Edição 870

  • ‘Nós temos muitos dados e provas para colocar todo o esquema do propinoduto abaixo’

    alt“São fatos que certamente fortalecem muito as lutas. Vamos reforçar o assunto do propinoduto, exigir soluções e a devolução do dinheiro aos cofres públicos, que ajudariam muito a resolver alguns problemas que aguentamos há muito tempo”, disse ao Correio da Cidadania o vice-presidente do Sindicato dos Metroviários, Sergio Renato Magalhães.

  • Sob a vigilância atenta da NSA e do FBI

    altEstamos a pouco do 50º aniversário da Marcha Sobre Washington pelo Trabalho e a Liberdade, data em que se comemora a passeata histórica na qual Martin Luther King Jr. pronunciou o famoso dicurso. É importante recordar até que ponto King estava na mira do aparelho de espionagem.

  • O papa Francisco no Brasil

    altNosso povo não precisa tanto de bispos professores de elevada instrução. A Igreja precisa de “pastores”, profundamente evangelizados, mas comprometidos com a pastoral social, com o povo. Sem isto, mudanças serão retardadas ou, pior, poderão provocar novo retrocesso.

  • ‘Em vez da sexualidade, a Igreja deveria priorizar os problemas de justiça social’

    altEm entrevista ao Correio, Regina Soares Jurkewicz, da organização feminista Católicas pelo Direito de Decidir, analisa as nuances do novo papado e as ideias até aqui. “Ainda percebemos um conservadorismo, que se fortalece com a presença de um papa carismático”.

  • “Cura gay”, modesta contribuição

    altSaiba, Feliciano, que Alan Chambers, ex-presidente da associação Exodus International, destinada a curar gays, declarou em junho deste ano que também é gay, pediu perdão pelos sofrimentos causados a homossexuais e fechou a entidade.

  • A Europa entra em ação contra os assentamentos

    altNeste mês, a Europa passou das palavras à ação, vibrando um duro golpe nos assentamentos israelenses na Palestina. Determinou sua exclusão nos acordos entre a Europa e Israel, em qualquer área: econômica, esportiva, acadêmica, científica e cultural.

     

  • Onde está Amarildo? Onde estão os “desaparecidos”?

    altSão muitos os Amarildos desaparecidos na região metropolitana do RJ. Cada favela, periferia, subúrbio, tem suas histórias de pessoas desaparecidas. Seria interessante construir uma geografia ou cartografia dos desaparecimentos.

  • Porto Alegre e as mobilizações de junho

    altA relação do PT e de seus governos com as massas nunca mais será a mesma. Quem corre contra o tempo agora são os governos e os partidos do social-liberalismo ou da direita tradicional. Quanto mais perto das eleições mais evidentes ficam suas possibilidades de fracasso

  • Desenvolvimento ou Semi-colônia? Acordo YPF-Chevron

    altQuando o governo argentino expropriou 51% da empresa Repsol, da Espanha, falou da nacionalização do petróleo e da recuperação da soberania; no entanto, agora, assinou contrato com a empresa estadunidense Chevron, oferecendo-lhes vantagens inéditas.

  • Quem mudará: a igreja ou os jovens?

    altA Igreja, para atrair jovens, deve renovar sua postura nesse mundo globalizado, pós-moderno, do século XXI. Para isso basta aplicar as decisões do Concilio Vaticano II e valorizar o protagonismo dos leigos, sobretudo dos jovens, na missão evangelizadora.

  • Francisco na “Cidade Maravilhosa”: seu populismo conservador permitirá o milagre de reverter a crise da Igreja?

    altOs cardeais foram astutos ao designar um papa sul-americano: Bergoglio repete em nível eclesiástico o clássico repertório teatral do político latino-americano populista de direita. Insistimos: estamos diante de um “clássico” da política latino-americana.

  • ‘Os dirigentes do PT estão de um lado e a presidente de outro. E isso é muito grave’

    altO Correio da Cidadania entrevistou a cientista política e professora aposentada da USP Maria Victoria Benevides, uma histórica militante do PT, que mostrou grande apreensão com o atual momento do partido e a situação de isolamento em que se encontra a presidente Dilma.

  • Socorro, o piloto sumiu!

    A incapacidade de mudar uma peça de seu inexpressivo ministério para ajustá-lo às novas exigências da conjuntura revela sua absoluta impotência para enfrentar a guerra civil que tomou conta do PT – dividido em seis chapas que se digladiam pelo controle da sigla – e a conspiração permanente de sua base aliada.