Edição 868

  • CUT e o neopeleguismo

    altEm uma aliança capital-trabalho um dos dois haveria de sobrepor-se e o que se teve foi a sobreposição dos interesses do capital. Essa política de capitulação levada a cabo pelo PT e o PCdoB seria inexequível, caso não fosse acompanhada de uma mudança similar na CUT.

  • Operação dedo-duro

    altSilenciosamente, o governo Obama vem implantando gradualmente seu “Programa de Ameaças Internas”. Ele visa fazer com que os milhões de militares, funcionários federais e de empresas contratantes denunciem ações suspeitas de colegas, com base em técnicas de análises de comportamentos.

     

  • Estados Unidos: o injustificado desmerecimento da democracia

    altSe o estado de tensão entre norte-americanos e soviéticos foi alcunhado de Guerra Fria, nos dias atuais não há uma identificação terminológica definitiva entre os Estados Unidos e o extremismo religioso.

  • Espionagem dos EUA: liberalização comprometeu soberania nacional

    altNa opinião de Milton Temer, as revelações de Snowden apenas confirmam o que já estava insinuado pelo Wikileaks. Na entrevista que concedeu ao Correio da Cidadania, Temer analisa ainda a postura do governo brasileiro e seu chanceler Antonio Patriota.

  • Boas-vindas ao Papa Chico

    altAssim como seus discursos sofrem, agora, modificações em Roma para estarem mais afinados com o clamor da juventude brasileira, tomara que o senhor altere aqui o programa que lhe prepararam e dedique mais tempo ao diálogo com os jovens.

  • A opção do PT

    altUma década no poder é tempo mais do que suficiente para fazer um balanço da suposta “disputa” e patentear as opções de classe que nortearam as decisões e as omissões da gestão petista. O retrospecto é inequívoco.

  • Sobre o “mensalão”, o lulismo e a ingratidão das elites

    altAs forças governistas de esquerda têm tentado aproveitar os ataques hipócritas de parte das elites nacionais, conhecidamente reacionárias, para sustentar a posição de vítimas de uma cruel e injusta perseguição promovida por uma elite reacionária que não aceita a ideia do “povo no poder”.

  • Quanto o Brasil realmente investe em educação pública?

    altMuitos fatores contribuem para fazer com que os investimentos educacionais efetivos (aqueles que são transformados em salários de professores e demais trabalhadores da área, instalações e equipamentos escolares, atendimento dos alunos etc.) fiquem abaixo daqueles 5,3% do PIB.

  • Mercosul, Unasul e a indecisão do Brasil

    altPara uma América Latina emancipada dos grilhões neocoloniais, é decisivo contar com o Brasil. Porém, isso não será possível a não ser a conta gotas enquanto não se resolva a favor da América Latina o conflito entre aqueles dois projetos em pugna.

  • Mídia abafa corrupção no Metrô/SP

    altÉ como se o caso fosse recente e tivesse pegado de surpresa o grão-tucano. A operação abafa – já utilizada nos escândalos da privataria tucana, do aspone Paulo Preto e de tantos outros – está em curso novamente!

     

  • Síria: guerra civil ou como destruir a primeira democracia do Oriente Médio

    altNesta segunda parte de uma detalhada análise sobre a Síria, um dos palcos atuais do xadrez imperialista, e sob intensos conflitos internos, o historiador Ramez Philippe Maalouf aborda a crise do modelo neoliberal no país.

  • Snowden revela apenas que os EUA são antidemocráticos

    altAgora a Casa Branca entrou em um frenesi sem precedentes, que ameaça não só os seus rivais, mas também seus aliados, ignorando todas as normas legais e diplomáticas.

  • ‘Queremos do Estado a garantia de direitos civis básicos que na favela não são respeitados’

    altA ação na Maré culminou na morte de 10 pessoas. No dia 2, um ato ecumênico reuniu cerca de 5 mil pessoas para protestar contra a incessante carnificina estatal. O Correio publica entrevista realizada com Edson Diniz, diretor da Redes de Desenvolvimento da Maré.

  • A crise e a dívida pública

    altSe os dados acima impressionam, veja os atualizados: de janeiro a fevereiro deste ano a dívida pública subiu mais R$ 26 bilhões, atingindo R$ 1,95 trilhão! E a previsão é de que alcançará a cifra de R$ 2,24 trilhões até o fim do ano!

  • Reformular os investimentos

    altO problema consiste no pequeno espírito animal do empresariado e do governo brasileiros. Isto pode impedi-los de investir em pesquisas de mercado e de aproveitar as oportunidades existentes.

  • As esperanças ignoradas da “nova África do Sul”

    altA mudança prometida pela Alliance não abordou a questão social. De fato, o ANC retirou o tema da redistribuição da riqueza de sua agenda e, a respeito de 1994, as desigualdades só aumentaram.

  • A greve geral foi vitoriosa em Porto Alegre; um avanço para a luta dos trabalhadores

    altA ação dos piquetes de rodoviários foi efetiva, sem que precisasse ser furado um só pneu, e os sindicatos foram decisivos para paralisar suas bases. O clima político era de greve, mais forte do que as greves gerais dos anos 80.