Edição 865

  • ‘MPL se coloca dentro do campo da esquerda no processo político’

    altO Correio da Cidadania, em parceria com a webrádio Central 3, entrevistou Daniel Guimarães, integrante do movimento, com vistas também a debater um posicionamento político mais profundo.

  • Ainda sobre os recursos do pré-sal para a educação

    altOs recursos gerados que iriam adicionalmente para a educação corresponderiam a menos do que 0,01% do PIB nos primeiros anos e ficariam abaixo de 1% do PIB ao final de uma década se o PIB crescer apenas 2,5% ao ano.

  • Em memória de Affonso Arinos

    altO velho conservador, o udenista empedrado por interesses de classe, revelava-se mais lúcido que a esquerda de então, clandestina e “legal”, preocupada em conter as massas, para que não houvesse retrocesso na abertura lenta e gradual.

  • Uma revolta republicana

    altAo se avizinhar uma nova eleição presidencial, a ausência de alternativas satisfatórias coloca em xeque a capacidade dos governantes de olharem um pouco além dos seus interesses paroquiais e clientelistas.

  • Esquerda no poder

    altSe, porventura, houve no PT um sentimento anticapitalista, com o andar da carruagem prevaleceu a adesão desse partido à condição de força de sustentação da ordem socioeconômica vigente.

  • Manifestações e a torre de marfim

    altO que há de óbvio é que nossas autoridades castraram todas as vias de interlocução com os movimentos sociais, quando muito tolerados, jamais valorizados. Cadê os conselhos políticos com presença de lideranças populares?

  • Brasil: um novo ciclo de lutas populares?

    altBrasília deveria tomar nota da lição, que anuncia aumento dos níveis de ingovernabilidade se persistir em sua aliança com a direita, os monopólios, o agronegócio, o capital financeiro e os especuladores.

  • 'Cantos da Sereia' se insinuam para responder ao clamor popular

    altO que se começa a perceber é a perseguição da batida trilha rumo à personificação do mal, mediante a falta de vontade política para ações de amplitude, que incidiriam em privilégios secularmente instalados.

  • A plebe e a nobreza

    altSobretudo, dê a casa real ouvidos à voz dos jovens reinóis que ainda não sabem como transformar sua indignação e revolta em propostas e projetos de uma verdadeira democracia.

  • Após caminhada, manifestação termina com violência no Centro de Porto Alegre

    altO protesto desta segunda-feira (24) em Porto Alegre seguiu por caminhos distintos dos que até então vinham sendo percorridos e, diferentemente do ato de quinta-feira (20), contou com uma condução clara e orientada.

  • A revolução não será transmitida por facebook

    altOs milhões que estão nas ruas não foram convencidos via facebook: foram convencidos pelo transporte público, pelas filas dos hospitais públicos, pelas escolas públicas sem professores e, finalmente, pelas balas de borracha.

  • Máximo do fracasso

    altChega a ser engraçado, se não fosse triste, ver um canal de TV procurando criar uma liderança para as manifestações, que não denunciasse nenhuma mazela do capital.

  • A luta é por direitos, não por migalhas!

    altQuanto mais bombas a polícia joga mais o povo quebra o que puder quebrar. Autênticas aulas de cidadania estão sendo dadas nas ruas.

  • A história se repete

    altTeses como a do “gigante adormecido” são utilizadas para desviar o foco dos reais motivos da onda de protestos: os limites do atual modelo econômico e político, que há muito tempo não responde aos anseios populares.

  • Democracia Direta Já!

    altÉ a gota d’água de tolerância ao modelo petucano e ao lulo-malufismo. A repulsa ante o superfaturamento de obras dos estádios de futebol. Brasil, abaixo essa camarilha!

  • São Paulo e Istambul

    altSão palcos tanto das insatisfações populares quanto das manifestações agressivas de uma repressão que tem como objetivo a defesa do sistema, ou seja, do capitalismo.

  • Nunca foi só por centavos! Nunca foi só por uma bandeira!

    altMuitos concordam conosco que é um direito, o direito elementar à liberdade de expressão, mas discordam que é um dever. Queremos explicar por que é um dever.

  • A multidão nas ruas: construir a saída de esquerda para a crise política, antes que a reação imprima sua direção

    altGovernantes, mídia corporativa e políticos de direita começaram a elogiar as mobilizações como exemplo de cidadania, mas introduziram dois novos elementos no discurso que difundiram.

  • Dez lições das ruas (só para começar)

    altA mídia convencional está mais perplexa que as autoridades públicas. O circo das copas e das Olimpíadas acabou. Novas cobranças virão. A mídia também está sob o olhar das ruas.

  • 100 mil no Rio: cenas de uma revolta popular

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  • Dilma, o povo não está para brincadeiras

    Os problemas do povo não serão resolvidos com factóides, protelações, evasivas, promessas vãs, espertezas e transferência de responsabilidades. O povo exige soluções concretas. Para tanto, o importante é quebrar a rotina e sair do círculo vicioso que deixa os problemas da população sempre em último lugar.

  • A quem interessa o crime?

    altA história está cheia de exemplos de manifestações populares espontâneas, tendo como motivação insatisfações reprimidas, que se tornaram incontroláveis por alguma gota d’água aparentemente insignificante.

  • O consenso e as armadilhas nas manifestações

    altSe somos contra a corrupção, vamos buscar forma de enfrentá-la. Se é preciso mais saúde e educação, vamos pensar em como melhorar o SUS e as escolas, ouvir quem atua nesta área todos os dias e quem é usuário desses sistemas.

     

  • Primeiras hipóteses sobre as manifestações

    altÉ a revolução democrática e popular que redesperta do seu sono. Ameaça, desta vez, não ficar em seu “estopim”. Tem expressado todo o rol de questões democráticas populares: corrupção, serviços públicos, política (pequeno-)burguesa.

  • Vencendo o terrorismo do medo: a hora da política

    altOs teóricos governistas, da direita e a grande mídia disseram a mesma coisa, querendo dominar o movimento numa perspectiva conservadora, destacando, unicamente, alguns pequenos problemas, numa perspectiva pontual.

  • Belo Monte e os protestos

    altSe o movimento tiver tempo para amadurecer, os manifestantes perceberão que a luta pelo transporte, pela saúde e a educação envolve necessariamente a preservação do meio ambiente e uma política energética justa.

  • Uma rebelião popular progressiva e a democracia das ruas

    altIsto é uma ascensão de lutas, que está mudando a relação de forças e questionando tudo, inclusive a institucionalidade, tal como instalada. Por suas características massivas, já superam o Fora Collor.

  • Sobre o velho e o novo

    altO futuro do tal “gigante que acordou” (imagem ruim e extremamente auto-centrada) ainda é incerto. Mas, a depender dos seus desdobramentos, pode forçar Dilma a rever alguns dos seus conceitos. Para melhor.

  • Rede Globo, o povo não é bobo

    altPor representar o que há de mais comprometido com tudo o que há de pior do capitalismo selvagem, a perspectiva da Globo é emblemática de como a plutocracia brasileira enxerga as mobilizações que abalam a “paz social”.