Edição 857

  • A Irrigação e a Seca

    altNo fundo, certos movimentos são admiradores do modelo de irrigação do agro e do hidronegócios. Parece que, se estivesse nas mãos dos pequenos agricultores, o modelo produtivo seria perfeito. Mas o modelo é perverso em si mesmo.

     

  • Por conta do metrô, quadra da Vai-Vai tem que sair do Bexiga?

    altO bairro é um histórico território negro da cidade de São Paulo e a quadra da Vai-Vai insere-se nesse contexto, significando a importante – e invisível! - presença da cultura afro-brasileira na cidade.

  • O capitalismo se reinventa?

    altA capacidade de se reinventar é extremamente finita e isso nos leva ao seguinte dilema: ou prospera o projeto socialista, ou teremos, como decorrência da exaustão completa desse sistema, a tragédia total.

  • 40 anos da agonia da Revolução Chilena

    altResponsáveis por um dos mais bárbaros massacres realizados na América Latina, as forças militares e civis que participaram do golpe, direta ou indiretamente, apoiadas pelo imperialismo estadunidense, tudo fizeram e tudo fazem para que não se faça plena luz sobre os acontecimentos.

     

  • A esfinge, o BNDES e as “campeãs” que nos devoram

    altEm meio ao vácuo de projetos coletivos, o coro particularista dos grupos mais internacionalizados e financeirizados vai aumentando. A conta desse rearranjo, intra e intercapitalista, vai sendo paga com o corte de recursos sociais.

  • 1º de Maio: dia de luta e resistência dos trabalhadores

    altÉ necessário construirmos coletivamente unidade de ação junto aos setores combativos da classe trabalhadora, estabelecendo alianças com movimentos da sociedade que comunguem por transformações mais profundas.

     

  • Palestinos fazem concessões. E agora, Bibi?

    altSe topasse a sugestão árabe, Bibi teria uma briga brava com o Likud e os dois grupos mais fortes da sua base de apoio. Apesar de tudo, há motivos muito práticos para Bibi negar suas posições e enfrentar seus partidários mais chegados.

  • Petróleo para as transnacionais

    O governo joga uma cortina de fumaça, pondo os royalties no foco, quando a grande questão é licitar 289 blocos de exploração, sem sequer saber o valor deles. Governadores e parlamentares brigam por migalhas.

  • Barbárie Tecnicizada

    altA máquina militar de poder inigualável opera as agências de inteligência como força paramilitar em manobras típicas do pior tipo de terrorismo, aquele a partir do qual todo o ciclo do terror se retroalimenta: o terrorismo de Estado.

  • Multinacionais com fortes laços com o Estado são o centro das ‘grandes’ políticas governamentais

    altA atuação de Lula não é ilegal. Pelo contrário, sua atitude está em sintonia com o que costumam fazer os presidentes e ex-presidentes de todo o mundo: trabalhar para favorecer as grandes empresas de seus países.

  • Maioridade penal e Estado omisso

    altA responsabilidade é do poder público, que sempre investe nos efeitos e não nas causas. Deveria haver uma legislação capaz de punir o descaso das autoridades quando se trata de inclusão de crianças e jovens.

     

  • Neonazismo e crimes de ódio de Brasil: por uma política repressiva efetiva

    altEmbora haja no arcabouço legal brasileiro dispositivos específicos para combater os chamados “crimes de ódio”, na prática esses dispositivos caem no vazio porque não há uma política pública específica.

  • De novo o trabalho

    altAté a programação pastoral ficou comprometida. É difícil encontrar um horário propício à comunidade, pois a necessidade da sobrevivência pelo trabalho inviabiliza a participação de muitos nos encontros de pastoral.

  • 1º de maio em 2013 e os desafios para a classe operária

    altSe no mundo inteiro o capital entrou em nova fase, avançando para eliminar conquistas operárias alcançadas com muito sangue ao longo de dois séculos, em nosso país este ataque se mostra realmente feroz.

  • Interesses sociais em disputa

    altÉ muito provável que o esgarçamento das relações políticas na coalizão de governo esteja relacionado, em grande medida, com os descontentamentos dos setores médios da burguesia e de setores da pequena-burguesia.

  • Os desafios da Venezuela de Maduro

    altO resultado revela uma sociedade perigosamente partida ao meio e um governo que nasce fragilizado pelos números eleitorais, minado pela política dos EUA, fustigado diuturnamente pelo monopólio ideológico da informação.

  • A resistência social em pauta

    No último dia 24, milhares de trabalhadores do setor público e privado, estudantes e entidades do movimento sindical e popular realizaram uma marcha em Brasília em defesa dos direitos da classe trabalhadora e pela anulação da reforma da Previdência.