Edição 862

  • Não calamos

    altDesde o descobrimento, essa brava gente luta pela terra, pelo sol, pela lua, pelo ar, pela água, pela sobrevivência de suas crianças e do seu amanhã.

  • Drogas, equívocos e soluções

    altRestam as perguntas que não querem calar, mas que famílias e poder público insistem em abafar: o que induz uma pessoa a consumir drogas? Qual a solução para o problema?

  • Burguesia generosa

    altEnquanto, como já ressaltamos, os “marxistas legais” são alvos da “generosidade” da burguesia, os velhos marxistas foram objeto de permanente perseguição, levando-os a terem uma vida errante.

  • O povo sírio paga o preço dos conflitos estratégicos regionais e internacionais

    altO objetivo é traçar um novo mapa político da região e o estabelecimento de sistemas alternativos. Ironicamente, concordam os interesses estadunidenses e iranianos, ainda que superficialmente pareçam contraditórios.

  • ‘Retirar poderes de investigação do Ministério Público é ferir de morte a Constituição’

    altEm meio a um visível aumento da troca de farpas entre os três poderes da República, chamou enorme atenção da sociedade a apresentação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 37. Para tratar do assunto o Correio da Cidadania entrevistou o promotor de justiça Roberto Livianu, do Movimento do Ministério Público Democrático.

  • Proibido defender-se

    altOs russos explicaram que o S-300 tem uso apenas defensivo, para prevenir bombardeios estrangeiros. Como os rebeldes sírios não têm aviões, nunca seria usado contra eles. Aí, Israel resolveu apelar.

  • O governo Dilma versus os Indígenas

    alt“Um olhar mais atento para o atual momento histórico, em especial com relação aos povos indígenas no Brasil, nos remete a um cenário escabroso (…) Quem são os maiores genocidas das últimas décadas”.

  • A infeliz declaração de Santos para ingressar na OTAN

    altO que de bom pode trazer ingressar na OTAN, uma instituição de lamentável atuação histórica em termos de assegurar a paz e atuações neocolonialistas?

  • Revolucionar é preciso: a crise portuguesa (e nós?)

    altNão temos visto muito espaço na imprensa empresarial brasileira para notícias e análises da crise por que passa a sociedade portuguesa. Nem a esquerda brasileira parece muito interessada.

  • Turquia: impressões do movimento de protesto em Ankara

    altAinda é cedo demais para dizer se o atual discurso dos protestos pode se expandir para incluir um entendimento mais profundo das questões de classe e ir além de um nacionalismo reativo.

  • Modelo petucano

    altDurante o modelo dependente, as empresas privadas de capital nacional foram esmagadas ou absorvidas pelas transnacionais, processo que se intensificou no pós-1988, restando pouquíssimos grupos concentradores, associados ao capital estrangeiro, e cuja data de validade como nacionais não se afigura muito distante.

  • Balé de corpos

    altNa festa do Corpo de Cristo, deixarei meu corpo flutuar em alturas abissais. Acariciarei uma por uma de minhas rugas, cantarei hinos ao alvorecer da velhice, desvelarei histórias do futuro, apreenderei meu perfil interior.

  • Pensamento binário

    altNa política atual brasileira, há uma tentativa de nos impor uma falsa dicotomia: nacional-desenvolvimentismo versus neoliberalismo, que nos leve a escolher entre tucanalhas versus petralhas.

  • São Paulo merece mais do que 24 horas por ano de cultura acessível

    altÉ contraproducente o alarmismo midiático ou a euforia acrítica para medir o real significado da Virada Cultural. Trata-se de trabalhá-la com vistas a ser melhorada, não empobrecida, ainda mais numa cidade carente de maior convívio social.

  • Os Bourbons brasileiros

    altÉ possível que parte da burguesia, além de se lembrar da destruição neoliberal, tenha aprendido que essa política só beneficia o 1% da plutocracia corporativa. Para esta, o resto dos mortais, que inclui parcela significativa da burguesia, não merece atenção.

  • Estados Unidos: em busca de um contrapeso no Oriente Médio

    altEmbora tenha muito mais interesse em Teerã, em vista da questão energética, o momento indica ser muito mais exequível a transformação política de Damasco, imersa em uma guerra civil próxima dos dois anos.

  • Situação da energia nuclear pós Rio+20

    alt“Me oponho à lamentável e solitária decisão do governo federal que anunciou, em 2010, a expansão de instalações nucleares no país. Ou seja, relançou o Programa Nuclear sem nenhuma discussão com a sociedade”.

  • Avalanche ‘neoconservadora’ une grande mídia e governo

    Medidas governamentais e noticiários dos últimos dias têm deixado de olhos arregalados uma boa porção daqueles que acompanham e creem no ‘neodesenvolvimentismo’ do governo atual, assim como no progressismo da mídia e na sua defesa diuturna da pluralidade e da liberdade de expressão.