Edição 873

  • Falso binômio

    altFica evidente que o falso binômio PT versus PSDB, e seus respectivos aliados, não passa de uma manobra para esconder o caráter conservador e enganoso dessa disputa.

  • Primavera?

    altO excessivo entusiasmo com a “democracia de rua”, sem preocupação com o fortalecimento de uma cultura democrática e a construção de instituições capazes de mediar conflitos, faz com que a primavera, precocemente, transforme-se em um tenebroso inverno.

  • ‘Numa sociedade desigual, não basta a filantropia; é preciso fazer a opção pelos pobres’

    altO Correio entrevistou, em mais uma parceria com a webrádio Central3, o frei Gilvander Luís Moreira, conhecido por seu ativismo político e social em MG. “Isso implica, na prática, frear essa idolatria do mercado”.

  • Governo precisa enfrentar operadoras de telecomunicações para garantir marco civil da internet

    altEm entrevista ao Correio da Cidadania, o jornalista Pedro Ekman, do Coletivo Intervozes, analisa o projeto de lei, defendendo-o em seus pontos fundamentais, como a neutralidade da rede, a privacidade e a liberdade de expressão.

  • Contra o sufoco e pela Tarifa Zero, o MPL voltou às ruas

    altAinda se pediam explicações sobre o caso do “propinoduto” do metrô. A aliança entre o MPL e o sindicato dos metroviários também é emblemática, pois mostra o caráter social e político do próprio MPL e de que lado do espectro político ele se encontra.

     

  • Brasil e Nero

    altSe tudo ia bem, por que tantos protestos?
O governo subestimou o senso crítico do povo. Em países desenvolvidos, como Inglaterra, Holanda e Suécia, primeiro o governo assegurou à população bens coletivos, como transporte, educação e saúde. A “linha pública” precedeu a linha branca.

  • Manning: quando denunciar é mais grave do que cometer crimes

    altNo escândalo de Abu Ghraib, que chocou o mundo, o coronel Thomas Papas, supervisor do brutal tratamento de centenas de detentos, foi processado, sim. No entanto, pegou apenas uma multa de 8 mil dólares...

  • A crise brasileira e o momento atual

    altO rei está nu. O que nos falta, contudo, é criar o consenso político necessário à consecução de um modelo econômico alternativo, revendo o conjunto de medidas que foi adotado pelos diferentes governos que, desde Collor de Mello.

  • Desgraça forte ameaça Petrobras

    altDilma vem praticando o maior estelionato eleitoral da história. Durante a disputa presidencial assumiu o discurso contra as privatizações e, com isso, conseguiu superar José Serra. Depois de eleita, patrocina a privatização do petróleo.

  • Equador: o fim da moratória petroleira na Amazônia

    altA medida equatoriana incentivará ainda as pressões sobre as áreas protegidas que existem, por exemplo, no Peru e Bolívia. Também mostra que o país não cumpre as promessas de diversificação produtiva e volta à posição de provedor de matérias primas.

  • Novo imperialismo e estado de exceção global

    Na semana passada, o Secretário de Estado norte americano John Kerry esteve, por um dia, no Brasil, aparentemente para dar explicações sobre a espionagem.  Diz-se aparentemente, porque, na realidade, não deu nenhuma explicação. O Ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, a quem competia exigir, com firmeza, uma explicação, manteve-se calado e numa atitude subserviente. A presidente Dilma também não disse nada. Preocupa-se mais em ser bem recebida por Obama em viagem próxima.

     

  • A quem interessa a baderna?

    altCá entre nós, é estranho que, a essa altura dos acontecimentos, com todo o aparato de “inteligência” existente nas polícias, estas ainda não tenham mapeado quem são os poucos membros dos pequenos grupos que quebram e destroem bens públicos e privados.

  • Desgoverno mundial totalitário

    altO Brasil, transformado em zona passiva da exploração e da opressão imperiais, tem o “privilégio” de votar na urna eletrônica menos confiável do Mundo, e agora seus eleitores vão ser submetidos pela “Justiça” ao cadastramento biométrico, ficando, assim, expostos a mais abusos.

  • Libra: o povo não sabe de nada

    altO desvio de Libra, se o governo teimar em leiloá-lo para as empresas estrangeiras, será maior que o roubo da privatização da Vale, que chegou a US$ 100 bilhões, ou o das teles, que dizem ter sido em torno de US$ 40 bilhões.

  • Enfraquecida, Dilma fica ainda mais refém do capital

    altNa segunda parte da entrevista com o sociólogo Ricardo Antunes, a análise se centra nas movimentações partidárias que se seguiram às manifestações espalhadas pelo país. No centro do debate, o PT e o governo.

  • Hidrelétrica São Manoel: Cronologia de mais um desastre – Parte II

    altNesta segunda parte do imbróglio do processo de licenciamento da UHE São Manoel, ficam patentes as artimanhas, o cinismo e o desespero da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) para viabilizar o projeto em tempo para o leilão de energia de dezembro de 2011.

  • Argentina: turbulências e mentiras

    altO governo de Cristina Kirchner continua operando com o máximo vigor suas políticas de estímulo ao mercado interno, que tem sua contraparte no maior poder aquisitivo da população.

  • Massacre no Egito: o retorno da hegemonia saudita

    altDesta forma, ficou acertado que a ditadura de Mubarak, derrubada em 2011, continua agora sem a física presença do velho general. E que a hegemonia saudita sobre o eixo pró-Ocidente continua prevalecendo no mundo árabe.