Edição 871

  • Paradoxos da qualidade Brasil

    altÉ preciso ouvir a voz das ruas. De nossos jovens, 85,2% consideram a educação prioridade. O governo federal não pode continuar, em matéria de educação, em passos de escola de dança, um para frente e dois para trás, como no caso dos cursos de medicina.

  • “Imprensa golpista”

    altSejamos responsáveis, não procuremos opor à imprensa burguesa mecanismos de controle que assegurem a prática de uma abominável censura. Procuremos, sim, construir uma imprensa proletária que seja, fundamentalmente, democrática.

  • Ela é feita para apanhar. Ela é boa de cuspir

    altEmbora Francisco tenha se esforçado para representar as virtudes da igreja, não há como esquecer a história. Para uma mulher da Idade Média, seria melhor viver séculos antes, em Esparta, a este período.

  • As organizações hegemonizadas pelo governismo: cada vez mais governistas?

    altSob o fantasma do avanço das forças conservadoras, a maioria das organizações com histórico inegável de mobilização e luta optou claramente por fincar os pés onde já está há uma década.

  • Como foi desmontada a Petrobrás

    altMentiam, os defensores da entrega do petróleo, apontando como prova da concorrência o surgimento de empresas nacionais de petróleo. Hoje não constitui segredo a vinculação destas aos clubes de investimentos internacionais aos oligopólios petrolíferos internacionais.

     

  • Guantánamo, número 2

    altÉ de se admitir que Obama precisa concentrar esforços para conseguir tirar Guantánamo do mapa. Os senadores e deputados republicanos não são nada fáceis de vencer.

  • A mídia e o Estado laico na visita do papa

    Em meio a tudo isto, ligamos a TV na Globo e Globonews e nos deparamos com 24h de programação voltada para o papa. Abrimos os principais portais da internet e somos inundados por carolice transbordante. O resto merece nota de rodapé. Se muito.

  • Rio de Janeiro e seus Amarildos: o retrato do desmanche de uma farsa

    Nos últimos anos, a cidade do Rio de Janeiro esteve particularmente afinada ao modelo de desenvolvimento brasileiro, que aprofundou a lógica neoliberal a partir de negócios e parcerias entre o Estado e o grande capital, com privilégios escancarados ao último, ao mesmo tempo em que reforçava o Estado Policial.

  • Uruguai: ‘Maruja’ e José, a política de paraísos artificiais

    altA confusão aumenta quando alguns setores radicais acreditam que devem simplesmente se opor a esta lei sobre a maconha. É deixar de ver o problema principal.

  • Amarildo revela as entranhas das UPPs

    O caso Amarildo desmascara o caráter antissocial e racista da política de segurança brasileira. A ilusão de que as UPPs seriam uma resposta efetiva à impotência do Estado no combate ao crime organizado não durou muito.

  • ‘Descontentamento monumental faz emergir era de rebeliões no Brasil’

    altPara discutir o momento das mobilizações no país que se dizia descolado da conjuntura mundial, o Correio conversou com Ricardo Antunes, em entrevista de duas partes. Na primeira, ele analisa as razões que fizeram explodir a revolta.

  • O MST, a reforma agrária e o neodesenvolvimentismo

    altO plano político-institucional, o MST esgotou definitivamente o seu papel emancipatório. Mas isso não quer dizer que não possa reassumi-lo. Para tanto, é preciso reconhecer a necessidade de se retomar e mesmo recriar formas mais ofensivas de luta.

  • Golpe Militar - O Egito eclodido

    altDesde a derrubada Mubarak, em 2011, o Egito se converteu em mais um campo de batalha da guerra travada pelos EUA contra o resto da humanidade. A crítica situação do país está longe de ser definida. A mobilização popular permanece. A repressão governamental está acirrada.

  • A CIA e o controle do clima

    altO interesse da CIA pela manipulação do clima não é novo, mas essa participação é significativa devido às implicações bélicas que se têm da possibilidade de manipular o clima e a pressão atmosférica, e à pressão que estão exercendo os proponentes da geoengenharia nos EUA.

  • Frutos da jornada

    altFrancisco iniciou a reforma da Igreja pelo papado, como quem está convencido de que, para mudar o mundo, é preciso primeiro mudar a si mesmo. Agora, há algo de novo na barca de Pedro, cujas velas são tocadas pelo sopro do Espírito Santo.

  • Empreendedor modelo

    altEsse tipo de campanha, além de promover a existência de uma camada social com maior poder de consumo, produz também a ideia de que no capitalismo todos estão aptos a atingir patamares superiores. Escondem, esses senhores, que o sucesso de alguns é de natureza lotérica.

  • Erro grosseiro?

    altInfelizmente, o Plano Nacional de Educação, ora em tramitação no Senado, pode receber uma alteração nada desprezível: excluir a palavra “pública” após “educação”. Essa exclusão foi proposta pelo senador José Pimentel (PT-CE).

  • Desafios não faltam

    altMas é a superação deles, sem dúvida, que vai dizer se o PT está disposto a retomar o caminho de sua emergência no cenário político brasileiro ou vai seguir o triste caminho da socialdemocracia europeia.

  • A esperada lição papal para o novo século

    altAguarda-se uma igreja menos hierarquizada, com a responsabilidade de distanciar-se do período paulino-beneditino, logo, mais pastoral e não tão dependente da burocracia da cúria.