Edição 851

  • Obama em Israel: missão de paz ou agradinhos

    altPosturas agressivas nas questões iraniana e síria poderiam ser usadas como moeda de troca por um “basta” na expansão dos assentamentos. A viagem de Obama pode ser relações públicas ou suscitar discussões que alterarem profundamente o Oriente Médio.

     

  • Esgarçamento da política

    altComo considerar de esquerda quem elege Renan Calheiros presidente do Senado, e Henrique Alves, da Câmara? Você, caro(a) leitor(a), qualifica como de esquerda quem se apoia em Paulo Maluf, Fernando Collor de Mello e Sarney?

  • “O socialismo real”

    altPara tornar mais grave a nossa indigência, floresce o “marxismo legal”, amparado nos umbrais das academias, a produzir subjetividades e especulações, quando não a cometer desatinos, imputando como sendo um socialismo real aquilo que nunca chegou a ser socialismo.

  • O autoritarismo nosso de cada dia não nos dai hoje

    altA Agência Nacional do Petróleo prioriza, claramente, nos convites para as audiências, a presença dos agentes econômicos. Nada é dito à sociedade. A ANP não tem a isenção necessária para ser um verdadeiro árbitro.

  • A Igreja, a Ditadura e o papa

    altA cumplicidade foi compartilhada por toda a alta hierarquia argentina e não é de estranhar que Bergoglio apareça confortável ao lado de ditadores, atuando sistematicamente contra movimentos católicos renovadores de base popular.

  • Escolha de Papa Francisco reinventa estratégia polonesa

    altAlém do avanço evangélico, especialmente na América Latina, a igreja da região, domesticada por João Paulo II e Bento XVI, também passou a ver sua influência afrontada por nova onda de governos progressistas.

     

  • Chávez e nuestra América

    altO legado das propostas institucionais e transformadoras de Chávez aí está. Esperamos que o amadurecimento das lutas populares e de novas lideranças tenham a capacidade de transformar o que é hoje um sonho em realidade.

     

  • Cria corvos

    altOs “vendedores do Brasil” estão na moda. Os chefes dos executivos já operam de acordo com a máxima “governar é intermediar negócios”. Ao legislativo compete afastar os obstáculos da máquina mercante.

  • Dez anos de governos de coalizão dirigidos pelo PT, uma análise em perspectiva histórica

    altA classe dominante brasileira contribuiu para o reforço de sua autoridade. A burguesia brasileira confirmou a sua habilidade política assimilando Lula e o PT como a oposição eleitoral que o regime democrático necessitava como válvula de escape.

  • “Apagão” elétrico: a população merece respeito

    altTendo como ingredientes o modelo mercantil, a privatização, dirigentes incompetentes, decisões autoritárias e antidemocráticas e falta da falta de transparência, o resultado não poderia ser diferente do que encontramos hoje.

     

  • Com dificuldades e contradições, um povo revolucionário sobrevive em Cuba

    altEntre contradições, certezas e dúvidas, Cuba constrói sua Revolução e seu país de forma soberana e complexa, à imagem e semelhança de seu povo. Com participação política e dificuldades econômicas, os cubanos vivem.

  • Por falar em fatos

    altO empresariado brasileiro, assim como o demotucanato, está precisando de um choque político que demonstre a decisão do governo em reverter a desindustrialização e outras destruições herdadas do período neoliberal.

  • Dentre reacionários e conservadores... “Francesco”

    altÉ tempo de restabelecer o legítimo Cristo da luta político-social, no processo de conscientização ante a exploração do homem pelo homem. Daí o Cristo pelos pobres.

  • O filho de Franciscos

    altNessa conjuntura em que governos populares e progressistas se disseminam pela América do Sul e Raúl Castro preside a CELAC, verá a Casa Branca no novo papa um aliado para recuperar sua hegemonia sobre o sul do nosso Continente?