Edição 863

  • Geração sem medo está nascendo para o mundo

    altO emocionante nesta jornada toda, para além da gostosa e distante sensação de nos juntarmos a jovens e trabalhadores de todo o mundo que estão em luta, é saber que o Estado e a mídia burguesa estão formando uma geração de ativistas.

  • Depois do neoliberalismo. Depois?

    altO Governos Lula e Dilma não só não reverteram as medidas de liberalização e privatização, como as reexpediram como políticas de Estado.

  • Como evitar bandidos precoces

    altAqueles, entretanto, que a perícia identificar dotados do referido gene (que, curiosamente, predomina entre bebês das classes desfavorecidas) seriam sumariamente abortados.

  • Manifestações pelo transporte coletivo revigoram juventude e lutas sociais do país

    altO Movimento Passe Livre recoloca em questão a lógica do serviço público e universal, tal qual se reivindica na saúde e educação, por exemplo. Lógica outrora levada adiante pelos próprios governos petistas.

  • Homenagem: Bautista Vidal, incansável defensor dos interesses nacionais

    altAs veementes condenações de Bautista Vidal dirigiam-se aos que se submetem às falsas verdades convencionais, veiculadas notadamente por organismos internacionais, como o Banco Mundial, a OMC e a própria CEPAL.

  • Papa João e papa Francisco

    altPois bem, neste ano não é só o calendário que nos traz à memória o papa João 23. São tantas as semelhanças que somos levados espontaneamente a comparar o papa João com o papa Francisco.

  • Andaluzia decreta função social da propriedade e expropria bancos

    altEm vez da primazia da propriedade privada que atualmente insiste em sobrepor-se a todos os outros direitos, assume-se a função social da propriedade e a habitação como direito humano.

  • Alguns comentários críticos ao artigo “Prostitutas felizes”, na Folha de S. Paulo

    altEm tal sentido, parto do que considero uma tese neoliberal, que defende a prostituição como qualquer outra profissão. Desse modo, creio serem cabíveis algumas indagações e reflexões.

  • Correa e o Equador: prossegue a “Revolução Cidadã”

    altApesar de propor o “Socialismo do século XXI”, Correa certamente não é um perigoso revolucionário. Sua política continuará no rumo da independência de Washington e seguirá a orientação “desenvolvimentista” dos demais governos progressistas da América Latina.

     

  • Bravos combatentes

    altO PCdoB converteu-se em um partido nacional-reformista e, apesar do equívoco, conseguiu atrair bravos e devotados militantes.

  • Síria: guerra civil ou como destruir a primeira democracia do Oriente Médio

    altNesta primeira parte de uma detalhada análise sobre a Síria, um dos palcos atuais do xadrez imperialista, e sob intensos conflitos internos, Ramez Philippe Maalouf, historiador e doutorando em Geografia Humana na USP, retoma o nascimento do Reino Árabe-Sírio.

  • Alarme de incêndio: o fascismo espreita a crise

    altO jovem estudante Clément Méric, 18 anos, foi espancado até a morte por hordas fascistas em Paris. Começamos um período histórico em que a crise levará à abertura da cena política, quando o imponderável poderá se tornar realidade numa velocidade extraordinária.

     

  • O Grande Irmão mora em Washington

    altObama diz que não se pode ter, ao mesmo tempo, 100% de segurança, 100% de privacidade e 100% de liberdade. O problema é que, com grampos telefônicos e monitoramentos nos computadores, as duas últimas porcentagens estão sendo perigosamente reduzidas.

  • Mia e, no entanto, dizem que é lebre

    altSe a atual proposta do deputado Nazareno já estivesse incorporada à Constituição, quando o Supremo decidiu sobre a ADI 3.273, esta decisão seria apreciada pelo Congresso e, se ele se posicionasse contrário à decisão do STF, o povo seria chamado a votar em um plebiscito.

  • É a economia...

    altOs investimentos prioritários não podem ficar em generalidades. Precisam articular-se à conjuntura atual e fazer parte da disputa de ideias que a oposição neoliberal e parte do situacionismo liberal estão impondo à sociedade.

  • Experimento distributivo da política social caminha para o retrocesso

    altA tese do “déficit nominal zero” a expensas dos “gastos correntes” liquida praticamente com o experimento distributivo da política social construída depois da Constituição de 1988.

  • Começa o desmonte da Eletrobrás

    altOs cortes de receita refletirão diretamente em corte de pessoal. Ou seja, a competência acumulada pelo setor em anos será dissolvida, como exemplos já vistos de outros setores que acabaram sendo privatizados

  • O fim do neodesenvolvi mentismo

    A guinada na política econômica, caracterizada pela nova onda privatista e pela recomposição do rentismo, é apenas o primeiro ato de uma nova ofensiva do capital sobre a economia brasileira.