais uma vez mostram, sem puderes, a sua cara.

  • Por trás da demonização de Assad

    altÉ de se crer que por trás da fúria anti-Assad estejam razões políticas. Enfraquecer o Irã via queda de Assad atenderia também aos satélites Israel, Arábia Saudita, Emirados Árabes, Bahrein e Kuwait. Todos eles não veem a hora de Obama ordenar a partida dos mísseis

  • Cancelar o leilão do Campo de Libra é o mínimo que faria um governo soberano

    altObserve-se o absurdo da situação. O governo norte-americano espiona o leilão. A presidente da República reage verbalmente. Mas nenhuma providência é adotada para salvaguardar o interesse nacional e a lisura de uma relação econômica.

  • Devolvam o 11 de setembro para o Chile!

    altEnquanto os parentes de presos desaparecidos acendem velas, se preparam para marchar, protestar ou simplesmente chorar em silêncio as penas passadas, velhos fantasmas coniventes ou ativos do governo autoritário circulam livremente.

  • Chile: 40 anos do golpe militar

    altQuarenta anos após 1973, por razões diversas, da esquerda reformista à revolucionária, nenhum grupo político-ideológico envolvido nos fatos encontra-se em condição de apoiar fortemente esforço para lançar luz sobre eles

  • Ainda sobre os Black Blocs

    altMuita gente não gostou que eu tenha chamado de fascistas os black bocks, black blocs ou black blocks. Talvez tenha certa razão. O mais correto teria sido dizer que eles demonstram tendências fascistas.

  • Hesitação culposa de Dilma

    De acordo com as notícias dos jornais, Dilma Rousseff ainda não decidiu se irá ou não visitar Obama nos Estados Unidos. A indecisão já configura um grave erro.

     

  • 7 de setembro mostrou que protestos prosseguem e enfrentam Estado de Exceção policial

    altO Correio conversou com Francisco Santiago, ativista do Grito dos Excluídos e também do Comitê Popular da Copa. “Foi importante, para mostrar que o processo político está vivo, independentemente de se terem mobilizado 200 cidades ou 500, 200 mil pessoas ou 5 mil.

  • EUA, a Espionagem e Dilma: um enigma a decifrar

    altEram necessárias medidas sérias, como suspender todos os leilões em que as empresas americanas estejam interessadas, reestatizar a Embratel, apressar o lançamento do satélite brasileiro e outras. Somos cidadãos de bem ou somos capachos subalternos?

  • Desindustrialização, desemprego e pobreza assombram a Itália

    altO "democrata" Giampiero D'Alia, ministro da Administração Pública, teve a brilhante idéia de "desempregar" 108.000 funcionários públicos e, consequentemente, não renovar os contratos temporários de 150.000 profissionais, que na sua maioria trabalham na saúde e educação.