Edição 866

  • Criação da Agência Nacional de Segurança Nuclear

    altA Articulação Antinuclear Brasileira, integrada por entidades, indivíduos, movimentos socioambientais e pesquisadores, foi criada em 3 de maio de 2010. No manifesto declaramos nossa firme oposição à retomada do Programa Nuclear Brasileiro.

  • Índex

    altDentro desse contexto, o demônio é representado, com justiça, pela aliança PSDB/DEM/PPS. A corrente do “bem” é representada, essencialmente, pelo PT e PCdoB, em conluio com o que existe de mais pútrido na política brasileira.

  • Pitacos sobre a posição da esquerda diante das lutas

    altO MPL só conseguiu fazer uma boa análise de conjuntura e sair do roteiro, porque seus membros não são burocratas, não estão garantindo cargos no governo, ou brigando por estrutura. O Movimento não reproduziu a lógica que domina boa parte da esquerda como um câncer.

  • Brasil: crises, combates e perspectivas

    altA mobilização das ruas é cada vez mais generalizada; a greve geral nacional do dia 11 de julho, convocada por todas as centrais sindicais, é uma tentativa clara de recuperar as ruas para as agendas populares do governo, que se encarregariam logo de desmobilizar a rebelião.

  • Sobre Corrupção e Reforma Política

    altA qualidade dos serviços públicos e a existência e cumprimento de regras claras para sua prestação contribuem com a substituição da cultura do favor pela prática da cidadania e, portanto, com o combate à corrupção.

  • O governo petista como operador político da burguesia no Brasil

    altDiante da incompatibilidade de efetivação do projeto democrático-popular, o governo da coalizão burgo-petista fechou as portas para a participação contra-hegemônica: desarticulando as lutas sociais, cooptando e apassivando e os lutadores sociais.

  • Europa e a prostituta da Babilônia

    altA lição que se toma deste escandaloso incidente é que não tem sentido avançar em um Tratado de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia, tendo em conta a cumplicidade dos governos do Velho Continente na hora de se quebrarem as normas do direito internacional.

  • ‘Precisamos rediscutir o modelo de sociedade, antes de determinar a forma de eleição de políticos’

    altPara analisar o mês que abalou as estruturas do país, e também a reforma política oferecida por Dilma, o Correio entrevistou o jurista Jorge Luiz Souto Maior. “Penso que a questão, já posta na mesa, sobre a participação mais ativa do Estado nos temas dos direitos sociais e da economia é a mais importante”.

  • O sigilo do voto do parlamentar

    altO sigilo do voto visa proteger, não os deputados, mas os eleitores destes. Só uma exceção deveria caber à regra do sigilo: na votação de proposta de cassação de mandato.

  • Vândalos... Quem são?

    altVândalos... Seriam os “vândalos” a mídia amestrada do patriciado, que faz e executa um terrorismo armado até os dentes para estupidificar, idiotizar, emburrecer?

  • A presidente está nua

    altA reforma política não é pauta popular. É enorme o consenso que, mutatis mutandis, tudo permanecerá, no essencial, como “dantes, em nosso triste quartel de Abrantes”! Sequer o financiamento público das campanhas conta com largo apoio.

  • O Irã mudou, Obama também pode

    altO regime islâmico não deve perder suas características religiosas e autoritárias; Khamenei continuará com a última palavra em muitos assuntos, especialmente na área da política exterior. Mas não é crível que ele impedirá Rouhani de cumprir suas promessas de moderação nas negociações nucleares.

  • Extrativismo e violação de direitos dos povos indígenas na América do Sul

    altA “extrahección” (em português, algo como uma junção das palavras extração e coerção) tornou-se uma condição indispensável para muitos dos atuais empreendimentos extrativistas, uma vez que, por sua intensidade ou tamanho, só se tornam possíveis violando direitos humanos ou normas ambientais.

  • Recado das ruas

    altO recado das ruas é simples: nossos governos se descolaram da base social. Para usar uma categoria marxista, a sociedade política se divorciou da sociedade civil.

     

  • A Batalha da Tijuca

    altO que houve no Rio neste fim de tarde é mais do que emblemático e demonstra o caráter de exclusão da Copa do Mundo que será realizada no Brasil no ano que vem. Até os jogadores espanhóis estranharam o Maracanã.

  • Não podemos nos deixar levar pelas questões marginais

    altA mobilização do governo não se fez contra as causas que produzem o caos, mas apenas para desmobilizar com medidas tacanhas que não fizeram parte das reivindicações, priorizando uma reforma política que ninguém sabe para que.

  • Para onde?

    altEstá na hora de o povo ser informado do que precisa saber para exigir instituições que revertam a lastimável situação do país. A mídia condenará e recrudescerá a repressão policial. Mas o povo terá de enfrentar.

  • ‘Temos agora uma cultura para discutir política nesse país’

    altEm meio a esse movimento, que já tem dez anos de existência, algumas mentes jovens e perseverantes ganharam destaque. Uma delas, Mayara Vivian, que esteve nas jornadas de luta do MPL desde a sua gênese paulistana, em 2005.

  • Vitórias do povo em junho

    As lideranças das organizações que lideram as mobilizações precisam abrir imediatamente o debate sobre a temática mais geral dos protestos, a fim de não perder o rumo e a força em uma variedade muito grande de exigências que atendem a interesses legítimos, porém, de grupos menores e isolados.

  • Protestos em BH - 22 de junho de 2013

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  • O aprendiz de feiticeiro

    altSe a direita supunha que poderia imitar impunemente o aprendiz do feiticeiro, por tê-lo a seu lado, errou redondamente. E, a médio e longo prazo, só conseguirá algum sucesso se a esquerda, como um todo, for incapaz de tirar todas as lições que as manifestações lhes impuseram.

     

  • Em Minas, a juventude e os movimentos sociais superam o medo

    altTemendo a desorganização após a sistemática repressão policial, parte dos manifestantes criou a Assembleia Popular Horizontal, onde o movimento (se) discute e delibera ações. Pauta difusa, mas luta unitária.

  • Duas estratégias: unir a esquerda para avançar as mobilizações ou para proteger o governo Dilma?

    altOs moderados de esquerda argumentavam exatamente como agora: não é possível ultrapassar Ulysses e o PMDB pela esquerda. A luta provou que eles estavam errados.