Edição 850

  • Orquestra-se subida dos juros a partir de fictícias pressões inflacionárias

    altA orquestração pela subida dos juros e as pautas de política agrícola totalmente voltadas à economia do agronegócio não resolvem as pressões inflacionárias oriundas do setor primário; são parte de um problema maior e não da solução.

  • Papa Chico

    altVamos ficar com o que há de melhor nesse momento: vem de fora da Europa, faz sua comida, anda de ônibus e agora se chama Francisco. Para nós, aqui do Velho Chico, tudo que vem de Francisco inspira esse espírito.

  • Vá em frente e conte com a gente!

    altTudo indica que a eleição do papa Francisco avaliza um ambiente mais aberto e mais receptivo à retomada do Concílio, nas formas que esta iniciativa poderá comportar.

  • “Atravessar o Rubicão”

    altÉ justamente esse desafio que se coloca e se colocou para uma fração de intelectuais como Michael Löwy, Isaac Deutscher, Pierre Broué, Daniel Bensaïd e uns poucos outros.

  • Blatter, Grondona e Teixeira: malas e depósitos suspeitos

    altSeja bem-vindo ao mundo louco e isento de impostos dos 23 homens do Comitê Executivo da FIFA e ao modo como eles ficam ricos através do futebol. Hoje nós apresentamos o estranho mundo do brasileiro Ricardo Teixeira.

  • A juventude rural e o Estatuto da Juventude

    altGarantir a aprovação deste Estatuto pode ser considerado um grande passo de uma longa caminhada, para que os jovens conquistem sua emancipação em conjunto com outros grupos geracionais e sociais.

  • O papa Francisco chamado a restaurar a Igreja

    altTrês pontos são de ressaltar em sua fala inaugural, de grande significação. Com sua experiência de pastor, uma nova visão, a partir de baixo, poderá reformar a Cúria, descentralizar e conferir um rosto novo e crível à Igreja.

  • “Habemus papam”: Francisco

    altO papa Francisco, ao ser eleito novo chefe da Igreja Católica, terá pela frente difíceis desafios. O maior deles, imprimir colegialidade ao governo da Igreja e reformar a Cúria Romana.

  • O Papa, Chávez e a democracia em geral

    altComo, no mundo contemporâneo, um chefe de Estado e líder espiritual de centenas de milhões de católicos pode ser eleito por um colégio eleitoral, intramuros medievais, composto por 115 homens?

  • O que vi e senti na Venezuela

    altSer repórter na Venezuela fez ver que nas loas cantadas pelos partidos de esquerda esquecia de citar também um personalismo perigoso. Mas também vi que é um país que se está construindo a partir dos próprios venezuelanos.

  • Guerra da Síria: o day after é o problema

    altOs EUA perceberam que o poderio dos grupos islamitas radicais, especialmente os ligados à Al Qaeda, era mesmo muito grande. Por isso mesmo, Obama teme fornecer armas a quem poderá vir a voltá-las contra os próprios doadores.

  • O modo socialista de governar: caso de Pernambuco (2)

    altPara o governo, ao que parece, a solução para todos os problemas passa pela privatização. Hoje se pratica uma política deliberada de favorecimento da iniciativa privada pelo poder público. Agora o modelo é o das concessões.

  • Olhar para a frente?

    altNão há dúvida de que o honrado FHC tem razão em se agastar com as picuinhas. Os petistas e oposicionistas a seu governo não conseguem olhar para a frente da mesma forma que ele. espelho.

  • Uma igreja sem papa?

    altCedo ou tarde a Igreja terá de democratizar sua estrutura de poder. Torná-la mais colegiada. O que se discute não é a figura do papa, é a estrutura do papado.

  • O conclave

    altDepois de levantados os desafios que dá para ir definindo os nomes a serem escolhidos. Eles emergem depois de constatadas as conveniências. É nesta hipótese que pode emergir o nome de um brasileiro.