Edição 867

  • Na contramão das ruas

    O establishment político parece não acreditar que o povo tenha vencido a letargia e esteja de fato disposto a mudar o Brasil. Interpreta as manifestações como uma catarse generalizada que em breve se esgotará por si mesma. Passa ao conjunto da população indignada a lição de que a próxima “bronca” terá de vir com força redobrada. Tempos turbulentos se vislumbram no horizonte!

     

  • A invasão da futura sede da CBF

    altAlém da saída de Marin, a FNT também exige a revogação da Lei Geral da Copa, a transparência e uma prestação de contas da CBF. Em outras palavras, pedem uma abertura da política e das contas da entidade.

     

  • A mentira do Cardeal

    altDesmontar o império da mentira que dá sustentação ao capitalismo não é um trabalho tão fácil assim. Mesmo assim, não devemos abdicar da nossa tarefa de transformar o povo explorado e oprimido em gente consciente.

  • Plano de Transporte? Para quê?

    altMontar um conselho é boa ideia, mas será que este é capaz de mudar a forma como as decisões são tomadas? Os desafios vão muito além: integração de esferas de governo e municípios, no caso das regiões metropolitanas; transparência e controle social; planejamento de longo prazo...

  • Lei Antiterrorismo, exigência dos organizadores da Copa, preocupa Comitê Popular

    altNo segundo capítulo da parceria entre o Correio da Cidadania e a webrádio Central 3, entrevistamos a advogada e representante do Comitê Popular da Copa do Mundo – SP, Juliana Machado.

  • Estados Unidos: a discreta retirada do Afeganistão

    altO Afeganistão prepara-se para a retirada da maior parte dos efetivos norte-atlânticos até o próximo ano. A herança é bastante desanimadora, visto que a estabilidade política não foi atingida, nem o fundamentalismo contido.

  • Com amigos assim, a Europa não precisa de inimigos

    altMerkel não quer brigar com Obama – só exige um pouco de respeito. E Hollande precisa da boa vontade norte-americana para convencer o FMI nos acordos econômicos com a França. O dano maior será sofrido pelas empresas dos EUA provedoras de serviços de internet.

  • ‘Mesmo burocrática e governista, greve geral é positiva’

    altO Correio da Cidadania continua a tratar do novo momento de lutas sociais, com a entrevista ao advogado Jorge Luis Martins, ex-CUT e hoje na Intersindical. “Na verdade, as centrais saíram às ruas quase que por instinto de sobrevivência”, disse, em suas avaliações despidas de qualquer euforia.

  • As vantagens da luta popular

    altOs gatilhos são diversos e, na maior parte das vezes, mascaram problemas e reivindicações mais profundos. Mas são a condição preliminar e básica para qualquer mobilização massiva e para qualquer rebelião ou revolução popular. Porém, não a única.

  • Francisco, o papa tardio

    altA Igreja dos pobres e para os pobres, como quer Francisco, aquele que vai a Lampedusa, parecia ter ficado no passado. Ele parece extemporâneo. A América Latina parece ter chegado tarde demais a Roma.

  • Manifestações urbanas e questão agrária

    altVou fazer breves considerações de fatores que são externos ao espaço físico das cidades, mas que lhe são fortes condicionadores das condições de vida: a estrutura da propriedade e do uso da terra rural atualmente em vigor.

  • O que está em disputa? O destino do governo Dilma? Ou o das mobilizações?

    altO que está em disputa é qual será a dimensão da entrada da classe trabalhadora em cena. E quais serão as repercussões da greve geral na consciência de milhões de jovens que foram às ruas

  • Hoje na Argentina

    altEsse capital parasitário, que resiste em reverter sequer uma parte das suas utilidades ao país, não aceita medidas reguladoras do governo que de alguma maneira possam colocar limites às suas especulações.

  • Protesto! E o que proponho?

    altFoi preciso o  Brasil ir às ruas para a presidente Dilma propor a reforma política, a  primeira medida estrutural em 10 anos de governo petista. Agora faltam as  demais: agrária, tributária  etc.

  • Decifrando Libra

    altProssegue a insistência do capital internacional pela usurpação da nossa riqueza. A nova conquista perseguida agora é a retirada da Petrobras da posição de operadora única do Pré-Sal. Dilma “privatiza e desnacionaliza” Libra.

  • Há vaga para Lenine

    altNão há dúvida de que as últimas semanas que sacudiram o Brasil atualizaram a luta de classes num país que se esgarça na barbárie capitalista, resultado da transição conservadora da ditadura para a “democracia”.

  • ‘Lutas devem seguir, já que governo não pretende atender demandas populares’

    altSeguindo os ventos das mobilizações de massa, pela primeira vez em longuíssimo período de tempo as centrais sindicais convocaram um dia nacional de lutas. O Correio da Cidadania entrevistou Paulo Pasin, membro do Sindicato dos Metroviários de SP.

  • Golpe de Estado no Egito: fazendo a revolução antes que o povo a faça

    altO golpe militar contra Mursi preveniu a possível ruptura da ‘paz’ com Israel, assegurando a hegemonia regional dos EUA, impedindo que uma verdadeira revolução libertasse os egípcios da opressão estrangeira.