Edição 849

  • ‘Pacotes do governo vão completar processo que FHC não conseguiu terminar’

    altO Correio entrevistou Ildo Sauer, ex-diretor da Petrobras e implacável crítico dos governos petistas e sua metamorfose. Para ele, o atual momento retrata uma disputa “intercapitalista” entre os grupos de apoio ao governo.

  • Chavistas mais fortes

    altAcima de tudo, encontramos um povo cheio de esperança, uma juventude em sua maioria esclarecida e comprometida com a organização popular, com a construção de uma democracia verdadeiramente participativa.

     

  • Os “órfãos” de Chávez

    altO antiamericanismo incorre no grave erro de não perceber que o imperialismo é produto do desenvolvimento capitalista. Assim sendo, é no anticapitalismo que está a luta consequente contra o imperialismo.

  • Alheamento e absenteísmo: O Brasil de O Som ao Redor

    altO som ao redor propõe uma representação das classes sociais brasileiras que foge à dicotomia, tão batida no cinema nacional, entre os poderosos e o “povão”. Em vez da dicotomia, temos uma tríade.

  • Estado e desenvolvimento

    altEsgotaram-se os recursos para a infraestrutura, ficando tudo subordinado ao serviço da dívida. Além disso, a entrada de investimentos diretos estrangeiros para “equilibrar” o balanço de pagamentos redundou na desnacionalização.

  • Investimentos brasileiros em água

    altPremido pela tragédia que poderia ter sido essa seca – o risco ainda não acabou –, o governo federal inaugurou uma nova dinâmica no abastecimento de água em nível nacional.

     

  • Desafios ao novo papa

    altPrimeiro, implementar as decisões do Concílio Vaticano II, ocorrido há 50 anos! Isso significa mexer na estrutura piramidal da Igreja, flexibilizar o absolutismo papal, instaurar um governo colegiado.

  • Muchas gracias y hasta siempre

    altA Venezuela, a América Latina e o mundo perderam um personagem histórico da mesma dimensão de Bolívar, San Martín, Artigas, Martí, Allende, Che Guevara e Fidel Castro.

  • Hugo Chávez

    altA Venezuela erradicou o analfabetismo, levou a todos os serviços de saúde pública, começou o processo de construção socialista. Organização popular é o principal instrumento da revolução bolivariana.

  • O xis do problema

    altO crescimento da economia puxado pelo consumo se esgotou justamente porque os investimentos capazes de elevar a oferta não cresceram. Numa situação como essa talvez a melhor receita seja a de Franklin Delano Roosevelt.

  • A Itália: morte e transfiguração

    altNa Itália como em enorme parte da Europa, as passadas promessas sobre a nova sociedade pós-moderna mostram-se em sua plena imaterialidade. O enorme ralo da crise engoliu a prometida economia pós-industrial.

     

  • Cotas para universidades paulistas dariam acesso apenas indireto aos cursos superiores

    altUm curso pós-médio, a distância, nada tem a ver com a questão de cotas, como o governo estadual quer nos fazer acreditar. E usá-lo como um processo de seleção de cotistas é totalmente inadequado.

  • Decantação dos fatos

    altNão é por existirem poucos recursos que não se desenvolve tecnologia. A aplicação das arrecadações dos fundos sociais precisa ser repensada, porque não está dando certo.

  • Um conclave inusitado

    altCom dois papas vivos, a Igreja Católica será, agora, foco das atenções por muito tempo. Tomara que saiba aproveitar para fazer transparecer melhor a mensagem de Jesus.

  • Fazer política

    altDirceu dizia “o PT precisa aprender a fazer política”, e concordávamos. Tínhamos em mente a afirmação do revolucionário Lênin de que os socialistas precisavam ser políticos tão competentes como eram os políticos da burguesia.