Edição 853

  • ‘A Comissão da Verdade tem obrigação de ouvir todos os militares envolvidos com a repressão’

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    Entrevista com o jornalista Pedro Estevam Pomar, membro do Comitê Paulista pela Verdade, Memória e Justiça.

  • Recordar é viver: a Revolução não será televisionada

    A Revolução não será televisionada, além de traçar um perfil do caráter golpista das grandes televisões venezuelanas, que efetivamente protagonizaram junto à burguesia do país um verdadeiro golpe de Estado em abril de 2002, ainda narra o dia-a-dia desse golpe, farsa a farsa, mentira a mentira.

  • Usurpação da esperança

    altNós, brasileiros, entregamos a posse do nosso petróleo a empresas que irão arrematar um bloco no leilão por cerca de 0,2% do valor do petróleo a ser produzido no bloco, durante a vida útil. E mais nada!

  • A nova guarda pretoriana de Dilma Rousseff

    altO contingente militar de repressão poderá ser usado contra populações afetadas pelas diversas obras de interesse do governo, tal como já está ocorrendo com os ribeirinhos e indígenas do rio Tapajós.

  • Bravatas norte-coreanas

    altAs práticas de intolerância e a inequívoca existência do capitalismo de Estado, vestindo uma roupagem enganosa ou assumindo o carimbo do marxismo-leninismo, têm se prestado a contribuir com nossas sucessivas derrotas.

  • Renzo Rossi, santo da solidariedade

    altPadre Renzo veio ao Presídio Tiradentes (Dilma Rousseff se encontrava na ala feminina). Frei Tito tinha sido reconduzido à tortura. Renzo ficou impressionado. Decidiu que sua missão seria apoiar as vítimas da ditadura.

  • À Luz da Páscoa

    altA viagem ao Brasil se insere na apresentação da “plataforma” do seu pontificado, olhado com muito interesse pelas Igrejas de outros continentes, que agora aguardam a contribuição da Igreja que deu o novo papa.

     

  • Fórum Social Mundial, esperança e medo

    altO estado concreto da esquerda mundial é fonte de debate. Para alguns, o Fórum tem sido bom na negação – oposição ao imperialismo e neoliberalismo. Mas está atrasado na formulação de alternativas específicas.

  • Jihadistas sujam rebelião síria

    altO crescimento do poder dos jihadistas tem preocupado os EUA, razão pela qual eles se negam a fornecer armas na quantidade e qualidade requeridas pelos rebeldes.

  • A “questão Feliciano” e as manifestações nas ruas

    altEvidencia-se uma ambivalência em nossa cultura política. Ao mesmo tempo em que questiona posturas e atitudes, as retroalimenta no cotidiano, com ações governamentais pragmáticas e oportunistas.

     

  • Energia nuclear e maledicências

    altA instalação de uma usina nuclear, do modelo previsto, produz menos empregos que as indústrias das tecnologias eólica e solar, conforme relatório da OIT e do PNUD.

  • O papa e a vida

    altNa espetacularização da vida, arte na qual as instituições religiosas são especialistas, são fundamentais os ritos, o mistério, o segredo, o manto que encobre a materialidade da qual parte.

  • Periferias existenciais

    altAinda que de uma forma contida, há muita esperança nas bases com o novo papa. Ele trouxe de volta palavras, propostas e anúncios que há muito não víamos mais dentro de nossas Igrejas.

  • O prodigioso retorno do ‘Nordestão’

    altA competição pode e deve ser comemorada por todos da região, tendo ainda bastante a evoluir, mas já tratada como um enorme sucesso por todos os envolvidos.

  • Quase 50 anos do Golpe de 1964: nada a comemorar!

    altTendo em vista que o “direito à justiça” e “à verdade” são condições e pressupostos de um regime democrático, não se pode senão concluir que a democracia política no Brasil não é ainda uma realidade sólida.

  • A natureza da crise

    altEstão em jogo a hegemonia dos EUA sobre o mundo e a hegemonia da Alemanha sobre a maior parte da Europa. Convenhamos que, diante disso, as taxas de câmbio são apenas armas de pequeno calibre.

  • Violência em SP e a bondade da mídia

    altApesar desta perigosa perda de controle, a mídia tucana segue tentando blindar o PSDB. As TVs, com seus programas que escorrem sangue, evitam discutir as causas profundas do crescimento da violência.

  • Mística, ética e ecosofia

    altNão se trata de impor a razão humana sobre a natureza (eco-logos), mas sim de dar ouvidos à sabedoria da Terra, captar o que ela tem a nos dizer com seus ciclos, suas mudanças climáticas e até com suas catástrofes.